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Cultura e diversão

“Vai dar merda” será autografado em Pelotas

Lançamento e autógrafo na quarta, 17

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O jornalista e escritor pelotense Cláudio Schuster, radicado há 35 anos em Florianópolis, lança seu livro de crônicas “Vai dar merda” nesta quarta-feira (17), a partir das 18 horas, no Alquimia na brasa, localizado no Distrito, um novo espaço localizado na Santos Dumont, 516.

Schuster participou da sessão de autógrafos da Feira do Livro de Porto Alegre, na última sexta-feira (12). O livro tem 31 crônicas, ilustrações do premiado Cláudio Duarte e texto na contracapa do escritor Xico Sá, que recomenda: ”Encha a cara, leitor, leitora, crônica boa não dá ressaca. É só rebater com outra”.

“Vejo o livro como uma mesa de bar compartilhada com pessoas amigas e também desconhecidas, todas convidadas a beber alguma graça em meio ao caos criado por esta onda negacionista, preconceituosa, autoritária e moralista que exalta a violência e a ignorância, com profunda desumanidade”, explica o autor. “Me darei por satisfeito se provocar alguma embriaguez, quem sabe sorrisos e um respiro para suportar e seguir.”

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Cultura e diversão

DUAS MUDANÇAS. (Por Vitor Bertini)

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– Duas mudanças equivalem a um incêndio – queixou-se Eduardo, empurrando com o pé uma caixa de papelão cheia de sapatos. 

Maristela, a esposa, sentada no chão, rodeada de roupas e mais sapatos, ouviu a frase em silêncio e, sem levantar os olhos, viu as pernas do marido – ainda resmungando alguma coisa – desviarem de uma pilha de blusões e saírem do quarto.

– Vou começar a separar as minhas coisas aqui na sala. Quando você terminar de embalar seu roupeiro, você me avisa – Eduardo falou alto, traindo sua irritação.
– Amor, estou encaixotando nosso roupeiro e acho que você deveria me ajudar. Mas, se arrumar suas coisinhas vai lhe fazer bem, fique à vontade. – Devolveu Maristela, que, falando baixo, continuou:
– Agora, se você continuar gritando e chutando caixas, dona Vizinha, aqui do lado, em dez minutos liga para a portaria.
– Eu não chutei caixa nenhuma, tirei ela do meu caminho. E também não gritei – gritou Eduardo. 

Eduardo e Maristela estavam casados havia sete anos. Moravam juntos há nove. 

Nos primeiros dois anos moraram no apartamento de Maristela. Na verdade, no quarto e sala do “querido sogro”, como dizia Eduardo, e onde não pagavam aluguel. Foi um período de pia com louças sujas, muitos bares, muito riso e noites intensas.

Depois, na formalização do casamento, a primeira mudança de endereço. 

– Não precisamos de muito espaço, apenas o suficiente para plantar-mos nossos amigos, nosso discos e livros, e pouca coisa mais – dizia Maristela, brincando com a letra da música.

Entretanto, sete anos de casa e casamento trouxeram, além da inevitável rotina e do aumento do número de discos e livros, uma enorme quantidade do que Maristela chamava de coisinhas e sobre as quais Eduardo, conformado, dizia não ter nenhuma responsabilidade. 

Agora, preparando a segunda mudança – afinal, onde colocar cinquenta e duas polegadas de pixels coloridos? –, estas coisinhas brotavam dos lugares mais inesperados e ocupavam, literalmente, todos os espaços do apartamento.

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Foi exilado na sala, separando lembranças, que Eduardo achou, caída atrás de um gaveta, uma edição manuseada do livro Todo amor, do Vinícius, que ele não lembrava de ter comprado, lido ou sequer visto. Na folha de rosto, uma dedicatória “à paixão de minha vida” levava um B. como assinatura e a data de sete anos atrás.

O barulho que provocativamente vinha sendo feito ao mexer nas gavetas, empilhar o que quer que fosse ou simplesmente rasgar papéis velhos, emudeceu. Em silêncio, a dedicatória foi relida algumas vezes, a irritação foi substituída pelo gosto amargo do ciúmes e o livro, por impulso, foi largado no mais visível espaço livre da sala: de pé, no aparador, encostado no porta-retratos com a foto do casal.

Inseguro, ainda tonto, precisando de tempo para pensar e recuperar-se, o marido da Maristela buscou refúgio:

– Vou para o banho – falou, usando um inédito tom de voz.

Na saída do banho, metade da sala estava organizada e o livro, o maldito livro, estava exatamente no mesmo lugar.

– Amor, bateu a fome. Vamos pedir um delivery? – Perguntou Maristela, tomando a iniciativa do diálogo.
– Estou sem fome. Peça o que você quiser – respondeu Eduardo, ainda secando a cabeça.
– Hoje estou com desejos – afirmou sorrindo. – Vamos comer Mushies.
– Mushies?
– Sim, Mushies: um maravilhoso sanduíche de pão burger, cogumelos portobelloblue cheese e rúcula. Você não lembra?
– Não sei… Não foi o que comemos em um restaurante lá em Pinheiros, há um século atrás?
– Isso mesmo, o Low. Naquela rua com as livrarias, com aqueles sebos todos. Até compramos poesia por lá, lembra? 
– Isso fica do outro lado da cidade – observou Eduardo, largando a toalha molhada no sofá.
– Não tem importância, não tem por aqui – respondeu a esposa, fingindo não ver a toalha. – Vou fazer o pedido.

Eduardo calou, sentou, coçou a cabeça e lembrou vagamente de uma livraria. Lembrou também de uma pequena pilha de livros usados trazidos para casa em alguma distante noite de muito vinho e alguns sanduíches.

Quando Maristela retornou à sala, Eduardo tinha recuperado a cor, guardado a toalha e sumido com o livro.

Os Mushies estavam maravilhosos.

Foi durante a higiene do marido, antes de recolherem-se ao quarto, que Maristela, a esposa, jogou fora a nota fiscal que ela havia encontrado dentro do livro do Vinícius.

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A mudança só voltou a ser irritante dois dias depois.

Página de Vitor Bertini – AQUI.

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Cultura e diversão

Filme sobre João Simões Lopes Neto reconhecido no exterior

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Material enviado pela equipe do filme:

Após receber o Prêmio Especial do Júri e a Menção de Honra no Latino & Native American Film Festival (LANAFF), este ano, nos Estados Unidos da América (EUA), pela sensibilidade de sua história e qualidade das atuações do elenco, o filme gaúcho “A Última Morada de João Simões Lopes Neto” acaba de ser selecionado a dois festivais de cinema relacionados a importantes estúdios e profissionais do mercado cinematográfico internacional.

Apesar de nunca ter sido selecionado pelos comitês e curadorias dos festivais de cinema do Rio Grande do Sul (RS), este filme tem chamado a atenção, sido premiado e reconhecido em importantes festivais no Brasil e no exterior.

Neste sentido, dando continuidade ao seu sucesso internacional, a obra de ficção que traz o escritor João Simões Lopes Neto como protagonista, foi selecionada para o Lift-Off Sessions Film Festival.

A primeira etapa deste festival ocorre ao longo do mês de julho de 2022, por meio de suas plataformas online. Posteriormente, haverão sessões presenciais, em simultâneo, no Pinewood Studios, no Reino Unido, onde está a base do festival e no Raleigh Studios, em Hollywood.

O Lift-Off Sessions (@liftoffglobalnetwork) é uma vitrine online, dedicada a trazer novas audiências para o mercado de filmes indie, terminando com a exibição anual ao vivo. Cada filme será exibido por 2 semanas, via Vimeo On Demand, podendo receber votos e comentários do público em geral, que contribuirão para a divulgação posterior deles.

Desse modo, o filme protagonizado pelo ator Vagner Vargas que personifica o famoso escritor pelotense, ao ser incluído no seleto grupo de produções cinematográficas internacionais deste festival, passa a transitar pelos profissionais de importantes estúdios de cinema do Reino Unido e de Hollywood.

Com certeza, este é um feito raro às produções cinematográficas de nossa região, especialmente, por se tratar de um filme independente, feito sem apoio e fomento de nenhuma instituição pública ou privada. Isto reflete a dificuldade que produções independentes têm em acessar às fontes de fomento artístico. Mas, por outro lado, ressalta que o talento dos artistas gaúchos e a qualidade do seu trabalho podem chamar a atenção de importantes profissionais do mercado cinematográfico internacional. Este fato ressalta a necessidade de que o acesso às fontes de fomento cultural no RS seja cada vez mais democrático e com regras que não privilegiem profissionais ligados às estruturas de algumas instituições, para possibilitar que os artistas em geral possam dispor de mais condições financeiras para desenvolverem seus projetos, terem dignidade enquanto categoria profissional e potencializar o alcance de seus trabalhos.

O exemplo do filme “A Última Morada de João Simões Lopes Neto” e os esforços hercúlicos que seus feitos têm alcançado ao redor do mundo se destacam pela qualidade dos artistas envolvidos nesta produção. Entretanto, devemos estar atentos que, se este filme tivesse tido investimentos financeiros, maior estrutura técnica e apoio para sua realização, suas conquistas seriam ainda maiores, levando sempre não apenas os nomes dos profissionais envolvidos, mas um pouco da história e da cultura de Pelotas e do RS.

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Além disso, “A Última Morada de João Simões Lopes Neto” também foi selecionado para a terceira edição do Paus Premieres Festival 2022 Official Selection (@paus.tv), a ser realizado por meio de sua plataforma de internet e Apps, criadas para viabilizar a reprodução de conteúdos audiovisuais on-demand ou exibições de filmes independentes e/ou indie. Este festival ocorrerá ao longo do outono e inverno na Europa, uma vez que sua sede física está localizada na cidade de Manchester, Inglaterra.

As primeiras edições deste festival atingiram mais de 30 mil espectadores em cada uma delas, o que revela o grande impacto deste festival não apenas no Reino Unido, mas em todo o Globo, já que a visualização dos filmes pode ser feita em qualquer país. Este fato ressalta a importante possibilidade de a obra filmada em Pelotas ser assistida por um número expressivo de pessoas ao redor do mundo. Isto também significa que, em certa instância, por meio deste filme, um pouco da história e cultura gaúcha chegarão a públicos geograficamente distantes.

O Paus Premieres Festival já exibiu filmes que apresentaram estrelas como Sir Ian McKellen, David Tennant, Kate Heron, Sophia Di Martino, Russell Tovey e Conleth Hill (para citar alguns); trabalhos de vencedores do prêmio BAFTA e diretores indicados ao Oscar, além de receber cobertura da imprensa do Screen Daily, Business Insider, IBC Daily e muitos outros. Os filmes que fazem parte deste festival passam a ser oferecidos à apreciação dos profissionais dos grandes estúdios de cinema da Europa e Estados Unidos, assim como aos curadores das maiores plataformas de streamings atuais. Com isso, este filme pelotense passa a ter a possibilidade de atingir um público internacional maior ainda do que vem alcançando ao longo dos festivais de cinema que vem participando pelo mundo. Além disso, a obra sobre o escritor João Simões Lopes Neto, produzida por artistas gaúchos, passa a figurar entre importantes trabalhos do mercado cinematográfico mundial.

Com roteiro de Manoel Magalhães e dirigido por Márcio Kinzeski, este filme já esteve em diversos festivais de cinema no ano de 2021, tais como: RIMA (Rio International Monthly Awards), Make Art Not Fear Film Festival, Horror Unleashed Short Film Festival (Portugal), Festival de Cinema de Alter do Chão, 6º Santos Film Festival – Festival Internacional de Cinema de Santos, FELITE – Festival Literatura em Tela, Mostra Junho Fantástico/Mostra [Em]Curtas, MICINE ON – Mostra Independente de Cinema do Nordeste, Festival de Cinema Se Mostra/SP. A produção pelotense já começou o ano de 2022, com as participações no Kalakari Film Festival (Índia) e premiação no LANAFF (EUA).

Além disso, “A Última Morada de João Simões Lopes Neto” também recebeu indicações e premiações em outros festivais de cinema, como por exemplo, no Horror Unleashed Short Film Festival, em que foi semifinalista ao Prêmio de Melhor Filme. Já no RIMA 2021 (@rimawards) recebeu os seguintes destaques: Prêmio de Melhor Ator (Vagner Vargas), Prêmio de Melhor Roteiro (Manoel Magalhães), Prêmio de Melhor Figurino (Gê Fonseca e Andrea Terra). Além das seguintes indicações aos prêmios de: Melhor Filme, Melhor Cartaz, Melhor Direção (Márcio Kinzeski), Melhor Maquiagem e Caracterização (Gutto Pereira). Além destes prêmios, o ator Vagner Vargas e o roteirista Manoel Magalhães também foram indicados aos prêmios Best of the Year, do RIMA 2021, em suas respectivas categorias.

O sucesso internacional deste filme também é garantido pelo seu elenco, que conta com Vagner Vargas, Roberta Pires Rangel, Hakeen Mhucale e Clemente Viscaino, dando vida a importantes personagens que propõem reflexões e traçam relações com as obras de João Simões Lopes Neto. Como dito acima, mesmo sendo premiado e muito elogiado em outras regiões de nosso país e no exterior, este filme ainda não mereceu atenção das comissões de seleção dos festivais de cinema realizados no Sul do Brasil.

Talvez, o que chame a atenção destes curadores dos festivais de cinema locais, não vá ao encontro do que os profissionais do mercado cinematográfico internacional têm identificado no trabalho dos artistas gaúchos envolvidos neste filme. Desse modo, o filme sobre o importante escritor gaúcho ganha o mundo, mas ainda não pode ser visto pelo público em geral do seu Estado de origem. Coincidências ou não, também podemos refletir sobre este tipo de situação ao assistirmos à história contada em “A Última Morada de João Simões Lopes Neto”, verificando como este artista pelotense foi tratado pela sociedade a seu tempo e como hoje em dia trata seus artistas locais.

Ficha Técnica:

Página do filme no Facebook: https://www.facebook.com/manoel.s.63

Produção: ZESKI Filmes (Márcio Kinzeski) e ARTPEL (representada por Sérgio Bizarro)

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Direção: Márcio Kinzeski

Roteiro: Manoel Soares Magalhães

Produção Executiva: Marilaine Quintanilha

Elenco:

Vagner Vargas – João Simões Lopes Neto 

Clemente Viscaino – Coronel Pedro Osório

Roberta Pires Rangel – Melpômene

Hakeen Mhucale – personagem representa uma pessoa que foi escravizada no século XIX 

Desenho de Som, Montagem e Finalização: Vitor Liesenfeld

Direção de Fotografia: Rogério Farias

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Figurino do personagem João Simões Lopes Neto: Andrea Mazza Terra e Gê Fonseca

Caracterização, cabelo, visagismo e maquiagem do personagem João Simões Lopes Neto: Gutto Pereira

Cabelo e Maquiagem da personagem Melpômene: Oswaldo Beauty

Foto StillJanine Tomberg

Apoio técnico, Grua, Traveling, Captação de Áudio: Sérgio Bizarro

Link do teaser:

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Cultura e diversão

O cavalo preto (Por Vitor Bertini)

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Tudo começou com este enorme cavalo preto caído em meu caminho, com aqueles homens indo embora e com estas mulheres, todas de vestidos brancos, chegando cada vez mais perto.

Nada sei de cavalos; não reconheço estas mulheres que gritam, puxam seus cabelos e choram, nem os homens que se afastam, carregando porretes.

O desagradável das ruas não me diz respeito. Quero ir embora, acelerar o passo, fugir daqui – e não consigo.

Paralisado, todos me olham. No olhar das mulheres, a dor de mães que perderam filhos; no olhar dos homens que voltam, a perspectiva do mal. Nos olhos do cavalo preto, o horror.

Sinto uma angústia infinita.

O cavalo sua, arfa e sangra. Seu pescoço lateja e brilha. Suas patas coiceiam o ar; sua cabeçorra meneia e só descansa quando as mulheres que choram deitam sobre seu corpo. Nos olhos do cavalo, meu reflexo.

Meu coração dispara. Ofegante, minha boca seca.

Os vestidos brancos ganham manchas vermelhas e os porretes, infinitas formas de dor, apontam para mim. Suo como o cavalo. Minhas pernas, imóveis, contraem-se em espasmos nervosos.

Mãos crispadas, sujas de sangue, buscam meu auxílio; os homens parecem aguardar meus movimentos e o cavalo preto, como em uma Guernica bombardeada, assume o centro do mundo.

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O silêncio sobre a Terra e a escuridão do meio-dia é que acompanham meus trêmulos passos em direção àqueles olhos. De joelhos, me abraço no cavalo preto. Quando ele morre, estou só.

Assustado e ofegante, acordo. Ainda deitado, espero o dia clarear.

Página de Vitor Bertini – AQUI.

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