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Idealiza Cidades: única marca com vocação de consolidar experiências no Brasil

Unificação da marca Idealiza Cidades potencializa a expansão do urbanismo feito à mão e pensado para inspirar pessoas em todo o Brasil

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Do Blog da Idealiza Cidades: O impacto da entrega de um empreendimento imobiliário deve ir além do sucesso nas vendas ou do retorno que o investimento pode trazer na compra de um imóvel. Trabalhar com urbanismo é mais do que isso. É entender o que faz realmente sentido para as pessoas, é antecipar necessidades que elas ainda nem perceberam e criar cenários urbanos pensados para estabelecer conexões entre as pessoas e as cidades.

Essa sempre foi a inspiração que guiou a Idealiza Urbanismo na criação de bairros e condomínios, e a Idealiza Verticais, o braço responsável pela construção dos empreendimentos dentro dos bairros planejados. Porém, assim como as cidades evoluem, a Idealiza percebeu que suas duas vertentes de atuação caminhavam lado a lado na mesma direção: a de ressignificar vidas através do urbanismo em todo o Brasil.

Ricardo, Lucas, Fabiano e André, sócios na Idealiza Cidades

Norteño, nova torre do Parque Una

Dessa percepção nasceu a Idealiza Cidades, uma marca única, mas firmada sob os mesmos pilares e ainda mais determinada a consolidar a criação de espaços urbanos que valorizam as relações humanas com os ambientes que as cercam.

A mesma Idealiza com pilares ainda mais fortes

Sócios da Idealiza Cidades em visita ao Parque Una Pelotas, o bairro planejado construído pela urbanizadora

A Idealiza conta com capital próprio e landbank majoritariamente próprio, de aproximadamente R$ 7,7 bilhões em incorporações e R$ 2,6 bilhões em urbanização ao longo dos próximos anos. Outras 711 unidades irão se somar a esses números quando as obras de outros seis projetos em andamento forem concluídas.

Apesar de ser uma urbanizadora consolidada com uma trajetória presente em sete estados: São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Sergipe, Amapá e Pernambuco, este é apenas o começo de tudo que a Idealiza Cidades busca realizar com sua expansão.

Na 58ª posição no ranking das 100 maiores construtoras do Brasil, e com entregas a cada seis meses, um dos principais objetivos é levar para mais regiões do país a visão de planejar e erguer empreendimentos feitos para resignificar como as pessoas vivem, trabalham, descansam e se divertem.

A questão é que a Idealiza não está apenas adicionando a palavra “Cidades” ao seu nome, e sim reforçando o seu compromisso em criar espaços democráticos que incentivam a convivência entre moradores, familiares e geram ecossistemas sustentáveis nas cidades onde estão inseridas.

O mercado imobiliário só tem a crescer com o empenho de urbanizadoras como a Idealiza, que se destacam pela pontualidade e fidelidade das entregas, sempre contemplando integralmente o projeto original.

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Portanto, o que as cidades e as pessoas em todo o Brasil podem esperar futuramente é a propagação de mais ambientes inspirados em espaços inovadores e de novos projetos que criam conexões entre as pessoas e deixam legados que ultrapassam gerações.

Cidades evoluem com boas ideias

Cada projeto é um compromisso da Idealiza Cidades com a ressignificação das formas viver, de aproveitar o espaço urbano e de criar laços com as pessoas

Parque Una Pelotas é um case a céu aberto que comprova como é possível usar o urbanismo para inspirar uma nova mentalidade sobre a convivência e ocupação do espaço público.

No bairro planejado, a inspiração do Novo Urbanismo ganhou vida em Pelotas ao criar um local com soluções inovadoras, espaços para lazer e contemplação pensados para se reunir com amigos no tempo livre ou circular a pé nas ruas de trânsito acalmado. Um ambiente construído com o melhor da tecnologia para proporcionar opções modernas, seguras e que respeitam as liberdades de cada visitante, profissional ou morador. 

Entretanto, não foi apenas uma grande praça que a Idealiza entregou com o Una, mas um loteamento feito para integrar um conjunto de empreendimentos que conectam harmonicamente torres residenciais, comerciais e de condomínios fechados, com áreas verdes e oportunidades de contato com a natureza abertas à população.

Ideias como as colocadas em prática em cada empreendimento no Parque Una, por exemplo, mostram a importância do papel social do urbanismo e como o setor pode contribuir para a evolução dos municípios. Por isso, a Idealiza Cidades cria espaços públicos para serem ocupados como legados da comunidade. E já que erguer bairros planejados instiga as cidades a serem melhores, novos loteamentos no mesmo modelo serão lançados em breve em Uberlândia (MG), São José dos Campos (SP) e Aracaju (SE).

Urbanismo feito à mão e próspero em todos os cantos do país

Uma das características mais fortes nos projetos da Idealiza Cidades é se apoiar em sua inventividade para unir o que há de mais moderno em soluções urbanísticas com a sensibilidade de identificar o que as pessoas precisam. Outro exemplo que podemos citar neste sentido, é do sucesso de vendas visto no lançamento do Estância dos Montes Home Resort, em Santa Maria (RS). 

A comercialização de 466 lotes do condomínio fechado de alto padrão em apenas seis horas de pré-lançamento foi um marco histórico para a Idealiza e também para o país.

O reconhecimento em âmbito nacional veio com a vitória no Prêmio Master Imobiliário 2021, promovido pelo Capítulo Brasileiro da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci-Brasil) e o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi/SP). Com a homenagem na categoria Comercialização, a Idealiza Cidades passa a integrar a galeria com os 425 vencedores eleitos na maior premiação do segmento no Brasil.

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Inovação e valorização da escala humana em sintonia com as cidades

A avidez e a sede por conhecimento da Idealiza Cidades é um motor movido tanto pela experiência quanto pela curiosidade quando o assunto é desbravar novas formas de inventar cenários que inspirem mais brasileiros. O que você busca quando pensa em comprar um imóvel na planta? Qual o seu parâmetro de bairro ideal? O que seu condomínio deve oferecer? Quais opções de lazer estão disponíveis para aproveitar com amigos e familiares? Que relações gostaria de estreitar em sua cidade?

A busca por essas respostas é traduzida constantemente em bairros planejados, loteamentos ou condomínios fechados, empreendimentos feitos em collabs com parceiros que enaltecem as relações interpessoais e o fortalecimento da cultura em cada cidade. Loteamentos que se destacam como ótimos investimentos em áreas de valorização, plantas flexíveis e pensadas para diversos perfis de compra e modelos de construção inspirados em resorts. Todos esses diferenciais estão contemplados no universo Idealiza Cidades e poderão ser acessíveis cada vez mais em todo o Brasil. Conheça já os empreendimentos entregues e os projetos em andamento e comece a se inspirar com as formas de viver criadas pela Idealiza Cidades.

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Senado aprova em dois turnos PEC dos Precatórios

A PEC abre caminho para o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 e libera espaço no Orçamento para gastos extras de R$ 106 bilhões

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Com uma votação folgada, o Senado aprovou, no início da tarde desta quinta-feira (2), em dois turnos, a chamada PEC dos Precatórios.

A PEC abre caminho para o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 e libera espaço no Orçamento para gastos extras de R$ 106 bilhões. Como foi modificado, o texto deve voltar à Câmara.

No primeiro turno, o placar foi de 64 votos favoráveis e 13 contrários, já em segundo turno foram 61 votos a favor e 10 contra.

Para viabilizar a votação do texto e garantir o mínimo de 49 votos necessários em cada turno no plenário do Senado, o líder do governo na Casa e relator da proposta, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), fez de última hora mudanças significativas na última versão do texto que havia sido aprovado na última terça-feira (30) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O governo tinha urgência na aprovação da proposta para tirar do papel ainda este ano o Auxílio Brasil. O programa que vai substituir o Bolsa Família terá pagamento de parcelas com valor médio de R$ 400. Já ficou definido pela matéria que o teto nesse valor do benefício terá caráter permanente e não temporário, apenas em 2022, como a equipe econômica propôs inicialmente. A expectativa é que o programa atenda 17 milhões de famílias.

Na prática, a PEC adia o pagamento de precatórios – dívidas reconhecidas pela Justiça em ações que não cabem mais recurso – pela União. Em 2022, a dívida prevista é de R$ 89,1 bilhões. Com a PEC o governo passa a ter uma folga financeira para financiar o Auxílio Brasil.  Pela proposta o valor máximo a ser pago em precatórios no ano que vem é de aproximadamente R$ 39,9 bilhões. Para aumentar o fôlego fiscal, o texto também altera o cálculo do Teto de Gastos – limite do aumento dos gastos federais ao Orçamento do ano anterior, corrigido pela inflação.

Mudanças

No rol de principais modificações feitas pelo relator está a redução do prazo de vigência do limite no Orçamento destinado ao pagamento dos precatórios. Pelo texto aprovado o teto de gastos, que restringe o crescimento das despesas à inflação, terá que ser rediscutido novamente em 2026, a medida contraria o que desejava o ministro da Economia, Paulo Guedes.

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“Em vez de vigorar por todo o tempo do Novo Regime Fiscal, ou seja, até 2036, o sub limite para precatórios irá até 2026, dando tempo suficiente para o Poder Executivo melhor acompanhar o processo de apuração e formação dos precatórios e seus riscos fiscais, mas sem criar um passivo de ainda mais difícil execução orçamentária”, explicou o relator sobre a sexta versão do texto.

Outra alteração feita por Bezerra exclui da PEC medidas relacionadas à securitização de dívidas tributárias. “A medida, apesar de meritória, não encontrou consenso no Senado Federal, não havendo prejuízo deixar essa discussão para outro momento”, avaliou.  Ainda segundo a proposta, o espaço fiscal aberto com a restrição do pagamento dos precatórios e a mudança no cálculo do teto de gastos do governo – um total de R$ 106 bilhões – será inteiramente destinado para fins sociais, como programas de combate à pobreza e extrema pobreza, saúde, assistência social e previdência.

Pressionado por diversos parlamentares o governo já havia retirado do teto de gastos os precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Os recursos devidos a estados e municípios serão pagos em três parcelas anuais. O pagamento será feito conforme uma fila de prioridade organizada por tipo de precatório. As Requisições de Pequeno Valor (RVPs) de até R$ 66 mil. Na sequência, virão as dívidas de natureza alimentícia idosos, pessoas com deficiência e doenças graves.

Rito

Como sofreu alterações, a PEC dos Precatórios terá que voltar para a análise da Câmara dos Deputados. A proposta só pode ser promulgada pelo Congresso Nacional e passa a valer quando deputados e senadores chegarem a um consenso e aprovarem o mesmo texto.

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“Anticorpos de infecção anterior não impedem doença por Ômicron”

Afirmação é de pesquisadora de Instituto de Doenças da África do Sul

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Os anticorpos resultantes de uma primeira infecção de covid-19 não impedem uma pessoa de contrair novamente a doença com a variante Ômicron, afirmou hoje (2) a pesquisadora Anne von Gottber, na entrevista coletiva virtual semanal do escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) na África.

“Acreditamos que a infecção anterior não protege contra a Ômicron”, disse Anne, especialista em doenças infecciosas do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis da África do Sul.

Há ainda muitas incógnitas sobre essa nova forma do coronavírus, anunciada na semana passada, que tem 32 mutações, incluindo o seu potencial de propagação e a sua resistência às vacinas.

A investigação está apenas começando, mas as observações iniciais sugerem que pessoas anteriormente infectadas podem ter sido vítimas da forma mutante do vírus, muitas vezes com sintomas menos graves, disse ela.

A variante, presente até agora em pelo menos 22 países – segundo a OMS -, foi detectada inicialmente na África do Sul e em Botsuana e relatada em mais dois países africanos – Gana e Nigéria.

O número de casos oficiais de covid-19 no continente aumentou 54% nos últimos sete dias, até 30 de novembro, em comparação com o mesmo período anterior, devido ao aumento exponencial de infecções na África do Sul. A previsão é que exceda 10 mil casos nas próximas 24 horas, de acordo com a OMS África.

O número de casos de infecção diminuiu em todas as outras sub-regiões.

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Há 15 dias, a África do Sul registrava cerca de 300 casos por dia. Na quarta-feira (1º), o país comunicou 8.561 novos casos, contra 4.373 no dia anterior.

Nesta fase, “não sabemos de onde vem a variante”, disse o especialista da OMS Ambrose Talisuna.

Depois do anúncio da detecção da nova variante B.1.1.529 na semana passada, denominada Ômicron, a África do Sul e o conjunto dos países vizinhos da África Austral foram alvo de proibições de viagem por parte de muitas nações. 

A OMS reiterou hoje o seu apelo à suspensão das restrições, que considera “injustas” e sem qualquer justificação científica.

“A detecção e a comunicação da nova variante por parte de Botsuana e da África do Sul mobilizou o mundo. Temos uma janela de oportunidade, mas temos de agir rapidamente e aumentar as medidas de detecção e prevenção”, afirmou Matshidiso Moeti, diretora regional da OMS para África, citada em comunicado da organização, divulgado após a coletiva.

“Os países devem ajustar a sua resposta à covid-19 e impedir que um surto de casos se espalhe por toda a África e sobrecarregue eventualmente instalações de saúde já saturadas”, acrescentou.

A África do Sul e Botsuana são responsáveis por 62% dos casos de infecção com a Ômicron, tendo relatado, respectivamente, 172 e 19 casos.

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A nova variante tem elevado número de mutações (32) na sua proteína spike, e os ensaios laboratoriais preliminares sugerem risco de reinfeção, quando comparada com outras variantes preocupantes

Cientistas da África do Sul e região “estão intensificando as pesquisas para compreender a transmissibilidade, gravidade e impacto da Ômicron em relação às vacinas, diagnósticos e tratamentos disponíveis e se ela é responsável pelo mais recente surto de infecções de covid-19”, acrescenta o comunicado da OMS África.

Sobre os dados da doença na região da África Austral, que registra um surto, a África do Sul é a principal responsável por essa nova curva ascendente das infecções, tendo notificado um aumento de 311% de novos casos nos sete dias anteriores a 30 de novembro, em comparação com o mesmo período anterior.

Os casos de infecção em Gauteng, a província mais populosa do país, aumentaram 375% de uma semana para a outra. As admissões hospitalares aumentaram 4,2% nos últimos sete dias, em comparação com os sete dias anteriores. E as mortes relacionadas com a covid-19 na província saltaram 28,6%, também em comparação com os sete dias anteriores.

A OMS enviou uma equipe de emergência para a província de Gauteng, a fim de apoiar medidas de vigilância, rastreio de contatos, prevenção de infecções e tratamento.

Botsuana está aumentando a produção e distribuição de oxigênio, essenciais para o tratamento de doentes em estado crítico.

Outros epidemiologistas e peritos laboratoriais foram também mobilizados para impulsionar a sequenciação genética de amostras em Botsuana, Moçambique e na Namíbia.

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A OMS mobilizou US$ 12 milhões para apoiar atividades de resposta crítica em países de toda a região, durante os próximos três meses.

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EUA e Alemanha querem novas restrições; Ômicron preocupa investidores

Partes da Europa estão sofrendo com uma disparada de infecções

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Os Estados Unidos (EUA) e a Alemanha se juntaram a países ao redor do mundo que planejam adotar restrições mais rígidas contra a covid-19 nesta quinta-feira (2), conforme a nova variante Ômicron do coronavírus sacode os mercados, temerosos de que a cepa possa ameaçar a tentativa de recuperação econômica.

Ainda não se sabe muito sobre a Ômicron, que foi detectada pela primeira vez na África do Sul no dia 8 de novembro e já se disseminou em ao menos duas dúzias de países. Partes da Europa estão sofrendo com uma disparada de infecções da mais conhecida variante Delta à medida que o inverno se instaura.

A Ômicron também pode se tornar a variante predominante da covid-19 na França até o final de janeiro, disse o principal conselheiro científico do país nesta quinta-feira, depois que a França e os Estados Unidos relataram seus primeiros casos e países de todo o mundo endureceram restrições.

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