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Pelotas e RS

Programa TEAcolhe é oficializado em Pelotas

Centro de Atendimento ao Autista Danilo Rolin de Moura passa a ser Macrorregional

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O último dia de novembro marcou uma nova fase do Centro de Atendimento ao Autista Doutor Danilo Rolim de Moura em Pelotas.

Uma cerimônia realizada na instituição, na tarde desta terça-feira (30), formalizou a abertura do Programa TEAcolhe do governo do Estado, transformando a unidade em Centro Macrorregional. A nova fase torna o serviço destinado a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de Pelotas, em referência no trabalho de matriciamento para 27 municípios da 3ª e 7ª Coordenadorias Regionais de Saúde.

Por meio do programa TEAcolhe RS, lançado pelo Estado em abril, o município teve seu projeto selecionado para aporte financeiro, incentivo e apoio. O novo serviço tem como objetivo principal articular as ações das áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, voltadas às pessoas com TEA e suas famílias, orientando e qualificando novos profissionais da região e da macrorregião, por meio de equipes matriciadoras. 

O novo momento do Centro de Atendimento ao Autista, segundo a prefeita, é resultado de todo um trabalho de qualidade que se tornou referência desde a sua criação, fazendo, inclusive, com que muitas pessoas viessem a Pelotas em busca de atendimento.

“O projeto TEAcolhe é uma grande iniciativa. Temos muita alegria e orgulho de conseguir ser referência macrorregional, fruto de um trabalho muito bem feito com apoio das famílias da Amparho, de inúmeros  profissionais. Temos  muito orgulho também de ter sido a inspiração para levar esse projeto a todas as regiões do Estado”, destacou Paula.

Essa inspiração também foi ressaltada pela coordenadora da equipe técnica do TEAcolhe no Rio Grande do Sul, Fernanda Barreto Mielke. “A experiência de Pelotas foi sim o nosso guia, justamente porque já era uma referência e reconhecida por outras cidades do RS. É uma alegria enorme hoje estarmos aqui lançando esse centro macrorregional para um local que já prestava um serviço com tanta habilidade”, frisou.

De acordo com a diretora o Centro e coordenadora da equipe técnica, Debora Jacks, o novo braço da instituição otimiza os serviços a partir da ampliação e fortalecimentos de novas redes de atendimento. “Esse sistema de matriciamento representa levar informação, criar equipes que entendam sobre o TEA, e consigam atender esse público, que é muito específico e apresenta características próprias, fortalecendo os serviços já existentes”, reiterou.

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Proposta de matriciamento

Este sistema é baseado na metodologia de gestão e trabalho que busca ampliar os atendimentos e as ações em saúde, educação e assistência social por meio da articulação e do compartilhamento de saberes, práticas e aperfeiçoamento da equipe matriciadora, com formações continuadas, pesquisas, publicações de artigos, dentre outras ações. Essa organização visa mapear as necessidades locais, regional e macrorregional, incentivar a criação de referências em autismo nos municípios e nos serviços e, também, fortalecer redes locais existentes.

Com a instalação da nova proposta, no mesmo espaço, passam a funcionar as duas linhas de atuação do Centro de Atendimento ao Autista: o atendimento às pessoas e a metodologia do matriciamento que busca a ampliação da rede de qualificação profissional com a macrorregionalização.

Atendimento no Centro

Na educação, o Centro seguirá o trabalho articulado com as escolas, com os atendimentos na intervenção precoce e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Desta forma, permanecem abertos os campos de estágios, pesquisas voltadas ao TEA, projetos articulados com a UFPel e a formação continuada para as redes de ensino e às famílias.

Macrorregionalização

As mudanças ocorrem na organização do Centro Macrorregional de Referência em TEA que desenvolverá um trabalho de matriciamento e contará com profissionais como assistente social, psicopedagogo, terapeuta ocupacional, psicólogo e neurologista. Esses profissionais irão desenvolver ações de encaminhamento, estruturação e formações, não somente para Pelotas, mas para os demais municípios pertencentes à macrorregião. O acolhimento, os encaminhamentos e a troca de informações dentro desta rede possibilitará às famílias uma melhor qualidade e agilidade no atendimento.

Municípios que integram a Macrorregional

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3ª CRS: Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Arroio Grande, Canguçu, Capão do Leão, Cerrito, Chuí, Cristal, Herval, Jaguarão, Morro Redondo, Pedras Altas,Pedro Osório, Pelotas, Pinheiro machado, Piratini, Rio Grande, Santana da Boa Vista, Santa Vitória do Palmar, São José do Norte, São Lourenço do Sul, Turuçu.7ª CRS: Aceguá, Bagé, Candiota, Dom Pedrito, Hulha Negra e Lavras do Sul.

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Cultura e diversão

Em livro, Mateus Bandeira conta sua ‘aventura’ como candidato a governador do RS, em 2018

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Mateus Bandeira escreveu um livro sobre sua participação na campanha ao governo do Rio Grande do Sul, em 2018, pelo Novo. O trabalho, iniciado há dois anos, está concluído. Chama-se Quem roubou nossa coragem, publicado na Esquina do Lombas, doo editor Vitor Bertini. O lançamento está marcado para o próximo dia 25 deste agosto, em Porto Alegre. Mateus pretende fazer um lançamento do livro em Pelotas, em data a ser divulgada. Em breve estará disponível na Amazon.

MB é conselheiro de administração e consultor de empresas. Foi CEO da Falconi, presidente do Banrisul e secretário de Planejamento e Gestão do Rio Grande do Sul.

Mateus (na foto superior, com Winston Ling, apoiador de sua campanha) explica o que o levou realizar o trabalho:

“Resolvi escrever sobre a minha “aventura” de 2018, como candidato a governador do RS. Para quem não era político, encarei o desafio como um sabático e o aprendizado foi enorme. Por isso, resolvi registrar. É um testemunho de quem veio de fora da política e colocou a mão na massa pra defender os valores e princípios de liberdade, de uma sociedade de livre mercado. Espero que essa história possa inspirar outras pessoas – seja considerando uma candidatura, seja compreendendo que há um papel importante a ser desempenhado apoiando candidatos, financiando candidatos que não usam fundos partidário e eleitoral. Divulgar esse livro será, também, a minha forma de ‘fazer política’ neste ano”.

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Pelotas e RS

Projeto de extensão do IFSul promove aulas preparatórias para o Enem

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Um projeto do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul) tem proporcionado uma preparação específica para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Cursinho Popular Raízes, do câmpus Camaquã, que é voltado a pessoas que estão estudando para a prova, teve início na última quarta-feira (3), no auditório do câmpus, e contou com a participação de 110 estudantes da cidade e da região.

>> Clique aqui para acessar as aulas transmitidas pelo canal do projeto

Acompanhe – Além das atividades presenciais realizadas às quartas-feiras, o cursinho também promove aulas virtuais nas quintas-feiras, às 19h, que podem ser acompanhadas pelas pessoas interessadas por meio do canal do projeto no Youtube. As inscrições para a turma presencial já estão encerradas.

As aulas do cursinho são ministradas por educadoras e educadores do instituto, estudantes universitários, educadoras/es da rede estadual que se voluntariaram e egressas/os do câmpus que hoje são mestrandas/os e doutorandas/os.

As atividades do projeto seguem até o dia 20 de novembro, data que antecede a última prova do Enem.

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Eleições 2022

A carta de filiação que leu Pedro Hallal em sua filiação ao PT

“A história jamais perdoará aqueles que forem cúmplices nesse momento, assim como não perdoou os alemães que apoiaram Hitler durante a escalada do Nazismo”

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Daqui a meia hora, às 15h30, o ex-reitor da UFPel, epidemiologista Pedro Hallal, lerá a carta abaixo em seu ato de filiação ao Partido dos Trabalhadores, na sede Porto-alegrense:

“Tenho 42 anos e nunca fui filiado a um partido político. Não que eu tenha qualquer preconceito contra os partidos, mas simplesmente não foi o caminho que escolhi para a minha vida. Pelo menos até hoje. Pelo menos enquanto isso ainda era uma escolha, e não uma obrigação cívica, ética e moral.

Nasci durante a ditadura militar, quando o povo não podia votar para Presidente. Ainda pequeno, soube do movimento das “Diretas Já” e vi a promulgação da Constituição de 1988. Minha família sempre foi religiosa, meus pais até hoje vão à missa regularmente.

Aos 9 anos, vivi as eleições presidenciais de 1989. Mesmo pequeno, eu me juntava a minha família para assistirmos juntos às propagandas eleitorais. Como esquecer da música do Ulysses Guimarães? “Bote fé no velhinho, o velhinho é demais, bote fé no velhinho, ele sabe o que faz”. Como não lembrar dos discursos em velocidade supersônica do Enéas, encerrados com o tradicional “Meu nome é Enéas”. Enéas estava tão a frente do seu tempo que inventou, décadas antes, o botão de 2x para áudios do WhatsApp. Eram 22 candidatos. Foi uma festa da democracia.

Na minha infância, adolescência e idade adulta, vivenciei os governos de Collor, Itamar, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma e Temer. Concordei com algumas ações desses governos, de direita, de centro ou de esquerda, e discordei de muitas outras. 

Nessas décadas, vi a população sofrer com a fome, com a escalada da violência, com a inflação e com a corrupção. Mas também vi a economia crescer com o Plano Real, vi as desigualdades sociais serem reduzidas com o Bolsa Família, vi as pessoas pobres finalmente chegando às Universidades (eu mesmo, entreguei o diploma para muitas pessoas que eram os primeiros de suas famílias a se formarem), vi as pessoas viajando de avião, comendo picanha e, especialmente sendo felizes, tendo esperança e orgulho do Brasil.

Em todo esse período, eu nunca tinha visto político fazendo apologia à tortura. Em todas essas décadas, eu nunca tinha visto político dizendo para uma mulher que não a estupraria porque ela não merecia. Nesses anos todos, eu nunca vi um político debochar da morte das pessoas.

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O Brasil tem uma mortalidade por Covid-19 quatro vezes maior do que a média mundial. Se tivéssemos a mortalidade média do mundo, teríamos poupado mais de 500 mil vidas. Se tivéssemos a mortalidade dos países que agiram de acordo com as melhores evidências científicas, teríamos poupado mais de 600 mil vidas.

Muitos dos nossos familiares e amigos poderiam estar aqui. Não precisava ser assim.

É por isso que hoje me filio ao Partido dos Trabalhadores, cumprindo minha obrigação cívica, ética e moral. O momento atual é decisivo para o futuro do Brasil. Não é hora de sermos covardes. Não é hora de ficarmos em silêncio.

Filio-me hoje ao Partido dos Trabalhadores com a certeza de que essa filiação representa o caminho mais curto para vencer o inimigo número um da nação brasileira. Respeito a trajetória de todos os candidatos e candidatas de oposição, mas os convido a se juntarem a nós, como já o fez sabiamente o candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin, a quem faço um elogio público.

Nossas eventuais diferenças nem se comparam com as diferenças que temos com os apoiadores da tortura e da ditadura, com os racistas, homofóbicos e aficionados por armas. O momento exige união, e não divisão.

Quero poder comemorar meu aniversário sem medo de que um atirador entre e mate as pessoas. Quero passear pela Amazônia sem medo de ser assassinado. Quero que as pessoas voltem a comprar carne, e não osso.

O futuro dos nossos filhos e nossos netos depende de vocês. A história jamais perdoará aqueles que forem cúmplices nesse momento, assim como não perdoou os alemães que apoiaram Hitler durante a escalada do Nazismo”.

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