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  • Do leitor Amaral: "Atestado de loucura"

    "Cobrir um chafariz histórico, ainda mais numa cidade turística, é um atestado de estupidez e loucura".

    Amaral, comentando o post O dia em que cobriram as Três Meninas

  • Mãe do dançarino morto DJ critica Regina Casé e Globo por explorarem a sua dor em troca de audiência

    No vídeo, Maria, mãe do dançarino DG, assassinado pela polícia do Rio há alguns meses, participante de um debate sobre questões dos negros, falou sobre a maneira como a Globo e a mídia trataram a morte de seu filho. Ela criticou a Globo e Regina Casé, que dirige o programa Esquenta, no qual DG dançava. Maria reclamou que Casé e a emissora exploraram a morte de seu filho de forma abjeta. A mãe conta que, para fazê-la chorar, e assim conseguir mais audiência, a instrução era mostrar a ela fotos do filho morto.

  • http://www.marioquintana.com.br/

    Carlos Valério: O triunfo de um professor que um dia ousou criar uma escola moderna em Pelotas

    Rubens Filho

    Quando ele começou a realizar seu sonho, adversários tentaram impedi-lo usando de maledicência e de veneno. Mas ele triunfou e ergueu a Mario Quintana, melhor escola de Pelotas e uma das melhores do RS, de onde saem levas de estudantes com alto desempenho nos exames de admissão à Universidade

    Professor Valério

    Última atualização: às 17h21 de 23/11/2014

    Uma das primeiras entrevistas que fiz, ao voltar a viver e trabalhar em Pelotas, em 2008, foi com o professor Carlos Valério, idealizador e fundador da Escola Mario Quintana (MQ). Ansiava por localizar pessoas que faziam a diferença na cidade, da qual estive ausente por 22 anos. Eu não podia acreditar que Pelotas não houvesse saído do lugar em tanto tempo, como à primeira vista parecia - e como de fato não saiu - em várias áreas. Falaram-me de "um tal professor Valério", que triunfara com muito trabalho, determinação e coragem. E enfrentando a maquiavelia de adversários destinada a fazê-lo fracassar. 

    A maquiavelia, eu soube depois, não funcionou. Foi um tanto longe, mas morreu como árvore seca. Contrariando as expectativas dos que torciam contra, o professor, qual bandeirante do Brasil Colônia, abriu caminho num setor tradicionalmente muito fechado em Pelotas - o educacional, onde "tudo parecia dominado". Logo ele transformaria a Mario Quintana em algo maior que uma escola. Fez dela uma ilha de alta performance e qualidade, onde os estudantes são permanentemente incentivados a pensar e aprender de verdade, em vez de decorar.

    No final dos anos 80, Valério dava aulas em cursinhos pré-vestibulares. Nesse ambiente, ele percebeu que alunos chegavam às portas do vestibular mal preparados e, em sua mente, germinou a ideia de empreender por conta própria num "território inóspito". 

    O professor acreditou em seu projeto e na capacidade de realizá-lo e, em poucos anos, deixou de queixo caído uns poucos inimigos que cultivou sem os querê-los, apenas porque ousou abrir espaço num mercado tradicionalmente auto-protegido e dominado há décadas pelos mesmos educandários privados que, até então, eram muito concentrados em irmandades religiosas.

    Valério (com seu sonho) atravessou um ninho de serpentes do pecado que, em sua bolha de veneno, ainda gozavam de isenções de impostos pela alcunha de "filantrópicas". Mas o professor cruzou o trecho com auto-confiança, coragem e método até chegar à Mario Quintana. 

    O pior momento foi o primeiro passo... 

    A caminhada começou quando Valério abriu, em sociedade, a Faculdade Atlântico Sul, “atrevendo-se” a oferecer o curso de Direito numa cidade onde a UCPel (Universidade Católica de Pelotas) era a única instituição local (afora outras regionais) a oferecê-lo. Com seu projeto, por óbvio, Valério se tornaria um " incômodo" porque ampliaria a oferta de formação naquela atividade no âmbito particular. Nesse momento, ele sofreu uma tentativa de atrapalhar seus planos pela difamação, perpetrada por um concorrente que tinha medo de ver o mercado dividido – o velho medo de competição e de competência que assombra algumas mentes por nossas bandas. 

    Como maça envenenada, a maledicência chegou ao Ministério da Educação, onde um dossiê apócrifo tentava desqualificar Valério e a Atlântico Sul. A jogada não frutificou, pois nada havia de pecaminoso na vida do professor e no seu projeto de criar a faculdade e o curso.

    Valério conseguiu realizar seu primeiro sonho...

    Na Atlântico Sul, ele trabalhou por alguns anos. Mais tarde, após receber um oferta pela Faculdade, ele a venderia para o Grupo Anhanguera, maior grupo privado na área educacional do País. Com o dinheiro desta transação, ele pode realizar outro sonho, erguer a Mario Quintana, inicialmente localizada na Avenida Bento Gonçalves. Mais que abri-la, Valério e equipe fizeram longo e paulatino trabalho de convencimento dos pais sobre o valor de seu método pedagógico, instalando uma mudança cultural que introduziu metodologias modernas de ensino e aprendizagem. Foi uma tarefa árdua - a mudança cultural - mas deu certo. 

    Em pouco tempo, com o crescente e alto desempenho de seus estudantes no acesso à Universidade - que prossegue até hoje - a Mario Quintana começou a destacar-se e atrair novos alunos. Os frutos começaram a despencar maduros para os cestos, já a esta altura livres de qualquer veneno dos adversários maledicentes. Com o crescimento, o proprietário mudou a escola para um endereço maior, mais confortável e dotado de grande e completa infraestrutura de ensino, incluindo ferramentas tecnológicas de ponta, como computadores e a louça digital, no bairro Três Vendas. 

    No seus 20 anos de vida, completados neste 2014, a MQ se consolidou definitivamente como escola de alto padrão, mantendo excelentes rendimentos nos exames oficiais - Enem e Pave. A MQ é, hoje, octacampeã do Enem em Pelotas e está entre as 10 melhores escolas do Rio Grande do Sul, com seus alunos chegando todo ano nos primeiros lugares nos exames de admissão à Universidade.

    Valério é um desses visionários que olha nos olhos do interlocutor e fala reto, enxuto. Não tem uma personalidade fria; é caloroso no trato pessoal, mas não perde tempo com itens periféricos. Sabe para onde está indo e não desperdiça a caminhada. Por vezes o interlocutor percebe que há nele uma ponta de impulsividade. Mas que algo o faz segurar esse impulso, até que ele pese os prós e contras de sua decisão. Uma vez tomada, a decisão é pra valer. Essa postura parece ser fruto de um rigoroso senso profissional, aquele que não mistura afeto pessoal com trabalho. 

    Agora, em 2014, o professor e sua equipe comemoram novamente ótimos resultados, com estudantes da MQ alcançando não só o primeiro lugar, mas inúmeros primeiros lugares no Pave. Essa sucessão de conquistas virou rotina numa instituição que orgulha os pelotenses. Nesses momentos de confirmação do valor do trabalho da MQ, o rio-grandino Valério, imagino, corre o risco de se lembrar dos primeiros tempos, quando tentaram impedi-lo de realizar seu sonho e de crescer. E não duvidaria de que, na sequência, recordasse o poeta Mario Quintana, que lhe emprestou o nome gratuitamente para batizar a escola, no pequeno verso do escritor gaúcho: “Eles passarão, eu passarinho”.

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    Super domingo

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    O dia em que cobriram as Três Meninas

    A. F. Monquelat

    Um pouco da história dos chafarizes de Pelotas, incluindo meados de 1990, quando o Município cobriu o chafariz das Três Meninas (hoje na esquina da Andrade Neves com Sete de Setembro), com o objetivo de transformá-lo em uma aberrante e espalhafatosa Árvore de Natal

    Chafariz das Três Meninas: coberto por uma estrutura de árvore de Natal

    Hoje, graças ao livro Pelotas no tempo dos chafarizes (Monquelat & Almeida, Ed. Livraria Mundial, Pelotas, 2012) se sabe que Pelotas teve, instalados e funcionando, quatro chafarizes.

    Ainda que suficientemente documentada a existência do 4º chafariz — maneira que a imprensa da época o tratou – não é por demais trazer aqui outra prova cabal de sua instalação e funcionamento. Para tanto, valemo-nos desta vez de uma coluna publicada quase que diariamente no jornal A Opinião Pública, intitulada Notas do Dia, assinada por alguém que se denominava Vitú. 

    Na coluna ou Notas do Dia de 28 de junho de 1901 diz Vitú que, por não dispor de espaço para as suas amolações, se limitaria a reclamar da Intendência ou da Hydraulica o indispensável tapamento, por meio de grades, do terreno em que se achava o chafariz “da Rua 15 de Novembro, esquina Gomes Carneiro”.

    Segundo o colunista, aquele terreno não poderia continuar aberto não só porque aquilo contrariava as Posturas Municipais, como também estava o local transformado em “imensa e repugnante cloaca de quanto vagabundo infesta as ruas”. 

    E prosseguia Vitú, dizendo que no recanto por trás do chafariz havia tanta imundície que assombrava, e era um flagelo para os vizinhos.

    Concluindo, pedia o jornalista Arthur Oswald Hameister — que foi quem usou por longos anos o pseudônimo de Vitú — a atenção do Dr. Intendente, de quem se esperava uma medida que correspondesse aos interesses de todos os prejudicados.

    Bem, para que não pairem dúvidas e venha a pensar o leitor ser este 4º chafariz o “sumido”, é necessário informar que por ter sido o último dos quatro a chegar e ser instalado, todas as referências feitas a ele pela Imprensa da época foram as de o 4º chafariz; porém, o “sumido” é outro.

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    Marinônio e a felicidade

    Uma das principais lideranças do DEM na cidade ficou muito satisfeita com a contratação da empresa Marinônio, sem licitação, pela prefeitura, para fazer a limpeza extra do lixo acumulado por causa, segundo o prefeito, "dos maus serviços da empresa licitada Revita".

  • http://www.pelotas.com.br/download/programacao-consciencia-negra.pdf

    Nossa querida Pelotas 'diabética' terá seu segundo 'Doce Natal', avisa Prefeitura

    Sérgio Estanislau

    Decoração de Natal chega ao Largo do Mercado Público

    Última atualização: às 20h03 de 21/11/2014

    Tudo em Pelotas é "doce"... Por causa da tradição da doçaria portuguesa, os gênios da publicidade local batizam todo santo evento de "Doce". 

    Além da Fenadoce propriamente dita, no Carnaval temos a "Doce Folia". Agora chegou a vez, segundo a Prefeitura, da 2ª edição do "Doce Natal". Não que o Natal tenha começado no governo Leite. O que começou na atual gestão foi o "Doce Natal...". 

    Não duvidaria que, no futuro, criassem o "Natal em calda..."

    A programação oficial do Natal vai de 29 de novembro a a 28 de dezembro. A praça Pedro Osório, aquela onde a Prefeitura não fez a feira do livro de 2013 para não estragar a praçaserá - confessa a Prefeitura - "palco dos shows de luzes na Fonte das Nereidas". E o release diz mais: "O Centro Histórico será todo iluminado com holofotes e uma das maiores Árvores de Natal do Estado já foi montada na esquina do Mercado Central, com 15 metros de altura".

    Eu não sei bem o significado que tem para Pelotas ter "uma das maiores árvores de Natal do Rio Grande do Sul", mas pelo jeito a prefeitura acha importante isso aí..."

    Papai Noel em 2013

    No dia 5 de dezembro, o Papai Noel chega a Pelotas e receberá as chaves da cidade das mãos do prefeito Eduardo Leite. 

    O tucano está escolado na entrega de chaves. 

    Foi uma das coisas que ele mais fez até agora, entregar chaves de viaturas - para o Sanep, para a Guarda Municipal e outras repartições, com foto e tudo.

  • http://wp.ufpel.edu.br/portodasartes/

    Estima, Leite e Paula contratam 'descendente' de Steve Jobs para criar uma réplica do Vale do Silício em Pelotas


    Pensando em instalar e desenvolver o Pólo Tecnológico de Pelotas (que não sai do papel, apesar da publicidade), o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pelotas, Fernando Estima, anunciou nesta sexta (21) que ele, Leite e Paula contrataram, sem licitação, um dos membros da equipe original de Steve Jobs. Steve, tema do vídeo acima, para quem não conhece, é o mítico criador da Apple, gigante dos computadores. A intenção da Prefeitura é instalar uma versão local do Vale do Silício. A notícia acima é falsa, mas pelo menos a gente avisa. Já o relato do vídeo com Jobs é verdadeiro, assim como a Apple.

    LEIA MAIS: 

    Parque Tecnológico de Pelotas: "O negócio continua a ser pedir quindim e café no Aquário e esperar para ver o que acontece

  • Prefeito e construtora Idealiza se unem para fazer a população de trouxa. Eu, hem!

    Rubens Filho


    Última atualização: às 04h23 de 24/11/2014

    O prefeito Eduardo Leite resolveu dar apoio público à construtora Idealiza, uma empresa privada, em evento da firma chamado de “Pelotas como eu quero”, marcado para 29 e 30 de novembro. O subtítulo é “um workshop de cocriação sobre Pelotas”. A chamada final é: “Vamos conhecer as percepções sobre como Pelotas é hoje, construindo em conjunto visões de futuro para temas como cultura, sustentabilidade, negócios e relações entre as pessoas. Participe”.

    Primeiro, não tem o menor cabimento a Prefeitura ceder um trecho de rua (a Lobo da Costa, em frente da Praça Coronel Pedro Osório) a uma empresa privada, para um evento privado. Lembram quando a Prefeitura cedia a quadra em frente ao Diário Popular para que o jornal fizesse ali o tal Concurso de Conjuntos Vocais, aquele que ainda recebia dinheiro da Prefeitura, que tinha como prefeito (Fetter Jr.), um dos sócios-proprietários do próprio jornal? Um belo dia o Ministério Público recomendou que parassem. Foram anos, mas pararam.

    Pois agora o prefeito tucano cede a rua para a construtora Idealiza fazer um evento com o objetivo anunciado de "chamar a população para ouvir o que esta tem a dizer sobre a cidade que deseja". Pura balela, já que existe um Plano Diretor da cidade, mal ou bem aprovado na Câmara de Vereadores. O PD, e só ele, com todos os seus defeitos, é que regra a ocupação da cidade. Logo, não passa de marketing para pegar trouxa isso de “querer ouvir a população”, sobretudo num fórum informal. Ou então vai ver eu é que sou burro e o pessoal está se antecipando ao projeto da presidente Dilma e querendo criar em Pelotas os conselhos populares, para instalar aqui a democracia direta. Será isso?

  • Conteiner misterioso sobre canteiro da praça Pedro Osório expõe contradição oficial

    Voz do leitor

    Conteiner na praça

    A vice-prefeita Paula Mascarenhas não quis realizar a Feira do Livro na Praça Coronel Pedro Osório, em 2013, dizendo, entre outras coisas, que era preciso preservar a praça dos maus tratos. Já neste ano, vai entender, a Prefeitura voltou com o evento para a praça.

    Paula: idas e vindas

    Leia também"Pelotas é uma paisagem fantasma de usurpação e decadência", afirma Gilmar Iost

    A confusão sobre o que fazer está grande. Ainda mais quando se observam coisas como este conteiner que apareceu, ontem, sobre um canteiro do logradouro, próximo do banheiro público. 

    Qual a utilidade disso eu não sei, não sei também como permitem a instalação dessa coisa ali. Vai ver querem transformar a cidade, que já está abandonada e suja, em definitivo, numa favela.

    Jurandir, leitor do site

  • Há dois anos morria nosso amigo e colega Victor Schroder, aos 25 anos de idade

    Rubens Filho

    Victor Schroder autografando na feira do Livro

    Última atualização: às 14h10 de 20/11/2014

    Neste mês (17), fez dois anos da morte de nosso amigo e colega Victor Schroder, vitimado por câncer no cérebro. Tinha 25 anos de idade. Lembro do Victor com orgulho pela pessoa que era e por tê-lo cativado - e com saudades imensas. 

    Apesar da nossa diferença etária, eu tinha 51 na ocasião, sempre nos demos como se fôssemos na mesma geração. 

    Algo de puro e honesto, talvez ingênuo, nos movia nos primeiros tempos do site.

    Foi um momento em que o Amigos tinha a plataforma de blog e ainda não tínhamos a pretensão de fazer deste espaço um empreendimento formal, como hoje.

    Foram os melhores anos do Amigos de Pelotas, como sempre ocorre aos projetos que exigem criatividade e são tocados pelo ideal, os primeiros anos, e devo dizer, para ser totalmente honesto, que sinto saudades não só dele, mas de mim mesmo naquele período.

    Daqui em diante me socorro da ajuda do amigo e colega Roberto Soares, companheiro do blog-site desde os primeiros momentos. 

    No dia posterior à morte de Victor, Roberto escreveu o texto abaixo:

  • Leite confirma com outro gesto sua maior proximidade com setor da construção, principal financiador de sua campanha eleitoral

    Última atualização: às 00h30 de 23/11/2014

    O prefeito de Pelotas, Eduardo Leite, deu uma nova demonstração da crescente proximidade que tem mantido com algumas construtoras. A prefeitura, agora, dá "apoio", emprestando sua marca pública, a evento privado da construtora Idealiza.

    O proprietário da firma é irmão do coordenador (não presidente, como eu escrevera antes) da entidade Aliança Pelotas e da Associação Rural. 

    A 'Aliança' reúne empresários e pressiona, nos bastidores, a secretária de Gestão da Cidade, Joseane Almeida, a liberar com mais urgência licenças para obras (veja mais no link). 

    A pressão deu resultado, ao ponto de Leite ter aceitado a criação de uma espécie de "câmara setorial" destinada a acelerar a liberação oficial de licenças.

    Propaganda do evento da empresa Idealiza, com apoio público ao marketing e cedência de espaço físico na rua a evento privado

    LEIA MAIS:

    Leite aproxima do governo os construtores, segmento que mais doou dinheiro para sua campanha


  • Parque Tecnológico de Pelotas: "O negócio continua a ser pedir quindim e café no Aquário e esperar para ver o que acontece"

    Parque não sai do papel, apesar da grande exposição na mídia em outubro de 2013

  • O que mais me incomoda é o silêncio dos petistas honestos

    Rubens Filho

    Cena de O Poderoso Chefão

  • Vereadores em desconexão com a lei e a sociedade

    Maximilian Canez Fernandes

  • Roubalheira na Petrobras não trouxe às ruas de Pelotas os manifestantes de 2013

    Vivi Stuart

    Manifestantes de junho 2013, no Largo do Mercado
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