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Especial

Comitê Covid-19 UFPel alerta que pandemia não acabou e recomenda cuidados

“Nas últimas quatro semanas extrapolou 170 casos novos por 100 mil habitantes por semana, cenário de alta transmissão”

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O Comitê Interno para Acompanhamento da Evolução da Pandemia da Covid-19 da Universidade Federal de Pelotas (Comitê UFPel Covid-19) lançou nota técnica reforçando a necessidade da implementação de medidas para reduzir o número de casos e óbitos por covid-19.

De acordo com o documento, o município está há sete semanas com mais de cem casos novos por 100 mil habitantes por semana, sendo que nas últimas quatro semanas extrapolou 170 casos novos por 100 mil habitantes por semana, consolidando um cenário de alta transmissão.

Nas últimas quatro semanas o município teve em média entre um e dois óbitos por dia e desde 22 de outubro tem mais de 20 pessoas internadas em UTI. Acesse aqui: 20211117 Nota-técnica

“Com uma adequada articulação entre o poder público e a população é possível reduzir os casos e óbitos por Covid-19 na cidade com medidas que enfoquem a vacinação e a vigilância epidemiológica. Precisamos empregar o princípio da precaução. Na dúvida, fique em casa”, destaca a nota.

O documento traz ainda orientações ao poder público e à população. Veja:

O poder público deve:

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1. Promover a articulação entre a vigilância epidemiológica e a atenção primária à saúde para realizar busca ativa da população que está com 2ª ou 3ª dose em atraso, dando prioridade para a busca ativa das pessoas com mais de 60 anos.

2. Ampliar o rastreamento de contatos.

3. Reforçar as orientações para os profissionais de saúde sobre o isolamento de casos confirmados, casos suspeitos e contatos próximos.

4. Reforçar a fiscalização de ambientes de forma a reduzir aglomerações ou a presença de pessoas sem máscara.

5. Reforçar a divulgação da vacinação e das medidas de prevenção.

6. Monitorar e publicizar o número de testes realizados e positivados, por tipo, por dia e ampliar a testagem.

7. Divulgar publicamente o percentual de pacientes internados segundo o esquema vacinal (não vacinado, esquema incompleto ou esquema vacinal completo).

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8. Fortalecer o suporte social para população em estado de vulnerabilidade, possibilitando o acesso a máscaras de qualidade, especialmente os escolares.

A população deve:

1. Aderir ao uso de máscara em todos os ambientes. O uso de máscara de boa qualidade é imprescindível para todas as pessoas mesmo aquelas que já tiveram a doença ou que estão com 2 ou 3 doses de vacina.

2. Evitar aglomerações.

3. Revisar a data da última dose de vacina realizada e ver quando deve fazer a próxima dose considerando que os prazos foram alterados. Quem fez somente a 1ª dose deve lembrar que o intervalo entre a 1ª e a 2ª dose das vacinas da Pfizer/Biontech e da Astrazeneca/Fiocruz foi reduzido para 8 semanas. Quem já fez as 2 doses deve lembrar que o intervalo entre a 2ª e 3ª dose foi reduzido para 5 meses.

4. Pessoas que estão no momento de fazer a 2ª ou a 3ª dose devem procurar imediatamente um local de vacinação para se vacinar e com isso obter a máxima proteção da vacina.

5. Pessoas que tiverem contato próximo com casos confirmados de covid-19 devem ficar em quarentena por 14 dias. São considerados contatos próximos pessoas que estiveram em contato com alguém com covid-19, de 48 horas antes até 10 dias depois do início dos sintomas, sempre que:

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• Estiveram a menos de um metro de distância, por um período mínimo de 15 minutos, de um caso confirmado sem ambos utilizarem máscara facial ou utilizarem de forma incorreta; OU

• Tiveram contato físico direto (por exemplo, apertando as mãos) com um caso confirmado; OU

• São contato domiciliar ou residente na mesma casa/ambiente (dormitórios, creche, alojamento, entre outros) de um caso confirmado.

6. Pessoas que tiverem contato próximo com caso confirmado de covid-19 devem esperar em quarentena 5 dias do último contato com o caso confirmado para fazer o teste RT-PCR ou o Teste de Antígeno. Somente devem sair da quarentena em caso de teste negativo e ausência de sintomas.

7. Pessoas que tiverem contato próximo com caso confirmado de covid-19 e desenvolverem sintomas respiratórios são casos confirmados de covid-19 e devem fazer isolamento por 10 dias a contar do último dia de contato com o caso confirmado, independente do resultado do(s) teste(s).

8. Os casos de covid-19 devem fazer isolamento por 10 dias a partir do início dos sintomas (se não tiver feito o teste) ou, em casos assintomáticos, a partir da data da coleta da amostra para testagem. Entretanto, a suspensão do isolamento é condicionada a estar há 24 horas sem febre, sem uso de remédio para combater a febre e não ter mais sintomas respiratórios.

9. Considerar que o teste RT-PCR ou o teste de antígeno positivo confirma a covid-19, mas os testes negativos não descartam a doença.

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10. Trabalhadores informem seus empregadores se estiverem sintomáticos e/ou em período em que o isolamento é requerido.

11. Empregadores estimulem seus trabalhadores a cumprir com o período necessário de isolamento.

12. Profissionais de saúde garantam o fornecimento de atestado médico pelo período preconizado de isolamento.

13. Pais de estudantes, crianças com sintomas respiratórios ou que tenham tido contato próximo com casos de covid-19 devem fazer quarentena por 14 dias e realizar testagem no período preconizado.

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Especial

Rio Grande do Sul confirma caso de infecção pela variante Ômicron

A paciente está em isolamento domiciliar

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A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou nesta sexta-feira (3) um caso de infecção pela nova variante Ômicron.

De acordo com a pasta, a mulher, residente em Santa Cruz do Sul, voltou de viagem à África do Sul na semana passada. Ela já havia tomado as duas doses da vacina e apresentou febre.

A paciente está em isolamento domiciliar e é acompanhada pela vigilância em saúde do município. Pessoas próximas a ela também serão testadas.

Diante da confirmação da nova variante no estado, a secretaria reforçou a necessidade de as pessoas investirem, cada vez mais, em cuidados básicos, sobretudo o uso de máscara e o distanciamento adequado.

A orientação é que quem ainda não se vacinou ou esteja com alguma dose pendente procure as unidades de saúde para atualizar a situação.

Dados da pasta mostram que, até esta sexta-feira, 842 mil pessoas no Rio Grande do Sul estavam com a segunda dose em atraso e 721 mil com a dose de reforço atrasada.

Outros casos

Além do caso no Rio Grande do Sul, o Ministério da Saúde já confirmou cinco casos de infecção pela variante Ômicron no país, sendo três em São Paulo e dois no Distrito Federal. Os pacientes estão isolados e a maioria está assintomática.

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Brasil & Mundo

STF suspende julgamento que proíbe demissão de não vacinados

A análise da portaria foi iniciada ontem em plenário virtual

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O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o julgamento da decisão que suspende a vigência de dispositivos da Portaria 620 do Ministério do Trabalho, que proibiu a demissão do trabalhador que não tiver tomado vacina contra a covid-19. A análise foi iniciada ontem (2) e estava prevista para durar uma semana no plenário virtual.

No dia 12 de novembro, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, atendeu ao pedido feito por partidos de oposição e suspendeu o dispositivo que proibia a exigência de comprovante de vacinação na contratação ou para continuidade do vínculo de emprego. Além disso, também ficou suspensa a parte da norma que considerou prática discriminatória a solicitação do cartão de vacinação e a demissão por justa causa pela falta do documento.

O caso foi levado para julgamento no plenário virtual, modalidade na qual os ministros depositam os votos eletronicamente, sem necessidade de reunião presencial. Após o relator e os ministros Alexandre de Morares, Edson Fachin e Cármen Lúcia votarem a favor da suspensão, o ministro Nunes Marques pediu destaque do processo, e o julgamento prosseguirá no plenário presencial. A data da retomada não foi definida.

Antes da decisão do Supremo, a norma do Ministério do Trabalho considerava que constitui “prática discriminatória a obrigatoriedade de certificado de vacinação em processos seletivos de admissão de trabalhadores, assim como a demissão por justa causa de empregado em razão da não apresentação de certificado de vacinação”.

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Brasil & Mundo

Pesquisa Sensus dá Lula com 42%

Na pesquisa espontânea, a vantagem diminui um pouco

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Pesquisa Sensus/IstoÉ, divulgada na manhã desta sexta (3), confirma outras pesquisas e dá o ex-presidente Lula na liderança das intenções de voto.

O petista aparece com 42,6%, enquanto Bolsonaro, recém filiado ao Partido Liberal, tem 24,2%. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 28 de novembro.

O ex-juiz e ex-ministro de Bolsonaro, Sérgio Moro (Podemos), está em terceiro lugar, com 7,5%, seguido por Ciro Gomes (PDT), que tem 5,3%, e João Doria (PSDB), com 1,8%. 2,8% dos entrevistados disseram pretender votar em outros candidatos.

Na pesquisa espontânea, a vantagem diminui um pouco. O ex-presidente é citado por 33,6% das pessoas e Bolsonaro por 21,5%. 38% do eleitorado se disse “indefinido”. Além disso, 61,9% dos eleitores dizem que, se tivesse outra opção, não votariam em nenhum dos dois.

Segundo turno

No levantamento sobre o segundo turno, Lula vence em todos os cenários que participou (contra Bolsonaro, contra Doria e contra Moro).

O único cenário em que Bolsonaro venceria seria contra o governador de São Paulo. Ele perderia, em um eventual segundo turno, para Lula, Ciro e Moro.

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