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Especial

Bachettini será reitor da UCPel por mais quatro anos

Recondução foi anunciada na sexta-feira (26) pelo chanceler da UCPel e arcebispo Dom Jacinto Bergmann

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O reitor da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), o médico José Carlos Pereira Bachettini Júnior, será reconduzido ao cargo para o próximo quadriênio 2022-2025. Segundo a UCPel, “Bachettini, reconhecido pelo trabalho voltado à recuperação financeira da instituição e sua reestruturação, também foi um dos responsáveis por transformar a Faculdade de Medicina na maior escola médica do Rio Grande do Sul.”

Anunciada na sexta-feira (26) pelo chanceler da UCPel e arcebispo metropolitano, Dom Jacinto Bergmann, a decisão também reconduz o padre Marcus Bicalho Pinto Rodrigues ao cargo de vice-reitor. A cerimônia de posse ocorrerá no dia 14 de dezembro, ocasião em que também serão nomeados os demais gestores da Universidade. 

Somados os próximos quatro anos, Bachettini se tornará o reitor mais longevo da história da universidade. O anúncio de recondução foi recebido com honra e alegria, avalia o reitor. “Graças ao empenho da nossa equipe, pró-reitorias, direções, gerentes, professores, colaboradores, tivemos muitas conquistas ao longo dos últimos quatro anos, responsáveis por garantir o futuro da UCPel”, diz.

À frente da Católica desde 2012, coordenou o grupo de trabalho responsável pela elaboração e implantação das ações de planejamento prevendo os próximos 20 anos da instituição. Em conjunto com as pró-reitorias, orientou a reestruturação da universidade contemplando questões como qualidade, sustentabilidade, tendo o diálogo e a gestão participativa como norte de trabalho. 

Além das vitórias, o último período do mandato também foi marcado por inúmeros desafios impostos pela pandemia de Covid-19. “Devido ao engajamento de nossa comunidade universitária conseguimos implantar as adequações necessárias sem prejuízo ao calendário acadêmico”, lembra. 

Assim que os protocolos sanitários foram estabelecidos, a UCPel retornou com as aulas acadêmicas e os atendimentos à comunidade. Projetos e programas de extensão foram ampliados devido às novas dificuldades impostas pela pandemia à população. “Mesmo em um período de muitas incertezas, conseguimos continuar ensinando e atendendo”, frisa.

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Gestão do quadriênio 2022 – 2025 

De acordo com Bachettini, os próximos quatro anos serão marcados pelo trabalho voltado à consolidação de um modelo pedagógico de qualidade e tecnológico. Também, terá prosseguimento a reestruturação acadêmico-administrativa, com foco cada vez mais direcionado ao fortalecimento do vínculo da UCPel e comunidade local e regional. 

Ao tornar o curso de Medicina a maior escola médica do estado, novos desafios foram impostos. “Do sonho de Dom Antônio Zattera, fundador da UCPel, nasceu o primeiro curso de Medicina do interior gaúcho. Para consolidar esse sonho, não basta ser a maior escola médica. O nosso projeto é ser a melhor escola médica do estado. Esse será o nosso desafio”.  

A designação do chanceler foi baseada na consulta à Arquidiocese, à UCPel e à sociedade, e recebeu unanimidade na aprovação pelo Conselho Superior, reunido na manhã desta sexta-feira (26).    

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Brasil e mundo

Síndrome de Burnout é reconhecida como fenômeno ocupacional pela OMS

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A síndrome de Burnout passou a ser reconhecida como um fenômeno relacionado ao trabalho pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A assunção dessa condição passou a valer neste mês de janeiro, com a vigência da nova Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11).

A síndrome é definida pela OMS como “resultante de um estresse crônico associado ao local de trabalho que não foi adequadamente administrado”. Conforme a caracterização da entidade, há três dimensões que compõem a condição.

A primeira delas é a sensação de exaustão ou falta de energia. A segunda são sentimentos de negativismo, cinismo ou distância em relação ao trabalho. A terceira é a sensação de ineficácia e falta de realização.

A OMS esclarece que a síndrome de Burnout se refere especificamente a um fenômeno diretamente vinculado às relações de trabalho e não pode ser aplicada em outras áreas ou contextos de vida dos indivíduos.

Segundo o advogado trabalhista Vinícius Cascone, no Brasil, o Ministério da Saúde reconhece desde 1999 a síndrome como condição relacionada ao trabalho.

Caso um trabalhador reconheça os sintomas, deve buscar um médico para uma análise profissional. O médico avalia se o funcionário deve ou não ser afastado de suas funções. A empresa deve custear o pagamento caso o afastamento seja de até 15 dias.

Depois deste período, o empregado será submetido a uma perícia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para que o órgão analise e, confirmando o diagnóstico, arque com o custeio do afastamento durante mais tempo. É preciso também abrir uma comunicação de acidente de trabalho.

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Cascone explica que se o empregador não der o encaminhamento em caso de afastamento, o trabalhador pode buscar diretamente o INSS ou entrar com ação judicial caso ocorra uma negativa do órgão.

À Agência Brasil, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que o início da vigência da nova lista de doenças demandará uma atualização de normativos internos, o que ocorrerá “aos poucos”.

Conforme o órgão, o direito a benefícios associados ao afastamento temporário é garantindo a quem comprovar incapacidade de realizar o trabalho.

Ambiente de trabalho

A advogada Lívia Vilela teve a síndrome diagnosticada em 2019. Ela trabalhava em uma empresa pública desde 2011. Segundo Lívia, ocorreu um processo de sucateamento da companhia e o ambiente de trabalho não era bom.

Lívia conta que após assumir o cargo encontrou um espaço desestruturado, com alta carga de trabalho e grande responsabilidade, sem apoio dentro da direção da empresa. Essa situação gerou muito desgaste a ela. Além disso, havia uma disparidade salarial expressiva entre os trabalhadores da área que ela integrava.

“O burnout veio em 2018. Eu percebi que não estava bem. Comecei a ter problemas para dirigir, pois associava ao ambiente do trabalho. Fiquei desmotivada e não queria estar lá. Comecei a ter fortes crises de depressão e de ansiedade, insônia”, relata.

A advogada foi levada ao médico e foi afastada do trabalho. Em seguida, passou a atuar de forma remota, o que seguiu em razão da pandemia. Com a privatização da empresa pública, ela decidiu largar a carreira. 

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Cultura e diversão

Cinema: King Richard, criando campeãs

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King Richard: Criando Campeãs é a cinebiografia de Richard Williams, pai das tenistas Venus e Serena Williams. Destinado a fazer de suas filhas futuras campeãs de tênis, Richard (Will Smith) utiliza métodos próprios e nada convencionais, em um plano feito especialmente para duas de suas cinco filhas, Serena (Demi Singleton) e Venus (Saniyya Sidney).  

Dirigido por Reinaldo Marcus Green e com o roteiro assinado por Zach Beylin, o longa é visto através da perspectiva do pai, em um drama familiar que mostra o protagonista lutando para oferecer as melhores condições para sua família, visão compartilhada com sua esposa, Oracene ‘Brandy’ Williams (Aunjanue Ellis). Eles desenvolveram uma rotina regrada e rígida, mas repleta de amor e harmonia familiar, com o objetivo de mantê-las longe das ruas e, consequentemente, das drogas. 

Richard é um homem negro tentando fazer suas filhas se destacarem em um esporte dominado por brancos ricos. Mesmo assim, ele continua persistente para tentar chamar a atenção de treinadores renomados, como Paul Cohen (Tony Goldwyn), treinador de John McEnroe e Pete Sampras, e Rick Macci (Jon Bernthal), treinador de Andy Roddick e Maria Sharapova e que, posteriormente, ganhou a fama ao treinar as irmãs Williams. 

Ainda nos anos 90, quando treinava as filhas, Richard disse que Venus seria número 1 do mundo, enquanto que Serena seria uma das maiores da história. Vamos aos fatos: Entre muitos títulos na carreira, Venus Williams foi 5 vezes campeã no lendário torneio de Wimbledon e foi a primeira afro-americana a liderar o ranking mundial.  Serena Williams já possui 23 títulos de Grand Slam e é uma das maiores atletas do esporte. E não é que ele acertou? 

Determinado, teimoso e até mesmo egoísta em algumas de suas convicções, a filosofia de Richard insiste em preservar o bem-estar de suas filhas para que não sejam exploradas e acabem ruindo como outras jovens atletas. No maior desempenho de sua carreira, Will Smith interpreta um dos personagens mais interessantes e complexos de sua filmografia, se destacando pela perfeição vocal e física, conseguindo passar toda a metodologia, determinação e inspiração do personagem. Com uma atuação intensa e poderosa, o Oscar nunca esteve tão perto. 

A fotografia de Robert Elswit, vencedor do Oscar por Sangue Negro, aposta nas cores quentes, e o desenho de produção e a direção de arte recriam a época com exatidão de detalhes, como a velha Kombi do pai, a casa da família, os cortes de cabelo e algumas roupas das jogadoras. Durante os créditos, vemos imagens reais e depoimentos da família Williams ao som de “Be Alive”, de Beyoncé. Uma pena que o filme tenha deixado de lado o início da carreira e todo o talento de Serena Williams. 

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Envolvente e emocionante, King Richard: Criando Campeãs trata da perseverança em tornar seus sonhos realidade.  

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Brasil e mundo

Obra de Siron Franco, com manequins, lembra mortos por covid-19

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A instalação Renascimento, formada por 365 manequins suspensos, vai homenagear as vítimas da pandemia de covid-19 e os profissionais de saúde. A obra do artista plástico Siron Franco estará exposta a partir deste sábado (15) no jardim do museu Casa das Rosas, na Avenida Paulista, em São Paulo. 

A sede do museu passa por uma reforma, mas segue com atividades na área externa. A mostra é uma parceria com o Museu da Imagem e do Som, que também é um equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo.

A inspiração para a obra veio quando Franco retirou um manequim do ateliê em Aparecida de Goiânia, em Goiás, e pendurou em um varal. Os bonecos, com diferentes volumes e tamanhos, estarão suspensos na Casa das Rosas por um cabo de aço a seis metros do chão. 

No texto de divulgação da instalação, o artista explica: “Os que se foram, representados pelos manequins, bradam pela integração dos povos, pela compreensão que devemos amar a nossa espécie e pela defesa da igualdade e dos direitos inalienáveis de todos. Nas roupas, estará estampada a frase ‘Viva a Diferença, Viva a Humanidade, Viva a América Latina!’, que reforça esse clamor.” 

Siron Franco começou vendendo retratos e, em 1965, passou a se concentrar nos desenhos. Morou em São Paulo entre 1969 e 1971 e fez parte do grupo responsável pela exposição “Surrealismo e Arte Fantástica”, na Galeria Seta.

Ele alcançou reconhecimento como pintor na 12ª Bienal Nacional de São Paulo, recebendo o prêmio de destaque. Foi também premiado na 13ª edição. Em 1980, foi considerado o melhor pintor do ano. Ele tem obras expostas no Metropolitan Museum of Arts (The Met), em Nova York.

Outras atividades

Enquanto a Casa das Rosas passa por restauração, o jardim vem sendo ocupado. As obras no prédio histórico de 1935 começaram em 18 de outubro do ano passado. O espaço é conhecido como um símbolo de preservação da memória na capital paulista. Outras ações baseadas na instalação também estão sendo realizadas, como oficinas literárias. 

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A oficina Ficções Vida, que ocorre nos dias 18, 20 e 27 de janeiro, das 18h às 20h, vai estimular a produção de “pequenas biografias ficcionais de personagens que foram vítimas da covid-19, abordando desde a dimensão humana à social”.

Brasília - O artista plástico Siron Franco fala à imprensa sobre a projeção de uma cachoeira na cúpula do Museu Nacional da República para alertar sobre a importância do cuidado com o uso da água (Valter Campanato/Agência Brasil)

O artista plástico Siron Franco homenageará vítimas da Covid-19 (Valter Campanato/Agência Brasil)

Já a oficina Poesia de luto e de luta será nos dias 10, 15 e 17 de fevereiro, no mesmo horário. A proposta é que os participantes escrevam “sobre a morte no poema a partir da dor pessoal e coletiva”. Partes dos textos serão expostas posteriormente, junto com a obra de Simon Franco. As inscrições podem ser feitas no site da Casa das Rosas

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