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Eleições 2022

A um ano das eleições, Bolsonaro carrega a maior rejeição da história

Nunca o eleito, de 1989 a 2014, teve mais do que cerca de um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum

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Folha de S. Paulo pública nesta segunda, 11:

“O total do eleitorado que declara hoje que não votaria de jeito nenhum a favor da sua reeleição é de 59%, 21 pontos percentuais a mais do que seu principal adversário até agora na disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —com 38%.

A atual rejeição a Bolsonaro é, disparada, a maior medida pelo Datafolha na comparação com a dos presidentes que foram eleitos nas oito disputas anteriores, incluindo ele próprio em 2018.

Nunca o eleito, de 1989 a 2014, teve mais do que cerca de um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum.

Bolsonaro já havia batido esse recorde em 2018. Ele chegou à reta final da campanha com 44% de rejeição, mas conseguiu a vitória no segundo turno. Seu principal oponente, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), também amargava um índice negativo similar, 41%”.

Veja a rejeição durante a campanha dos presidentes eleitos

1994 – FHC (PSDB) – 12% a 17% (maio a setembro de 1994)

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1998 – FHC (PSDB) – 25% a 21% (março a setembro de 1998)

2002 – Lula (PT) – 30% a 29% (nov.2001 a set.2002)

2006 – Lula (PT) – 30% (out.2005 a set.2006)

2010 – Dilma (PT) – 21% a 27% (dez.2009 a set.2010)

2014 – Dilma (PT) – 27% a 33% (out.2013 a set.2014)

2018 – Bolsonaro (PSL) – 33% a 44% (set.2017 a out.2018)

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Eleições 2022

A carta de filiação que leu Pedro Hallal em sua filiação ao PT

“A história jamais perdoará aqueles que forem cúmplices nesse momento, assim como não perdoou os alemães que apoiaram Hitler durante a escalada do Nazismo”

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Daqui a meia hora, às 15h30, o ex-reitor da UFPel, epidemiologista Pedro Hallal, lerá a carta abaixo em seu ato de filiação ao Partido dos Trabalhadores, na sede Porto-alegrense:

“Tenho 42 anos e nunca fui filiado a um partido político. Não que eu tenha qualquer preconceito contra os partidos, mas simplesmente não foi o caminho que escolhi para a minha vida. Pelo menos até hoje. Pelo menos enquanto isso ainda era uma escolha, e não uma obrigação cívica, ética e moral.

Nasci durante a ditadura militar, quando o povo não podia votar para Presidente. Ainda pequeno, soube do movimento das “Diretas Já” e vi a promulgação da Constituição de 1988. Minha família sempre foi religiosa, meus pais até hoje vão à missa regularmente.

Aos 9 anos, vivi as eleições presidenciais de 1989. Mesmo pequeno, eu me juntava a minha família para assistirmos juntos às propagandas eleitorais. Como esquecer da música do Ulysses Guimarães? “Bote fé no velhinho, o velhinho é demais, bote fé no velhinho, ele sabe o que faz”. Como não lembrar dos discursos em velocidade supersônica do Enéas, encerrados com o tradicional “Meu nome é Enéas”. Enéas estava tão a frente do seu tempo que inventou, décadas antes, o botão de 2x para áudios do WhatsApp. Eram 22 candidatos. Foi uma festa da democracia.

Na minha infância, adolescência e idade adulta, vivenciei os governos de Collor, Itamar, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma e Temer. Concordei com algumas ações desses governos, de direita, de centro ou de esquerda, e discordei de muitas outras. 

Nessas décadas, vi a população sofrer com a fome, com a escalada da violência, com a inflação e com a corrupção. Mas também vi a economia crescer com o Plano Real, vi as desigualdades sociais serem reduzidas com o Bolsa Família, vi as pessoas pobres finalmente chegando às Universidades (eu mesmo, entreguei o diploma para muitas pessoas que eram os primeiros de suas famílias a se formarem), vi as pessoas viajando de avião, comendo picanha e, especialmente sendo felizes, tendo esperança e orgulho do Brasil.

Em todo esse período, eu nunca tinha visto político fazendo apologia à tortura. Em todas essas décadas, eu nunca tinha visto político dizendo para uma mulher que não a estupraria porque ela não merecia. Nesses anos todos, eu nunca vi um político debochar da morte das pessoas.

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O Brasil tem uma mortalidade por Covid-19 quatro vezes maior do que a média mundial. Se tivéssemos a mortalidade média do mundo, teríamos poupado mais de 500 mil vidas. Se tivéssemos a mortalidade dos países que agiram de acordo com as melhores evidências científicas, teríamos poupado mais de 600 mil vidas.

Muitos dos nossos familiares e amigos poderiam estar aqui. Não precisava ser assim.

É por isso que hoje me filio ao Partido dos Trabalhadores, cumprindo minha obrigação cívica, ética e moral. O momento atual é decisivo para o futuro do Brasil. Não é hora de sermos covardes. Não é hora de ficarmos em silêncio.

Filio-me hoje ao Partido dos Trabalhadores com a certeza de que essa filiação representa o caminho mais curto para vencer o inimigo número um da nação brasileira. Respeito a trajetória de todos os candidatos e candidatas de oposição, mas os convido a se juntarem a nós, como já o fez sabiamente o candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin, a quem faço um elogio público.

Nossas eventuais diferenças nem se comparam com as diferenças que temos com os apoiadores da tortura e da ditadura, com os racistas, homofóbicos e aficionados por armas. O momento exige união, e não divisão.

Quero poder comemorar meu aniversário sem medo de que um atirador entre e mate as pessoas. Quero passear pela Amazônia sem medo de ser assassinado. Quero que as pessoas voltem a comprar carne, e não osso.

O futuro dos nossos filhos e nossos netos depende de vocês. A história jamais perdoará aqueles que forem cúmplices nesse momento, assim como não perdoou os alemães que apoiaram Hitler durante a escalada do Nazismo”.

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Brasil e mundo

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Brasil e mundo

PF começa a fazer segurança de Lula, que corre risco máximo e será acompanhado de perto

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A Polícia Federal começou a fazer a segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na campanha eleitoral. O início do aparato de segurança, que também conta com agentes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foi definido na sexta-feira (22), um dia após o PT homologar sua candidatura durante uma convenção partidária. 

No protocolo assinado pela coordenação da campanha petista e a PF, o advogado Cristiano Zanin Martins, observou que a situação de Lula foi classificada no nível cinco (risco máximo), indicando a necessidade de que ele seja acompanhado diariamente por uma equipe de segurança reforçada em todos os eventos que participar e, também, em atividades consideradas de rotina.

Ao todo, três delegados da Polícia Federal escolhidos através de um consenso entre a campanha de Lula e a corporação, serão os responsáveis pela segurança. O número de agentes envolvidos, porém, não foi divulgado por se tratar de informação sigilosa. 

“Os delegados são Andrei Augusto Passos Rodrigues, Rivaldo Venâncio e Alexsander Castro Oliveira. Rodrigues será o coordenador da equipe. Oliveira, o chefe operacional, e Venâncio, operacional substituto. O coordenador da equipe fez a segurança da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010 e era próximo do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo”, ressalta a reportagem.

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