Não à toa o povo se emociona nas inaugurações da Havan

Durante a inauguração da loja da Havan, em Pelotas, sábado passado, prefeita Paula Mascarenhas disse que as pessoas pensam que políticos trazem empresas, mas que não é assim; quem decide vir é a empresa.

Ela tem razão, ainda que governos possam desenvolver políticas atrativas aos investimentos, além de investir na infraestrutura, algo que sempre anima ainda mais o empreendedor.

Político não produz riqueza, uma agulha que seja. O dinheiro que utilizam não é deles. O mérito do poder público em Pelotas foi não ter atrapalhado, pelo contrário.

Pelotas deve festejar a Havan basicamente porque traz emprego, algo em falta na cidade e no País. Não à toa funcionários choram nos eventos de inauguração da loja, como ocorreu em Pelotas com uma garota.

No tempo do pleno emprego do governo Lula havia unanimidade com o PT. Quando o partido meteu os pés pelas mãos, a percepção mudou.

Além disso, no acordo assinado em separado com os sindicatos patronal e funcional, a proposta salarial e de benefícios da Havan foi (é) melhor que os valores pagos no acordo genérico com a categoria na cidade.

Comerciário da Havan ganha mais. Não é lógico criticar quem oferece emprego e renda, ainda mais nas condições propiciadas pela Havan.

Para completar, a escolha do lugar para a loja, o Hipódromo da Tablada, um patrimônio cultural, permitirá ao Jockey manter as portas abertas. Pelo aluguel, o Jockey receberá da Havan R$ 88 mil mensais.

Povo não quer saber de ideologia. Quer é trabalhar. O trabalho é a saída.

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