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O Brasil atingiu na noite dessa quinta-feira (7) a marca de 600 mil mortes causadas pela Covid-19, segundo dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde. Ao todo, o Brasil soma 600.067 vítimas na pandemia. Além disso, o país acumula 21.536.707 casos da doença.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) confirmou nesta quinta 451 óbitos e 15.726 casos de Covid-19 no Brasil em 24 horas. Pelos números do conselho, o país soma 599.810 mortes e 21.532.558 infecções. Os relatórios do Conass contam apenas os casos e as mortes confirmadas até as 18h do dia da divulgação.

São Paulo é o estado que lidera no número de casos e mortes. Com 150.540 óbitos e 4.376.700 infecções.

O Brasil registrou a primeira morte por Covid-19 no dia 12 de março de 2020, em São Paulo. Foram 149 dias até o país registrar a vítima de número 100 mil, em 8 de agosto do mesmo ano. Depois de 152 dias da marca, foi a vez do óbito 200 mil, em 7 de janeiro de 2021. Depois disso, foram apenas 76 dias para a chegada da morte 300 mil (24 de março) e 36 para a 400 mil (29 de abril).

Com a aceleração da vacinação no país, o ritmo de mortes começou a diminuir. Foram 51 dias entre o registro da vítima número 400 mil e a 500 mil, em 19 de junho. Até a marca desta quinta, passaram-se 110 dias.

Em maio deste 2021, presidente Bolsonaro emulou pacientes com falta de ar

MORTES
TOTAL: 600.067
AC 1.839
AL 6.232
AM 13.740
AP 1.986
BA 26.901
CE 24.281
DF 10.569
ES 12.638
GO 23.714
MA 10.192
MT 13.839
MS 9.580
MG 54.873
PA 16.686
PB 9.329
PE 19.817
PI 7.028
PR 39.422
RO 6.541
RJ 66.785
RN 7.347
RR 2.003
RS 34.996
SC 19.374
SE 6.013
SP 150.540
TO 3.802

CASOS
TOTAL: 21.536.707
AC 87.938
AL 238.680
AM 426.772
AP 122.961
BA 1.236.390
CE 941.227
DF 503.720
ES 592.389
GO 876.467
MA 357.542
MT 539.956
MS 373.888
MG 2.153.954
PA 593.336
PB 442.464
PE 623.144
PI 321.029
PR 1.523.090
RO 266.480
RJ 1.295.545
RN 369.448
RR 126.238
RS 1.445.556
SC 1.198.432
SE 278.207
SP 4.376.700
TO 225.154

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Brasil & Mundo

Presidente do TSE volta a defender regulamentação de redes sociais

Para ministro Luís Roberto Barroso, regulamentação de plataformas digitais ajudarão a combater desinformações

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, voltou hoje (26) a defender a regulamentação de plataformas digitais de modo a combater “desinformações que comprometem a democracia”.

“Precisamos enfrentar a desinformação, sobretudo quando ela ofereça grave risco para a democracia ou para a saúde”, disse o ministro, citando como exemplo a live em que o presidente Jair Bolsonaro relacionou a vacina contra covid-19 à Aids. A transmissão foi retirada do ar ontem (25) pelo Facebook. 

Barroso defendeu ser “preciso ter algum tipo de controle de comportamentos, conteúdos ilícitos e da desinformação que ofereça perigos para valores caros da sociedade como a saúde e a democracia”.

As declarações do ministro foram dadas durante a mesa de abertura de  seminário internacional sobre desinformações e eleições, realizado pelo TSE. O evento é transmitido ao vivo pelo canal do TSE no YouTube e segue até as 18h.

O professor Lawrence Lessig, da escola de direito de Harvard, uma das vozes mais proeminentes a favor da regulação das redes sociais, fez um alerta sobre o modo que a inteligência artificial dos algoritmos das plataformas pode manipular o debates entre usuários de modo a potencializar conflitos.

Segundo Lessig, isso ocorre porque a polarização e o antagonismo são um dos meios mais eficazes de maximizar o engajamento dos usuários nas redes sociais e, consequentemente, favorecer os negócios e aumentar o lucro dessas plataformas.

“A melhor estratégia do capitalismo de vigilância é adotar uma política de ódio. Eles lucram mais quanto mais polarizado e ignorante o público é; quanto mais raivosos, emocionais, quanto mais falsas as crenças, mais engajamento haverá”, alertou o professor.

Longe de ser uma especulação, o resultado dessa manipulação pode ser observado no mundo real, acrescentou Lessig, que citou como exemplo a invasão ao Capitólio, em Washington, que teve como impulso teorias disseminadas online sobre fraudes na eleição presidencial deste ano dos Estados Unidos, em janeiro.

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Brasil & Mundo

Disparos em shopping nos EUA deixam dois mortos e quatro feridos

O tiroteio terminou com o único suspeito sob custódia

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Duas pessoas morreram e quatro, incluindo um policial, ficaram feridas nessa segunda-feira (25) por disparos em um shopping de Boise, no estado norte-americano de Idaho. O tiroteio terminou com o único suspeito sob custódia, disseram autoridades.

Os detalhes do incidente ainda eram escassos, mas o chefe de polícia de Boise, Ryan Lee, disse a repórteres que a polícia reagiu a relatos de disparos no Boise Towne Square pouco antes das 14h locais.

Os policiais que chegaram ao local “encontraram um indivíduo que correspondia à descrição do suspeito”, o que levou a uma troca de tiros com o agressor. Um policial ficou ferido e o atirador foi preso, disse Lee.

“Acreditamos que só havia um único atirador envolvido, e não existe ameaça à comunidade como um todo”, disse Lee.

Nenhuma informação sobre o suspeito foi fornecida, e nenhuma das vítimas foi identificada. Lee também não detalhou as circunstâncias do incidente, acrescentando: “Realmente não podemos, a esta altura, falar de qualquer motivação por trás disso”.

Joey Bernal, que estava no local, disse ao jornal Idaho Statesman que estava na praça de alimentação do shopping quando ouviu de cinco a oito tiros e que seguranças o escoltaram para fora do prédio antes de a polícia chegar.

O Boise Towne Square se localiza no extremo oeste da capital de Idaho e sua área metropolitana mais populosa, uma cidade de cerca de 250 mil habitantes.

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Brasil & Mundo

CPI quer Bolsonaro banido das redes por associar covid e Aids

A CPI quer a retratação do presidente da República e que ele seja banido das redes sociais

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Na última sessão da CPI da Covid, agora, a maioria dos senadores aprovou dois requerimentos pedindo a responsabilização de Jair Bolsonaro pela mentira de ter associado a vacina contra a Covid à Aids.

A CPI quer a retratação do presidente da República e que ele seja banido das redes sociais.

“O senador Jorginho acha que as palavras do presidente estão corretas”, provocou o presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD). “Eu não pedi comentário”, rebateu o governista.

Aziz:“A Presidência é uma instituição, não é um cargo de boteco, em que você fala o que quer, tomando cerveja e comendo churrasquinho.”

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