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Opinião

“Minha visão sobre o voo direto Pelotas-São Paulo e vice-versa.” Por Fabrício Iribarrem

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Fabrício Iribarrem, sócio-diretor da GEBRAS, atualmente coordenador da Aliança Pelotas

A conexão direta por voo Pelotas a São Paulo, e vice-versa, é transformadora em vários aspectos. Junto à BR-116 duplicada, é o mais importante vetor logístico para o desenvolvimento da região.

São Paulo é o coração econômico do País, onde se desenrolam e acontecem grandes negócios e onde se posicionam as maiores empresas que atuam no Brasil.

Estar a menos de duas horas com voo direto de São Paulo é revolucionário.

Em um momento econômico de grandes desafios e concorrência crescente, estar próximo do principal polo econômico traz inúmeros avanços pras empresas locais.

Consultorias, empresas de marketing, construtoras, empresas de software, academia e tantos outros segmentos poderão ir a SP e voltar a Pelotas no mesmo dia, possibilitando um enorme avanço de novos negócios.

Mais que isso, esse acesso direto permitirá a vinda de novos negócios e empresas pra região, eis que possibilita uma maior velocidade de deslocamento e atendimento por parte dessas empresas e seus gestores.

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Soma-se a isso o fato de que SP é um hub internacional de voos, ou seja, a conexão direta ainda viabiliza uma plena ligação com o mundo de uma forma muito mais simples e ágil, tanto para negócios como para turismo. E, mais que negócios, a conexão direta a SP vai impulsionar o turismo local, a cultura e tantas outras atividades.

Inclusive penso que possibilita a vinda de novos moradores para região, com executivos que preferem morar com a família no interior, e se deslocar durante a semana para o trabalho, agora com mais facilidade pelo voo direto.

Queiramos ou não, a distância e o tempo que hoje nos separa de POA, até então a única hipótese para conexão aérea ao centro do País, era um atraso para o desenvolvimento regional.

Estar conectado com voo direto a SP é uma revolução! Estejamos prontos!

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1 Comment

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  1. Radamės Padilha

    16/01/22 at 07:45

    bom dia Fabricio!!
    sem dúvida este voo pel. para SP ., ajuda a impulsionar o desenvolvimento da região de Pelotas. abraço.
    Radamės Padilha. Pelotas.

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor.

Cultura e diversão

Cinema: King Richard, criando campeãs

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King Richard: Criando Campeãs é a cinebiografia de Richard Williams, pai das tenistas Venus e Serena Williams. Destinado a fazer de suas filhas futuras campeãs de tênis, Richard (Will Smith) utiliza métodos próprios e nada convencionais, em um plano feito especialmente para duas de suas cinco filhas, Serena (Demi Singleton) e Venus (Saniyya Sidney).  

Dirigido por Reinaldo Marcus Green e com o roteiro assinado por Zach Beylin, o longa é visto através da perspectiva do pai, em um drama familiar que mostra o protagonista lutando para oferecer as melhores condições para sua família, visão compartilhada com sua esposa, Oracene ‘Brandy’ Williams (Aunjanue Ellis). Eles desenvolveram uma rotina regrada e rígida, mas repleta de amor e harmonia familiar, com o objetivo de mantê-las longe das ruas e, consequentemente, das drogas. 

Richard é um homem negro tentando fazer suas filhas se destacarem em um esporte dominado por brancos ricos. Mesmo assim, ele continua persistente para tentar chamar a atenção de treinadores renomados, como Paul Cohen (Tony Goldwyn), treinador de John McEnroe e Pete Sampras, e Rick Macci (Jon Bernthal), treinador de Andy Roddick e Maria Sharapova e que, posteriormente, ganhou a fama ao treinar as irmãs Williams. 

Ainda nos anos 90, quando treinava as filhas, Richard disse que Venus seria número 1 do mundo, enquanto que Serena seria uma das maiores da história. Vamos aos fatos: Entre muitos títulos na carreira, Venus Williams foi 5 vezes campeã no lendário torneio de Wimbledon e foi a primeira afro-americana a liderar o ranking mundial.  Serena Williams já possui 23 títulos de Grand Slam e é uma das maiores atletas do esporte. E não é que ele acertou? 

Determinado, teimoso e até mesmo egoísta em algumas de suas convicções, a filosofia de Richard insiste em preservar o bem-estar de suas filhas para que não sejam exploradas e acabem ruindo como outras jovens atletas. No maior desempenho de sua carreira, Will Smith interpreta um dos personagens mais interessantes e complexos de sua filmografia, se destacando pela perfeição vocal e física, conseguindo passar toda a metodologia, determinação e inspiração do personagem. Com uma atuação intensa e poderosa, o Oscar nunca esteve tão perto. 

A fotografia de Robert Elswit, vencedor do Oscar por Sangue Negro, aposta nas cores quentes, e o desenho de produção e a direção de arte recriam a época com exatidão de detalhes, como a velha Kombi do pai, a casa da família, os cortes de cabelo e algumas roupas das jogadoras. Durante os créditos, vemos imagens reais e depoimentos da família Williams ao som de “Be Alive”, de Beyoncé. Uma pena que o filme tenha deixado de lado o início da carreira e todo o talento de Serena Williams. 

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Envolvente e emocionante, King Richard: Criando Campeãs trata da perseverança em tornar seus sonhos realidade.  

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Cultura e diversão

A traição de Odessa. Por Vitor Bertini

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A HISTÓRIA DA SEXTA

Na Av. Roosevelt, em Porto Alegre, havia um açougue. Nos fundos do açougue havia um galinheiro. E no galinheiro havia Odessa, a galinha.

Todas as galinhas que por ali nasciam tinham destino certo: mortas, nuas, arrepiadas e penduradas dentro do balcão gelado de pernas para cima, menos Odessa.

Odessa era diferente. Bábel, o açougueiro, havia lhe dado o nome em homenagem à sua cidade natal – cidade, ele dizia, onde viveu seu ídolo Bénya Krik, o Rei, e de onde as pessoas partem quando podem. Ninguém sabia quem tinha sido Bénya Krik, nem onde ficava Odessa.

Certa tarde, a rotina da vizinhança foi quebrada e a gritaria denunciou o segredo dos privilégios de Odessa, a galinha nunca sacrificada. Odessa havia alçado vôo, conforme o destino de seu nome. Do chão do galinheiro, em vôo raso por sobre a cerca ganhara o telhado da casa que abrigava o açougue e agora, em um equilíbrio incerto, repousava nos fios da companhia de energia elétrica. Dalí, para a queda em cima do ônibus que atendia o bairro foi necessário apenas os gritos dos passantes.

Bábel ainda arrancava os cabelos e chorava sua dor quando o Linha 4, o velho Navegantes, apontou na Av. Roosevelt em seu trajeto de retorno trazendo de volta, sobre seu teto, altaneira como nunca, Odessa.

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A alegria dos que assistiam à cena deu lugar ao espanto quando Bábel, abraçando a galinha que sabia voar, cortou-lhe o pescoço.

O bairro, naquele dia, começou a saber como era Bénya Krik, o ídolo de Bábel.

Página de Vitor Bertini AQUI.

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Brasil e mundo

Pesquisa Ipespe confirma Lula na liderança eleitoral

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Mais recente de uma série de pesquisas de vários institutos, pesquisa Ipespe, divulgada nesta sexta-feira (14), confirma os demais resultados: o ex-presidente Lula na liderança da preferência do eleitorado, com 44% dos votos no levantamento estimulado…..

Jair Bolsonaro (PL) aparece com 24%, Sergio Moro (Podemos) com 9%, Ciro Gomes (PDT) com 7%, João Doria (PSDB) com 2%, Simone Tebet (MDB), Rodrigo Pacheco (PSD) e Felipe D’Avila (Novo), respectivamente, com 1%.

A pesquisa ainda traça outro cenário, sem Moro e com Alessandro Vieira (Cidadania).

grafico

Segundo turno

Em caso de segundo turno, Lula vence em todos os cenários. Contra Bolsonaro, segundo colocado na pesquisa, o petista tem 56% ante 31%. Contra o ex-juiz Moro, Lula tem 51% ante 32%.

Rejeição

Pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta-feira (14) destaca que 64% dos eleitores afirmam que não pretendem votar “de jeito nenhum” em Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais de outubro, um crescimento de dois pontos percentuais em comparação com o levantamento realizado em dezembro. A rejeição de Bolsonaro é a maior entre todos os pré-candidatos.

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A rejeição a Lula alcança 43%. Ciro Gomes (PDT), também de 43%. Sergio Moro é rejeitado por 51% do eleitorado.

A pesquisa foi realizada de 10 a 12 de janeiro de 2022, 1.000 entrevistados ouvidos por telefone por meio do Sistema CATI IPESPE. A margem de erro máximo estimada é de 3.2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95,5%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09080/2022. 

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