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Cultura & entretenimento

‘Senhoras tomando chá’ voltam a Rio Grande

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Senhoras Tomando Chá, a pintura, está de volta ao Centro Histórico de Rio Grande, alojada na Pinacoteca Matteo Tonietti. A obra foi restaurada pela Universidade Federal de Pelotas.

A entrega foi feita pela coordenadora do Projeto de Extensão Laboratório Aberto de Conservação e  Restauração de Bens Culturais, Andréa Lacerda Bachettini.

Na cerimônia, em 7 passado, agora divulgada, a professora apresentou ao público as etapas da restauração e produção acadêmicas ao longo dos anos em que aconteceu a restauração.

Sobre a Pintura

Senhoras Tomando Chá foi um presente dos “Barcos Escandinavos” na década de 50 ao então prefeito municipal, Ernesto Bucholz, pendurada no gabinete oficial. A pintura sofreu uma avaria em uma comemoração, atingida por uma rolha de champanhe.

No ano de 2012, Marisa Beal, então diretora da Pinacoteca, firmou a parceria com a UFPel através do Projeto de Extensão Documentação, Restauração e Exposição da Obra Senhoras Tomando Chá da Pinacoteca Matteo Tonietti, Rio Grande/RS, coordenado por Andréa Bachettini.

A Prefeitura de Rio Grande ficou responsável pelo material necessário à restauração. A UFPel, pela mão de obra e sua expertise.

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Cultura & entretenimento

Bolsonaro e os “veados”

Se o cara usava boné de lã com estampa xadrez Escócia, era veado

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Bolsonaro me lembra um amigo que se foi. Dizia disparates o tempo todo, alguns chocantes. Para gostar dele, tinha-se de ser complacente. Como Bolsonaro, tinha fixação no tema sexual.

Não precisava muito para classificar homens como “veados”.

Se o cara usava boné de lã com estampa xadrez Escócia, era Veado. Poncho para trás do pescoço? Veado. Se chorava, era veado. Gosta de filmes da Nouvelle Vague? Claro que é Veado! Passa postando fotos de si mesmo abraçado com o cachorro peludo? Só não vê quem não quer… Veado!!!

A impressão era de que só ele era “homem”. Não era ruim, e podia ser engraçado, só era fruto de outra época.

Como não era presidente da República, a gente relevava, porque, no meio da loucura, tinha mais pontos positivos. Quando morreu, chorei por ele.

Por Bolsonaro, não choro.

É o homem mais estúpido em comando que vi na vida.

Para Bolsonaro, com esse poncho pra trás, Clint Eastwood seria gay

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Cultura & entretenimento

Museu Diários do Isolamento lança exposição “Bordando Memórias”

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas”

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Nesta quinta-feira (28), às 19h, o Museu Diários do Isolamento (MuDI), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), abrirá ao público a exposição “Bordando Memórias: Doces Linhas na pandemia”, uma parceria com o projeto de extensão Bordados e Memórias no Museu do Doce – Grupo Doce Linhas.

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas” como forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

O grupo de bordadeiras “Doces Linhas” teve início no ano de 2017, a partir de uma disciplina sobre o bordado oferecida pela Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), projeto de extensão da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PREC/UFPel). A disciplina intitulada “Bordaduras – a vida bordada” transformou-se em um projeto de extensão realizado no Museu do Doce, e passou a chamar-se “Doces Linhas: Bordados no Museu do Doce”. Esse projeto reúne um grupo de mulheres, que uma vez por semana se encontravam no Museu para desenvolver os seus trabalhos de bordado. Com a pandemia, os encontros deixaram de ser presenciais, mas o grupo continuou a se encontrar de forma virtual e encontrou nessa atividade uma forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

Na exposição o público vai conhecer o histórico do grupo, as pessoas que o compõem e as ações de solidariedade desenvolvidas antes e durante a pandemia. O acesso será pelo site do MuDI.

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Cultura & entretenimento

O tema da vida

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“Não precisei ir aos livros para saber que o tema da vida é conflito e dor. Instintivamente, todas as minhas bufonadas se baseavam nisso: colocar as criaturas em dificuldades e fazê-las sair delas”.

Charles Chaplin.

Chaplin em Ombro, Armas

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