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O Culpado acompanha o policial de Los Angeles Joe Baylor (Jake Gyllenhaal) que, após cometer um grave erro, é obrigado a sair das ruas e é encarregado de atender ligações na central de chamadas de emergência. Ele recebe a ligação de uma mulher desesperada por ajuda após ter sido sequestrada pelo marido. Nada é o que parece, e o protagonista precisa correr contra o tempo para solucionar o caso.  

Remake do dinamarquês Culpa (2018), o filme é dirigido por Antoine Fuqua, de Dia de Treinamento, e roteirizado por Nic Pizzolatto, criador e roteirista de True Detective. A trama transcorre em um único ambiente e durante uma madrugada, véspera de um acontecimento importante para Joe. Cheio de reviravoltas, sem alternar o enquadramento, fechado em um ambiente interno e narrado por telefone, o longa instiga a imaginação e nos faz montar um quebra-cabeça dos acontecimentos, sem que seja mostrada a ação de fato. A direção acerta ao explorar planos fechados e closes no rosto do protagonista, deixando apenas longos momentos de silêncio e contemplação, causando angústia e ansiedade no espectador.  

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Em uma das melhores atuações de sua carreira, Jake Gyllenhaal tem a difícil tarefa de segurar 1 hora e 30 minutos nas costas, o que faz com muita facilidade. Atormentado por seu passado, Joe é como um vulcão em erupção. De temperamento explosivo e cercado por acontecimentos caóticos, o personagem é forte e bem desenvolvido, graças à atuação poderosa de Gyllenhaal.  

O ótimo ritmo da montagem, nem frenético nem lento, coloca toda a narrativa em foco e faz a obra ser tão instigante e tensa. Filmado em apenas 11 dias durante a pandemia, O Culpado é mais um original da Netflix de sucesso. É o filme mais visto da Netflix no Brasil e está em segundo lugar do Top 10 da plataforma, atrás apenas da badalada série sul-coreana Round 6.

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Cultura & entretenimento

Bolsonaro e os “veados”

Se o cara usava boné de lã com estampa xadrez Escócia, era veado

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Bolsonaro me lembra um amigo que a pandemia levou. Dizia disparates o tempo todo, alguns chocantes. Para gostar dele, tinha-se de fazer um esforço. Como Bolsonaro, tinha fixação no tema sexual.

Não precisava muito para classificar homens como “veados”.

Se o cara usava boné de lã com estampa xadrez Escócia, era veado. Poncho para trás do pescoço? Veado. Se chorava, era veado. Gosta de filmes da Nouvelle Vague? Claro que é Veado! Passa postando fotos de si mesmo abraçado com o cachorro peludo? Só não vê quem não quer… Veado!!!

A impressão era de que só ele era “homem”. Não era ruim, e podia ser engraçado, só era fruto de outra época.

Como não era presidente da República, a gente relevava, porque, no meio da loucura, tinha mais pontos positivos. Quando morreu, chorei por ele.

Por Bolsonaro, não choro.

É o homem mais estúpido em comando que vi na vida.

Para Bolsonaro, com esse poncho pra trás, Clint Eastwood seria gay

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Cultura & entretenimento

Museu Diários do Isolamento lança exposição “Bordando Memórias”

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas”

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Nesta quinta-feira (28), às 19h, o Museu Diários do Isolamento (MuDI), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), abrirá ao público a exposição “Bordando Memórias: Doces Linhas na pandemia”, uma parceria com o projeto de extensão Bordados e Memórias no Museu do Doce – Grupo Doce Linhas.

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas” como forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

O grupo de bordadeiras “Doces Linhas” teve início no ano de 2017, a partir de uma disciplina sobre o bordado oferecida pela Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), projeto de extensão da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PREC/UFPel). A disciplina intitulada “Bordaduras – a vida bordada” transformou-se em um projeto de extensão realizado no Museu do Doce, e passou a chamar-se “Doces Linhas: Bordados no Museu do Doce”. Esse projeto reúne um grupo de mulheres, que uma vez por semana se encontravam no Museu para desenvolver os seus trabalhos de bordado. Com a pandemia, os encontros deixaram de ser presenciais, mas o grupo continuou a se encontrar de forma virtual e encontrou nessa atividade uma forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

Na exposição o público vai conhecer o histórico do grupo, as pessoas que o compõem e as ações de solidariedade desenvolvidas antes e durante a pandemia. O acesso será pelo site do MuDI.

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Cultura & entretenimento

O tema da vida

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“Não precisei ir aos livros para saber que o tema da vida é conflito e dor. Instintivamente, todas as minhas bufonadas se baseavam nisso: colocar as criaturas em dificuldades e fazê-las sair delas”.

Charles Chaplin.

Chaplin em Ombro, Armas

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