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Opinião

Xavante não sabe a força que tem

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João JG Garcia *

Nenhum clube de futebol de Pelotas e Interior do RS experimentou desenvolvimento igual ao GE BRASIL. Voltemos um pouco no tempo e veremos um clube crescendo em campo e fora dele, mas ainda representa 1% da região.

Por isso o marketing do clube é o instrutor de um elefante que não domina a selva – porque não sabe a força que tem. Esta é a razão da minha queixa (não da crítica)!

Defendo duas frentes: Conquista de PORTO ALEGRE e Conquista da Região Sul.

Combater o GRENALISMO também de duas formas: aliando-se ao inimigo; combatendo-o descaradamente. Aliando-se sendo à OUTRA na vida deles; enfrentando-o de frente.

Aliar-se significa dizer: “Está bem, o GRENAL é teu primeiro AMOR, então serei a OUTRA, tu continuas GRENAL e tua opção sou eu, BRASIL”.

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O enfrentamento se dará num novo estadio confortável e moderno para a REGIÃO e a disputa constante do título estadual. Chegando à decisão, até a conquista do título. Para isto é necessário permanecer na disputa da Série B, por mais dois ou três anos e então classificar-se para a A.

Isto exige planejamento. Está sob análise da direção do BRASIL propostas minhas de realizar projetos Futuros do Clube:

  1. Congresso Xavante, reunindo torcidas organizadas e movimentos existentes em todo o País.
  2. Montar, com apoio de Movimento Xavante (ONDA XAVANTE) e de torcedores na capital do Estado, uma base para jovens de 15, 17 e 20 anos, sob a coordenação do clube.
  3. Inaugurar um quiosque de vendas de produtos do clube num shopping de Porto Alegre.

A isto chamo de “conquista da CAPITAL”. Assumir a grandeza e continuar crescendo.

Devo dizer que, infelizmente, não recebi resposta.

Estamos no caminho, mas tenho pressa, pois vou fazer 70 anos e não posso esperar.

Transmito a vocês do site meu obrigado e vou chateá-los com minhas opiniões.

Um abraço.

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Brasil e mundo

BBB, a pobreza amada

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Não sabia quem era Naiara Azevedo. Soube por alto, hoje, que é do BBB e já foi “cancelada por ser bolsonarista”, parece.

Digo que não a conheço não porque a menospreze. Realmente não sabia quem era; a rigor, continuo não sabendo. Devo estar fora de moda, apenas isso.

Até mesmo o termo “cancelar”, no sentido que vem sendo empregado (para gente), é recente para mim. Conhecia o termo “gelar”, que me parece, aliás, mais estimulante: figurativamente, significa embarcar uma pessoa em um trem e despachá-la para a Sibéria.

Respeito quem gosta do BBB. Pelo que divulgam, é muita gente, de todas as classes e níveis educacionais. Se há mercado, há de ter valor comercial e razão de ser.

Aparentemente os espectadores se veem na posição de cientistas. Podendo verificar as alterações do comportamento humano sob confinamento, como fazem, em gaiolas, com animais de laboratório.

Vi o primeiro programa mais ou menos. Talvez um pouco do segundo. Não me fisgou.

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Realmente não me toca, não me acrescenta nem me diverte.

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Brasil e mundo

“Você não pode acabar assim”

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O ator Lima Duarte gravou um vídeo para o Instagram com um recado à colega Regina Duarte. Ele critica o fato de ela se ter revelado “Bolsonarista”. Na verdade, lamenta.

“Trabalhamos 10 anos juntos. Não pode acabar assim, Regina. Capricha! Capricha pra não acabar assim”.

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Cultura e diversão

Cinema: King Richard, criando campeãs

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King Richard: Criando Campeãs é a cinebiografia de Richard Williams, pai das tenistas Venus e Serena Williams. Destinado a fazer de suas filhas futuras campeãs de tênis, Richard (Will Smith) utiliza métodos próprios e nada convencionais, em um plano feito especialmente para duas de suas cinco filhas, Serena (Demi Singleton) e Venus (Saniyya Sidney).  

Dirigido por Reinaldo Marcus Green e com o roteiro assinado por Zach Beylin, o longa é visto através da perspectiva do pai, em um drama familiar que mostra o protagonista lutando para oferecer as melhores condições para sua família, visão compartilhada com sua esposa, Oracene ‘Brandy’ Williams (Aunjanue Ellis). Eles desenvolveram uma rotina regrada e rígida, mas repleta de amor e harmonia familiar, com o objetivo de mantê-las longe das ruas e, consequentemente, das drogas. 

Richard é um homem negro tentando fazer suas filhas se destacarem em um esporte dominado por brancos ricos. Mesmo assim, ele continua persistente para tentar chamar a atenção de treinadores renomados, como Paul Cohen (Tony Goldwyn), treinador de John McEnroe e Pete Sampras, e Rick Macci (Jon Bernthal), treinador de Andy Roddick e Maria Sharapova e que, posteriormente, ganhou a fama ao treinar as irmãs Williams. 

Ainda nos anos 90, quando treinava as filhas, Richard disse que Venus seria número 1 do mundo, enquanto que Serena seria uma das maiores da história. Vamos aos fatos: Entre muitos títulos na carreira, Venus Williams foi 5 vezes campeã no lendário torneio de Wimbledon e foi a primeira afro-americana a liderar o ranking mundial.  Serena Williams já possui 23 títulos de Grand Slam e é uma das maiores atletas do esporte. E não é que ele acertou? 

Determinado, teimoso e até mesmo egoísta em algumas de suas convicções, a filosofia de Richard insiste em preservar o bem-estar de suas filhas para que não sejam exploradas e acabem ruindo como outras jovens atletas. No maior desempenho de sua carreira, Will Smith interpreta um dos personagens mais interessantes e complexos de sua filmografia, se destacando pela perfeição vocal e física, conseguindo passar toda a metodologia, determinação e inspiração do personagem. Com uma atuação intensa e poderosa, o Oscar nunca esteve tão perto. 

A fotografia de Robert Elswit, vencedor do Oscar por Sangue Negro, aposta nas cores quentes, e o desenho de produção e a direção de arte recriam a época com exatidão de detalhes, como a velha Kombi do pai, a casa da família, os cortes de cabelo e algumas roupas das jogadoras. Durante os créditos, vemos imagens reais e depoimentos da família Williams ao som de “Be Alive”, de Beyoncé. Uma pena que o filme tenha deixado de lado o início da carreira e todo o talento de Serena Williams. 

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Envolvente e emocionante, King Richard: Criando Campeãs trata da perseverança em tornar seus sonhos realidade.  

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