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OPINIÃO
  • Uma repórter de tevê acaba de fazer a seguinte afirmação, numa matéria sobre a Páscoa:

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  • João de Barro é um pássaro que recusa as próprias asas. Na sua fixação por fixar residência, é ainda um presunçoso. Apesar da mediocridade arquitetônica (quarto e sala), só mete o bico na obra ele próprio. Não é preciso ver em bola de cristal que cada vez mais nós o imitamos. De repente, a certa altura, passamos a ver no imóvel nossa maior realização na vida. Por isso, quando me vejo diante de quem se vangloria da compra da casa própria, ensinando “pois é importante a pessoa ter seu espaço”, pergunto-me se ainda existe no mundo quem não sobreponha à nobreza de anseios coletivos a mesquinhez da segurança privada de um teto?

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  • Prêmio Nobel de 1998, Jose Saramago, falecido em 2010, é considerado por muitos um autor de livros de uma ideia só, com enredos aborrecidos e parágrafos intermináveis e cansativos por causa da ausência de pontuação. A própria figura do autor, em entrevistas, colabora para isso: suas declarações na maioria das vezes não passam de obviedades surradas ditas de um modo pomposo, algumas palavras fora da ordem natural da frase, um objeto antes do sujeito, um verbo enfático no início, fazendo de conta que fala algo absolutamente novo e brilhante, meio que sublinhando palavras vazias.

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  • Não é somente na ambição da casa própria que o joão-de-barro é o pássaro mais parecido com o homem

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  • O Brasil de 2014 até 2018 passa por dois pernambucanos que vão influir em nossos rumos. Eduardo Campos tem elogiado Lula, mas o inverso não é verdadeiro:  “A Marina eu compreendo porque ela e a Dilma foram minhas ministras e eu acompanhava as divergências das duas, mas o Eduardo eu não entendo", disse Lula agora em abril.

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  • Nos olhos meus: "Muros transparentes"

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  • O cineasta iraniano Asghar Farhadi conquistou notoriedade com o espetacular A Separação (2011), vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim e do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Seu novo longa, o ótimo O Passado, venceu dois prêmios no Festival de Cannes, além de ser indicado à Palma de Ouro.

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  • O aziago mês de agosto do ano da graça de 2011 marcou a confluência de duas comemorações contraditórias: os 45 anos do afogamento sob torturas do ex-sargento do Exército Manoel Raimundo Soares e os 100 anos de nascimento do general Golbery do Couto e Silva.

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  • Este texto foi publicado originalmente em 16/09/2011 (RF)

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  • Assessor do PT que hostilizou Barbosa pede demissão
    18/04/2014 | 20h30

    Rodrigo Grassi

    Rodrigo Grassi, assessor parlamentar da deputada federal Érika Kokay que hostilizou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na saída de um bar na Asa Sul, pediu exoneração do cargo.

    Grassi afirmou, em nota, que tomou a decisão após o vídeo que ele postou na internet ter sido usado de forma eleitoreira nas redes sociais para prejudicar a deputada.

    Diz ainda que vai se dedicar à militância e que pode abandonar o Partido dos Trabalhadores, ao qual é filiado desde a adolescência.

    LEIA MAIS:

    - Homem hostiliza ministro Joaquim Barbosa

    - 'Agressor' é CC da deputada do PT

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  • http://www.pelotas.com.br/
    O simbolismo do ovo
    18/04/2014 | 19h55

    Vivi Stuart

    Uma repórter de tevê acaba de fazer a seguinte afirmação, numa matéria sobre a Páscoa:

    "O ovo é símbolo da vida"...

    Sempre fico espantada quando percebo o quanto podemos nos enriquecer culturalmente, assistindo à televisão no Brasil. Melhor que isso só ouvindo certos programas esportivos de rádio aqui da região.



    Vivi Stuart é jornalista e assistente da Redação.

    Outros textos da autora.


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  • http://www.livrariamundial.com.br/
    Nosso, em português
    18/04/2014 | 17h37

    "A crise que sacode as joias da Coroa - Petrobras e Eletrobras - e instala-se em núcleos de excelência como Ipea, IBGE e Embrapa tem origem no mal endêmico do patrimonialismo. As coisas nossas estão se tornando 'cosa nostra'" (MS) 


    Marina Silva*

    "O petróleo é nosso" foi o lema de um grande consenso que embasou o controle estatal do território e dos recursos naturais no Brasil, bem como dos instrumentos de promoção do desenvolvimento econômico nos últimos 60 anos. Para o bem ou para o mal, na ditadura militar ou na democracia, o consenso nacionalista sobrevive ancorado em coisas que nós, brasileiros, identificamos como nossas.

    A crise que sacode as joias da Coroa - Petrobras e Eletrobras - e, surpreendentemente, instala-se em núcleos de excelência como Ipea, IBGE e Embrapa, tem origem para além da política e revela o mal endêmico do patrimonialismo embutido no Estado brasileiro. As coisas nossas estão se tornando "cosa nostra".

    A apropriação privada do que é de todos tem, no âmbito do Estado, uma possibilidade de solução política. Podemos investigar, responsabilizar, separar o joio do trigo, sanear as organizações. Mas, e o imenso território da nacionalidade, expropriado do povo pela ganância de poucos, como recuperá-lo?

    É difícil dimensionar a tragédia. A organização britânica Global Witness divulgou nesta semana uma lista de 908 ambientalistas assassinados nos últimos dez anos em 35 países. O Brasil é o campeão, com 448 mortes, quase a metade do total. Algumas foram amplamente noticiadas, como a da irmã Dorothy Stang, assassinada em 2005; outras, tratadas com indiferença. Em apenas 1% dos casos os culpados são condenados.

    Amanhã é dia de outra tragédia: no 19 de abril, dedicado ao índio --que antes também era "nosso"--, só aqueles que se apropriam de seus territórios e riquezas têm motivos para comemorar. Prossegue, no Congresso Nacional, a tentativa de dificultar as demarcações e facilitar as invasões, com projetos de mudanças nas leis para tornar privado um direito que sempre foi público. Afinal, as terras indígenas pertencem à República, a todos nós, assim como os minérios no subsolo, as águas, as florestas e a biodiversidade.

    Para que alguns se tornem "donos da pátria" é necessário tornar aceitável um nacionalismo excludente, etnocêntrico e assentado num sentimento de posse que anula a noção de pertencimento de índios, negros e pobres. O que é entendido como direito natural de uns, pode ser, no máximo, uma concessão que estes fazem aos outros. Esse é o nó central da nacionalidade.

    A erradicação desse pernicioso sentimento de posse exigirá tempo e capacidade de autorreconhecimento das parcelas expropriadas da população. Exigirá também um maior senso de responsabilidade com o que é nosso. Felizmente, ainda existem índios, com quem podemos reaprender a ser brasileiros.

    * Ex-ministra do Meio Ambiente, ex-senadora pelo Acre e pré-candidata a vice-presidente na futura chapa com Eduardo Campos, ambos no PSB.

    * Artigo publicado originalmente na Folha de S. Paulo, nesta sexta (17).

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  • Caim
    18/04/2014 | 15h31

    Marcos Macedo

    Prêmio Nobel de 1998, Jose Saramago, falecido em 2010, é considerado por muitos um autor de livros de uma ideia só, com enredos aborrecidos e parágrafos intermináveis e cansativos por causa da ausência de pontuação. A própria figura do autor, em entrevistas, colabora para isso: suas declarações na maioria das vezes não passam de obviedades surradas ditas de um modo pomposo, algumas palavras fora da ordem natural da frase, um objeto antes do sujeito, um verbo enfático no início, fazendo de conta que fala algo absolutamente novo e brilhante, meio que sublinhando palavras vazias.

    Alguém já disse que nunca devemos conhecer o escritor antes de conhecer sua obra. Escritores normalmente estão aquém de seus livros e são uma decepção para os leitores.

    Para todos aqueles que não gostam de Saramago, que o acham um chato, “Caim” é uma excelente oportunidade para mudar de idéia.

    José Saramago

    Os parágrafos enormes trazem para perto do leitor a distante e misteriosa história bíblica. É tentador fazer o exercício de quebrar os parágrafos para ver como ficariam. O efeito é dar fôlego para o leitor no meio da narrativa, dar um espaço para pensar e fazer considerações sobre a história.

    Mas aí se perde uma das qualidades de Saramago: a imersão no texto. Ao entrar em seus parágrafos longos, temos de atravessá-los até o fim, sem parar para respirar, sem raciocinar, sem duvidar de sua narrativa, apenas ouvindo o que o autor tem a dizer, sua versão da história e suas opiniões. Seus longos parágrafos são um engenhoso pedido de silêncio para a platéia, para que tenham ouvidos apenas para a história e não interrompam o autor.

    Saramago explora as contradições do Antigo Testamento. Por que Deus foi condescendente com Caim, o assassino de seu irmão Abel? Por que Ele matou crianças e mulheres em Sodoma e Gomorra? Que Deus é esse que julga importante Abraão estar disposto a sacrificar seu filho Isaac para mostrar que Ele é mais importante que tudo?

    O final de “Caim” é surpreendente. Para os leitores – e para Deus. Ter colocado o sinal de imunidade na testa de Caim custará caro ao Criador.



    Marcos Macedo é economista.

    Outros textos do autor.


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  • Programa do PSDB 17/04/2014
    18/04/2014 | 15h07
  • As invenções de Garcia Márquez como jornalista
    18/04/2014 | 14h14

    Este texto foi publicado na bbc. Seu autor, Néfer Muñoz, é jornalista nascido na Costa Rica, com doutorado em literatura na Universidade de Harvard. Sua tese é “Romanceando o jornal e reportando o romance na América Latina”

    Em 1954, o jornal colombiano El Espectador envia um de seus jovens jornalistas, Gabriel García Márquez, para cobrir um grande protesto contra o governo na remota cidade de Quibdó, no estado de Chocó.

    Após dois dias viajando na selva, García Márquez e seu fotógrafo chegam finalmente a seu destino e têm uma surpresa: a cidade de Quibdó está completamente calma. O correspondente local do El Espectador, Primo Guerrero, havia inventado fatos que narrou para a redação em Bogotá.

    Ou seja, García Márquez percebeu que os protestos não ocorreram. Diante do panorama, o jovem jornalista diz a Guerrero que não quer voltar para a capital de mãos vazias. Os dois fazem um acordo e, “com tambores e sirenes”, convocam e organizam um protesto para escrever a reportagem e tirar as fotos.

    A matéria é publicada no El Espectador com o título História íntima de uma manifestação de 400 horas e, nela, García Marquez afirma que o protesto durou 13 dias, “nove dos quais choveu de forma implacável”.

    A reportagem dizia que, sob a chuva, os manifestantes choravam e se lavavam na via pública.

    Anos mais tarde, ao se lembrar do episódio, em uma entrevista com o jornalista Daniel Samper, o escritor confessou: “inventávamos cada notícia…”

    Uma das características dos romances de García Márquez era sua capacidade de inventar uma “realidade que transborda”, segundo escreveu o crítico Claudio Guillén. E isso está relacionado, em parte, com o uso da hipérbole, o exagero.

    “O quanto é comum o exagero no jornalismo de García Márquez?” Para minha tese de doutorado, estudei a promíscua relação entre o jornalismo e a literatura na América Latina.

    No caso de García Marquez, é possível detectar exageros e invenções em diferentes etapas de seu jornalismo. Em alguns momentos, esses exageros e invenções estão presentes de uma forma abundante e aberta e, em outras, de forma dosada e velada. Este é um fenômeno que se enquadra no que chamamos de realismo mágico de García Márquez.

    O escritor peruano Mario Vargas Llosa, em seu livro História de um Deicídio, documenta a invenção que García Márquez fez do protesto em Quibdó e disse que era parte de sua personalidade aventureira e sua satisfação pelos feitos e pelos personagens inusitados.

    Segundo Vargas Llosa, “o que seduzia” García Márquez no jornalismo não eram as páginas editoriais, mas o trabalho da reportagem “que se mobiliza para encontrar a notícia e, se não a encontra, a inventa”.

  • Sem chuva, nada somos
    17/04/2014 | 21h27

    Geraldo Hasse

    Não é somente na ambição da casa própria que o joão-de-barro é o pássaro mais parecido com o homem

    Poucas coisas nesta vida são tão ternas e comoventes como a cantiga do joão-de-barro após a chuva.

    Quem já ouviu, sabe. Quem nunca ouviu, que se ligue nesse momento singelo que não dura mais do que dois minutos, se a tanto chega. É muito mais breve do que o canto da corruíra ao amanhecer ou o pipilar da perdiz ao cair da tarde. É um canto único e particular. Genuinamente singelo como uma prece.


    Sem a estridência de outros momentos, depois da chuva o joão barreiro cantarola em tom baixo, na faceirice típica de quem se rejubila por transmitir à companheira (e ao mundo) toda ternura que lhe vai no peito por um acontecimento tão trivial e tão essencial à sobrevivência de todos os seres vivos.

    Do alto de um galho, passada a chuva, o bichinho já adivinha feliz que, por baixo das poças d´água, o solo amoleceu, gerando o barro propício à construção das casinhas redondas que vemos nos postes, nas porteiras, nos telhados e nos galhos das árvores.

    Mesmo quem não está habituado à linguagem dos pássaros recebe intuitivamente a cantiga pós-chuva do barreiro como uma mensagem de agradecimento, um manifesto de íntimo aconchego com a Natureza naquilo que ela tem de mais elementar – a dádiva suprema da chuva.

    Foi observando o joãozinho barreiro que  o homem construiu sua primeira morada mais sólida e duradoura. No começo era só barro batido sobre paus a pique, depois veio o cozimento do tijolo e da telha canoa. Mas não é somente na ambição da casa própria que o joão-de-barro se parece com o homem.

    Observe-se o jeito calmo d’ele caminhar. Efetivamente, o joão caminha, passo a passo, como se humano fosse. Ao contrário da maioria dos passarinhos, que se deslocam saltitando ou pulando, o joão-de-barro parece andar de mãos nos bolsos, de peito estufado, como se quisesse nos dizer: “Sou capaz de construir uma casa por ano, mas somente se chover. Sem chuva nada feito.”

    Sim, de fato, sem chuva não haverá casinha de barro nem lavouras ou criações e tampouco operação de usinas hidrelétricas. Ouviram, humanos?

    LEMBRETE DE OCASIÃO

    “Na excitação em torno do desenrolar de suas potencialidades científicas e técnicas, o homem moderno construiu um sistema de produção que violenta a natureza e um tipo de sociedade que mutila o homem (...). Esta é a filosofia do materialismo, filosofia que está sendo agora contestada pelos acontecimentos.”

    E. F. Schumacher, Small Is Beautiful, 1973 - O Negócio É Ser Pequeno, segundo a tradução de Octavio Alves Velho, Zahar Editores, Rio



    Geraldo Hasse é jornalista e escritor.

    Outros textos do autor.


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  • Grupo Abril chama Falconi para ser 'mãos de tesoura'
    17/04/2014 | 21h10

    Empresa de Falconi é a mesma contratada pela Prefeitura de Pelotas, para melhorar os resultados do ensino-aprendizagem

    Do site 247

    Vicente Falconi

    O Grupo Abril acaba de tomar a decisão, ensaiada desde o ano passado, de emagrecer, em definitivo, como editora de revistas. Por decisão direta da dupla de comando Gianca Civita, presidente do Conselho de Administração, e Fábio Barbosa, presidente da Editora Abril, acaba de ser contratada a consultoria Instituto de Desenvolvimento Gerencial, fundada e dirigida pelo engenheiro Vicente Falconi.

    Autor de livros sobre gestão e assessor de recursos humanos contratado por diferentes empresas, ele é conhecido no ramo como "Falconi Mãos de Tesoura", em razão das sugestões de reestruturação que incluem profundos cortes de pessoal para darem certo.

    Por coincidência, ainda, a chegada de Falconi como consultor da presidência acontece no mesmo momento em que novas demissões ocorrem na até aqui intocável revista Veja. 

    No ano passado, dentre o fechamento de quatro títulos, fusão e reestruturação de outros dez e cerca de 150 demissões, a Veja havia sido poupada. Ali, dez cortes ocorreram em agosto do ano passado, mas algumas dispensas tiveram caráter político. Foi o caso do correspondente da revista em Nova York, André Petry, que era visto pelo atual diretor de redação, Eurípedes Alcântara, como um sombra em sua zona de poder.

    Desde que assumiu o Grupo Abril, em razão da morte de Roberto Civita, seu pai, em maio do ano passado, Giancarlo Civita, o Gianca, rapidamente definiu o rumo a seguir. Ele chegou a declarar ao jornal Valor Econômico que o mundo dos fundadores – seu avô, Victor (1907-1990), e os dois filhos – era outro, e o momento presente exigia uma companhia voltada para novos mercados além do das revistas.

    Em agosto, Gianca mostrou ao que veio, promovendo cortes nas redações e acentuando a política de investir na compra de colégios de renome. Neste setor, a Abril já exibe um portfolio de dez instituições de ensino, com investimentos anuais de cerca de R$ 100 milhões no setor.

    Com Falconi junto do Grupo Abril, a sinalização é a de que a área de revistas perderá ainda mais prestígio interno, passando cada vez mais a um tipo de gerenciamento em que a antiga 'mãe', como a empresa já foi chamada por muitos de seus funcionários, vira 'madrasta'

    MAIS: 247

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  • Feira do Livro deve voltar à praça
    17/04/2014 | 14h44

    Em primeira reunião com livreiros, em torno da organização da Feira do Livro deste ano, a vice-prefeita, Paula Mascarenhas, disse a eles que não se opõe a que o evento volte a ser realizado na Praça Coronel Pedro Osório, desde que o tamanho das bancas seja padronizado. 

    Proposta oficial é que a decisão final sobre o local seja tomada em conjunto - por Prefeitura e Câmara Pelotense do Livro.

    Em 2013, a Prefeitura retirou a feira da praça. Levou-a para o Mercado Público, alegando dois fatores principais: para evitar o congestionamento do público e para que a praça não fosse danificada.

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  • Trabalhos da CPI da Fernando Osório avançam
    17/04/2014 | 14h01

    Vereadores de Pelotas aprofundam trabalhos na CPI que investiga a obra de asfaltamento da avenida Fernando Osório, executada durante o governo anterior, de Fetter Jr. Estão concentrados no asfalto, que está esfarelando e cuja camada é mais fina do que deveria, embora haja problemas em outras partes da obra de "requalificação da via" (veja nos links abaixo).

    Um engenheiro acompanhou vereadores nesta quarta (16), em inspeção da avenida.

    Em entrevista ao Amigos, direção da Construtora Pelotense, uma das duas empresas do consórcio que realizou a obra, diz que "deseja ser chamada na CPI, pois possui uma papelada comprovando que avisou a Prefeitura que a camada de asfalto (definida em projeto da Prefeitura) seria insuficiente para a eficiência da obra". 

    "Mesmo assim - diz a direção da Pelotense - a Prefeitura insistiu na realização da obra com menos asfalto do que o necessário".

    LEIA MAIS:

    - CPI da Fernando Osório tem potencial para afetar Fetter

    Prefeitura aciona Construtora por reparos na Fernando Osório

    Legislação garante reparos na Fernando Osório

    Fernando Osório terá reparos e novo projeto

    Prefeito e vice pedalam atrás de soluções

    Problemas persistem na Fernando Osório

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  • Dois pit stops: um em 1950, outro hoje
    17/04/2014 | 12h55
  • No quartel de Abrantes
    17/04/2014 | 12h33

    Montserrat Martins

    O Brasil de 2014 até 2018 passa por dois pernambucanos que vão influir em nossos rumos. Eduardo Campos tem elogiado Lula, mas o inverso não é verdadeiro:  “A Marina eu compreendo porque ela e a Dilma foram minhas ministras e eu acompanhava as divergências das duas, mas o Eduardo eu não entendo", disse Lula agora em abril.

    ____________________________

    "Uma coisa é ser fiel ao governo porque se

    tem medo de perder os programas sociais –

    do bolsa família ao minha casa minha vida – 

    outra é tentar captar eleitores de uma líder

    cujo carisma é pessoal e intransferível"

    Se a decisão fosse hoje, o ex-presidente podia dormir tranqüilo: dia 14 foi oficializada a chapa com Eduardo a presidente e Marina a vice e, ao contrário do que Lula conseguiu com Dilma, nada indica que o povo que simpatiza com a ex-ministra irá transferir seus votos para o neto de Miguel Arraes. Uma coisa é ser fiel ao governo porque se tem medo de perder os programas sociais – do bolsa família ao minha casa minha vida – outra é tentar captar eleitores de uma líder cujo carisma é pessoal e intransferível.

    É verdade que as pesquisas podem mudar, que são apenas um retrato do momento, mas para isso teria de haver um motivo e se observarmos os sentimentos das pessoas podemos notar algumas tendências. Há um lado racional, o desejo de estabilidade, que num país com pleno emprego e estabilidade econômica favorece a reeleição em primeiro turno. O outro lado da moeda, o desejo de mudar, só teria vazão com alguém que inspirasse muita confiança, alguém a quem confiaríamos a chave da nossa casa se fosse preciso. É desse empatia pessoal e intransferível frente à população que  estamos falando, o único fator de mudança possível.

    Esse sentimento não é meu, tenho ouvido diariamente até de pessoas que não gostam de Marina Silva que a única chance de termos segundo turno é se o Eduardo tiver um gesto de estadista e inverter os papéis, se colocando de vice de sua vice carismática. Um gesto que só os grandes líderes são capazes de fazer, uma renúncia pessoal que se pode esperar apenas de quem tem a grandeza e a inspiração do inesquecível Arraes.

    Marina Silva

    Não é nada confortável a situação de Eduardo, correr o risco de não conseguir levar o projeto que representa para o segundo turno. Mais que isso, ele e seu partido sabem que – depois de haverem crescido sempre em parceria com o lulismo – no momento em que ambicionam o posto máximo, a partir de agora se tornam “inimigos do rei” e que este irá “salgar a terra” onde pisarem.

    Por paradoxal que seja os ex-adversários Sarney, Collor, Maluf e Renan estarem todos de bem com o lulismo, enquanto Eduardo estava ao lado de Lula todos esses anos, é sua rebeldia que o tornará o principal alvo do governo, mais até do que Aécio, já que nada indica que os tucanos consigam retornar ao poder. Ao ambicionar o trono do conterrâneo (ocupado pela criatura fiel ao seu criador), o pernambucano mais jovem está atraido a ira do antecessor que já avisou que não o entende, como um rebelde sem causa. Sua ousadia, não apoiada ainda pelo povo, pode lhe levar à terra salgada. E tudo segue como dantes no quartel de Abrantes.


    Montserrat Martins é médico e bacharel em ciências jurídicas e sociais.

    Outros textos do autor.


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  • Puro prazer, The Wade Brothers (fire)
    16/04/2014 | 19h54

    Fotografia

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  • Presidente do PT cobra renúncia de André Vargas
    16/04/2014 | 18h56

    “Por mim já deveria renunciado”, disse há pouco ao Blog do Noblat o presidente do PT, Rui Falcão, a propósito do recuo de André Vargas (PT-PR) da decisão de renunciar ao mandato de deputado federal.

    O Conselho de Ética da Câmara abriu processo para cassar o mandato de Vargas, suspeito de ser sócio informal do bicheiro Alberto Youssef, preso há um mês pela Polícia Federal.

    A opinião predominante dentro da Executiva Nacional do PT é a de que Vargas está demorando a renunciar, o que só expõe o partido a desgaste.

  • Vox Populi dá Dilma no primeiro turno, com 40%
    16/04/2014 | 18h46

    Levantamento realizado pelo Instituto Vox Populi e divulgado pela revista CartaCapital na tarde desta quarta (16) aponta, mais uma vez, a vitória da presidente Dilma Rousseff já em primeiro turno, com 40% das intenções de voto.

    Em relação à pesquisa Vox Populi divulgada em fevereiro, Dilma caiu 1 ponto percentual, o que demonstra estabilidade. Os dois adversários praticamente não avançaram sobre os índices da presidente. Aécio Neves, do PSDB, registrou 16%, e Eduardo Campos, do PSB, 8%.

  • Adiada inauguração da Biblioteca Mário Osório Magalhães, cujo trabalho de historiador não era unanimidade
    16/04/2014 | 15h07
    Mário Osório Magalhães

    UFPel informa o adiamento da inauguração da Biblioteca do Lyceu. Marcado para esta quinta (17), o evento não tem nova data definida.

    A Biblioteca do Lyceu atenderá os cursos de Relações Internacionais e de Hotelaria e, segundo a Universidade, tem como uma das principais atrações as obras do acervo pessoal do escritor Mário Osório Magalhães, doadas pela família. Mário faleceu em 19 de setembro de 2012. O acervo, mais de duas mil obras, estará disponível numa sala que levará o nome do docente e escritor.

    Da Redação - Mário Magalhães se destacou como professor de história. Com sua dedicação a contar a história de Pelotas e de antepassados de sua família, passou a ser considerado historiador. Parte do trabalho de Magalhães nesse âmbito, contudo, foi e é questionado em círculos intelectuais como visão "fantasiosa e edulcorada" da realidade. (RF)

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  • Licitação de ônibus em Porto Alegre acaba com IPK, vilão do cálculo de tarifas vigente em Pelotas
    16/04/2014 | 14h55

    O edital de licitação para transporte coletivo em Porto Alegre não contém mais o Índice de Passageiro por Quilômetro (IPK), utilizado para efeito de cálculo da tarifa.

    O mesmo IPK é utilizado hoje para calcular a tarifa dos ônibus em Pelotas.

    Segundo o diretor-presidente da EPTC (Empresa Público de Transporte e Circulação), Vanderlei Cappellari, o IPK é o grande vilão que fez com que a tarifa de ônibus de Porto Alegre crescesse muito mais que a inflação nos últimos anos, porque as perdas de passageiros – que ocorriam anualmente graças à migração de usuários para o carro – ocasionavam aumento da tarifa.

    Agora, segundo  o edital, perdas de passageiros de até 1,9% anual não incidirão no valor da passagem, apenas após um período de quatro anos. “Mais que 1,9% nós temos que fazer o reequilíbrio econômico, se não nem teríamos interessadas na concorrência”, afirma Cappellari. 

    Além disto, o aumento no número de passageiros trará recompensas para as empresas – e para os próprios usuários. Se houver incremento anual de passageiros, metade dele incidirá no lucro das empresas e metade para redução do valor das passagens. 

    “Isto visa a conquista de passageiros, e para isto as empresas terão que estar sempre buscando melhor gestão, melhor qualidade nos serviços”, afirma o diretor-presidente da EPTC.

    O prefeito de Pelotas promete a publicação do edital da licitação local para julho próximo.

    (Com informações do Sul21)

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  • José de Abreu pede que Lula e Dilma apoiem José Dirceu
    14/04/2014 | 11h43

    "Como confiar num líder que abandona seu companheiro numa prisão injusta? Lula e Dilma têm que se manifestar urgentemente! Temos que fazer uma campanha nacional liderada por Lula e Dilma contra a injustiça a que Dirceu está submetido".

    José de Abreu, ator

    José de Abreu, ator

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  • Dilma promete combater ações criminosas praticadas no programa Minha Casa, Minha Vida
    14/04/2014 | 10h14

    Em Pelotas, Procuradoria da República ingressou com ação em 2011 contra imobiliárias Fuhro Souto, HFM e construtora Capamax, por cobranças irregulares no Programa federal. Conseguiu liminar judicial proibindo aquela prática. Ação, contudo, continua sem julgamento final

    Veja aqui a íntegra da ação da Procuradoria em Pelotas

    Justiça proíbe cobrança de corretagem no Minha Casa em Pelotas

    - Sinduscon-Pelotas promete ao MP não cobrar corretagem

    A presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda (14) que o governo vai utilizar todos os meios legais para impedir que criminosos roubem as propriedades das famílias beneficiadas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida

    Por meio de parcerias, a Polícia Federal vai apoiar as polícias estaduais nas investigações para impedir e reprimir abusos e crimes. 

    Dilma lembrou que quem recebe subsídio do governo não pode vender a casa por dez anos.

    “Assim, toda compra feita desses proprietários originais, fictícia ou não, é ilegal. E nós, do governo, apoiaremos sempre o proprietário original para assegurar seu direito à moradia”, acrescentou.

  • Caluniador de filho de Lula na internet é executivo do Instituto FHC
    14/04/2014 | 08h57

    Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Lula, pediu a abertura de um inquérito no 78º. DP, na capital paulista, para a identificação dos responsáveis por boatos na internet de que seria dono de grandes áreas de terra e supostas mansões e aviões, além de empresas. Uma das áreas mostradas é, na verdade, da Escola Superior de Agricultura (Elsalq), de Piracicaba.

    Seis internautas já foram chamados a depor. Apenas um, Daniel Graziano, ainda não compareceu. Daniel é gerente administrativo e financeiro do Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), ligado ao ex-presidente tucano. 

    É filho de Xico Graziano, coordenador da área de internet do pré-candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves. Procurado no iFHC, ele não retornou. Os outros intimados – Roger Lapan, Adrito Dutra Maciel, Silvio Neves, Paulo Cesar Andrade Prado e Sueli Vicente Ortega – disseram acreditar que os comentários sobre compra de fazendas e aviões fossem verdadeiros e não teriam “pensado na hora de fazer as postagens”. 

    O advogado de Lulinha, Cristiano Zanin Martins, diz aguardar o resultado das investigações para definir se entrará ou não com processo contra as pessoas que “macularam a imagem” de seu cliente.

    Lulinha mora no Paraíso, na capital paulista, numa área de classe média. No seu prédio, diz ele, nenhum morador conversa com ele. Por outro lado, diz ser abordado o tempo todo pelos porteiros, faxineiros, garçons e frentistas que querem bater papo e perguntar sobre seu pai.

    MAIS: Brasil Econômico

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