Noutro dia li uma notícia sobre a Fenadoce que me deixou surpreso pela audácia. Somos inteligentes e temos bom gosto. Não há dúvida.
A imprensa local informou, em manchete, que a escola de gastronomia do Senac fez o “maior camafeu do mundo”, com quase 13 quilos. E que estão buscando inserir o feito no Livro dos Recordes Mundiais.
Por ignorância da minha parte, me havia passado totalmente batido que fazem camafeus, por exemplo, em países como China, Tanzânia, Dinamarca, Peru, Bahamas e até na Austrália, a terra dos cangurus.
De fato, é um grande camafeu. Vi a foto da hiperguloseima. Trata-se de um camafeu do tamanho de um travesseiro. E alto como duas tortas da Márcia Aquino, uma em cima da outra.
De minha parte fiquei também admirado que tenham agigantado um espécime da doçaria fina, feito pra ser comido com duas mordidas. Um doce cuja inspiração são pedras preciosas a serem incrustadas em broches, cuja beleza é ser pequeno, para caber em lapelas. Simplesmente, nunca me havia passado pela cabeça que agigantar uma preciosidade dessa natureza pudesse ter cabimento. Mas teve.
O mundo precisa saber do ocorrido

