Pelotas e RS
Advogada diz que laboratório é inocente
A advogada do laboratório denunciado por não estar fazendo exames de Papanicolau na totalidade, mas sim por amostragem, diz que as denúncias são falsas. Cristiane Fonseca falou que “a empresa está sendo envolvida em uma disputa política sem relação com a empresa”. Diz também que está à disposição do Poder Público para prestar esclarecimentos. O […]
A advogada do laboratório denunciado por não estar fazendo exames de Papanicolau na totalidade, mas sim por amostragem, diz que as denúncias são falsas. Cristiane Fonseca falou que “a empresa está sendo envolvida em uma disputa política sem relação com a empresa”.
Diz também que está à disposição do Poder Público para prestar esclarecimentos.
O nome do laboratório tem sido mantido em sigilo.
Ana Costa, secretária de Saúde, disse ontem, em audiência na Câmara, que o caso será apurado pela prefeitura. Ela não condena o laboratório atual, mas, quando confrontada com a denúncia, adiantou que o Executivo deu início a um Chamamento Público para de serviço de outros laboratórios capazes de prestar o serviço.
Pelotas e RS
Sete de Abril tem rachaduras. Técnicos vão avaliar risco de descolamento de parte da parede
Parte da parede que caiu na área das caldeiras do edifício SulBanco.
O Sete de Abril apresenta ainda rachaduras na parede. Técnicos da prefeitura vão vistoriar hoje à tarde.
Brasil e mundo
Idealiza Cidades vence Master Imobiliário e se prepara para levar Parque Una à Paraíba
A Idealiza Cidades venceu o 32º Prêmio Master Imobiliário de 2026 — o mais alto reconhecimento brasileiro ao setor, na categoria Empreendimento: desenvolvimento urbano. A empresa pelotense concorreu com o projeto do Parque Una Pelotas, o bairro aberto, atualmente em expansão na cidade.
O Master Imobiliário é uma iniciativa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi/SP) e da Federação Internacional Imobiliária (FIABCI/Brasil. E conta com um corpo de jurados das mais fortes instituições do setor. O site da Premiação resume seu significado: “Ser vencedor do Master Imobiliário é muito mais do que receber um troféu. É entrar para a história da excelência imobiliária no Brasil”.
A cerimônia de premiação ocorreu na noite da última quarta-feira (26), no Clube Atlético Monte Líbano. Cerca de mil pessoas estiveram presentes, profissionais do ramo e convidados de todo o País. O arquiteto e urbanista Hélio Mitica (na foto, com Fabiano de Marco, co-fundador da Idealiza) recebeu o prêmio, em nome da empresa.
Mitica esteve no nascedouro do projeto do Una Pelotas e, desde então, vem trabalhando nos demais projetos da Idealiza, fundada pelos pelotenses Ricardo Costa e Fabiano, aos quais se associaram anos depois André Beiler e Lucas Scapin.
Um post compartilhado por IDEALIZA CIDADES (@idealizacidades)
Com a conquista do Master 2026, a Idealiza acumula seis prêmios nacionais e internacionais, incluindo reconhecimentos a dois outros Parques Unas subsequentes ao de Pelotas, em andamento em São José dos Campos (SP) e Uberlândia (MG). A grande receptividade do mercado fez com que a empresa decidisse criar outro Parque Una, agora na Paraíba, onde a Idealiza adquiriu uma área com aquele fim.
Pioneirismo
A Idealiza se tornou pioneira no Brasil por transformar o conceito de bairro planejado em um negócio de interesse crescente e de proporções no País. Os brasileiros gostaram da proposta. Tanto gostaram que o volume de imóveis geridos pela empresa, o Valor Geral de Vendas (VGV), é estimado hoje em R$ 23 bilhões.

André Beiler e Fabiano de Marco
Por que as pessoas gostaram dos Parques Una?
Por uma série de razões. Basicamente, os brasileiros gostaram da ideia de viver em um bairro que, mesmo aberto, portanto integrado às cidades, foi projetado não só para oferecer espaços urbanos qualificados, mas também para facilitar sua vida.
Os Unas foram pensados para que as pessoas pudessem desfrutar ao mesmo tempo de um ecossistema composto por moradias, comércios, serviços, área de cultura e lazer. Tudo num mesmo ambiente aglutinador, a poucos passos de um ou outro destino dentro do bairro, o que reduz a necessidade dos inquilinos de se deslocarem para além do bairro. Por exemplo, um morador pode trabalhar no Una, ali comprar produtos variados, contratar serviços de salão de beleza, adquirir passagens aéreas, se divertir, passear, andar de bicicleta. O Una foi pensado para favorecer a conexão entre os inquilinos — para que estabeleçam laços, e formem parcerias para desenvolver projetos e negócios.
“Para nós, não se trata só de vender unidades. Nós estamos planejando os cenários da vida das pessoas, alicerçados nas mudanças correntes dos modos de vida — em outras palavras, estamos pensando no futuro, na importância crescente das conexões entre as pessoas”, explica o arquiteto e urbanista Hélio Mitica.
Lugar bonito
Quem passeia pelas limpas ruas de tráfego manso do Parque Una Pelotas, logo entende o êxito do projeto. É um lugar bonito, que inspira, e é uma ideia de como poderia ser uma cidade. O Una é atraente aos olhos, organizado, visualmente limpo, voltado ao essencial. A beleza de seus prédios, desenhados em variadas formas criativas, e batizados com belos nomes incomuns, confirmam a preocupação estética de seus idealizadores.
O Una evoca uma mistura de percepções. Há qualquer coisa de futurista na ambientação, algo de muito prático e, ao mesmo tempo, algo de espiritual em sua paisagem, o que tem a ver com a essência humana —projeções indicam que a solidão será crescente das sociedades, problema que a Idealiza levou em conta nas projeções dos Parques Unas.
Associação de bairro
O Una Pelotas não tem muros nem portarias. Mas, nos contratos de compra de suas unidades, os inquilinos assumem o compromisso de contribuir mensalmente com uma quantia para que a Associação do Bairro, por si mesma, mantenha a estrutura de segurança aos moradores e os serviços de zeladoria. Esta providência tem sido essencial para a boa manutenção do bairro, que se livrou de esperar por serviços públicos incertos, evitando que o bairro seja engolido por problemas urbanos comuns à maioria das cidades brasileiras.
Por suas qualidades, os sócios da Idealiza recebem visitas de gestores de prefeituras das várias regiões do País. Eles aterrissam em Pelotas buscando conhecer o projeto — pensando em reproduzir a experiência no planejamento urbano de suas cidades. E também recebem a cobertura da imprensa. “Foi muito bom estar com o Amigos de Pelotas (na premiação do Master), depois de uma década do veículo acompanhar este projeto, com muitas reflexões e aprendizados. Ganhou a cidade, com imprensa crítica, livre, empreendedor que ouve, estuda, arrisca e população que acreditou”, disse Fabiano de Marco.
Expansão do Una Pelotas
O Una Pelotas completou 10 anos em 2025. E agora seus sócios preparam sua expansão. O bairro tem hoje 18 hectares. Na expansão, dizem, terá mais 15 hectares. E a projeção é de que, nos próximos anos, o bairro reúna entre 12 mil e 15 mil habitantes, 5% da população pelotense atual.
Premiações à Idealiza
Além do Prêmio Master Imobiliário de 2026, com o Parque Una Pelotas, na categoria Empreendimento: desenvolvimento urbano, a Idealiza acumula os seguintes prêmios:
Prêmio Master Imobiliário 2025: pelo Parque Una São José dos Campos (SP), nas categoriasMarketing e Soluções Urbanísticas.
RTF Awards 2025 (Rethinking The Future Awards): pelo Parque Una Uberlândia (MG), na categoria Public Landscape (Paisagem Pública). E pelo projeto geral do Parque Una de São José dos Campos (SP).
Prêmio Master Imobiliário 2024: pelo projeto do edifício Canto (Parque Una Pelotas (RS), na categoria Marketing. E pela torre Coa (Uberlândia MG), na categoria Comercialização.
Prêmio Master Imobiliário 2021: pelo sucesso de vendas recorde do condomínio Estância dos Montes Home Resort.
GRI Awards 2019: peloParque Una Pelotas (RS), eleito o melhor projeto de loteamento do Brasil, em votação popular.
Opinião
PARECE INACREDITÁVEL, E É…
Atualizada às 18h57
A prefeitura informou hoje que vai contratar uma empresa para lhe dar “assessoria técnica, visando aprimorar o trabalho de zeladoria (limpeza, roçado e conservação)”, feito por outra empresa, a Sersul.
A nova empresa, diz a pref., produzirá “um mapeamento ‘minucioso’ das áreas onde os serviços de zeladoria são necessários, para orientar a Sersul”.
Menos mal que pretendem um mapeamento “minucioso” e não um mapeamento “por alto”, se não o caso seria ainda mais complicado.
De qualquer modo, não era para tanto.
Bastaria ao pessoal da pref., até mesmo ao prefeito, dar umas voltas de carro para identificar as áreas carentes de limpeza. Por sinal, que papel tem, afinal, a secretaria de serviços urbanos?
Além disso, os gestores públicos acumulam conhecimentos dos temas da cidade e os transmitem em transições de governo.
Aquelas voltas de carro e esses conhecimentos resolveriam. E poupariam dinheiro público.
O Brasil está tão cheio desses absurdos, desses estranhos gastos, que já quase ninguém presta muita atenção.
PS: além do mais, é impossível medir áreas que necessitam de zeladoria, por meio de georeferenciamento (aferidas em imagens de satélite), como a prefeitura pretende. Será sempre um dado impreciso. Georeferenciar a cidade igualmente não faz sentido. Geograficamente, Pelotas não mudou como se quer fazer crer.
Pra que georefenciar o que já se sabe?
Pelotas e RS
Errata
No dia 14/07/2021, este site publicou a foto abaixo, sem citar o autor. O site reconhece o erro e lamenta o ocorrido.
O autor de foto é Dirceu Pinto Portugal.

Pelotas e RS
Parque Una tem programação especial no aniversário de Pelotas
Em comemoração aos 210 anos de Pelotas, o Parque Una anunciou uma programação
cultural que envolve arte, moda e lazer.
O evento de artes integradas começa na quinta-feira (07), data em que se comemora o
aniversário do município, com o lançamento da exposição Pelotas Fantástica, da artista
local Fernanda Moreira.
Em paralelo, ocorrerá o lançamento da nova coleção da Lojinha Autoral, com souvenirs e produtos afetivos baseados nas obras de Fernanda.
Na quinta-feira, a partir das 17h, estarão expostas a céu aberto no Parque Una as obras
que retratam, com bastante fantasia e criatividade, alguns patrimônios históricos da
cidade, como a Fonte das Nereidas e o Museu da Baronesa. Até o dia 7 de agosto, a exposição poderá ser apreciada de perto no bairro planejado. Para esta ocasião, serão expostas duas obras inéditas: o Castelo Simões Lopes e o Parque Una.
Já no sábado (16), a partir das 14h, o evento irá promover um espetáculo inédito do Grupo Tholl, pensado para ocorrer ao ar livre, no entorno do lago do Parque Una. Além da apresentação, o bairro planejado vai abrigar uma edição especial da Feira Criativa, com mais de 30 expositores locais dos segmentos de moda, artesanato e gastronomia.
Serviço:
O quê: Pelotas Fantástica – evento de artes integradas
Quando: quinta-feira (07), a partir das 17h – Lançamento da exposição Pelotas
Fantástica, da artista Fernanda Moreira, e nova coleção da Lojinha Autoral;
sábado (16), a partir das 13h – Espetáculo inédito do Grupo Tholl e Feira Criativa
Onde: Parque Una
Opinião
A pensão do ex-governador e o Anel de Giges
A história da pensão de ex-governador a Eduardo Leite, sendo paga sem que a decisão de pagar tivesse sido publicada no Diário Oficial do Estado, lembra uma história do livro A República, de Platão: a história do Anel de Giges.
Um homem (Giges) encontra em uma fenda na terra, aberta após um terremoto, um anel. Giges põe o anel e, como efeito, torna-se invisível. Ele era um pastor pobre. Com o anel no dedo, agora invisível, ele entra no castelo, seduz a rainha, trama com ela a deposição do rei e assume o lugar deste. Platão procura pensar na seguinte questão: Se pudesse ser invisível, o homem seria justo? Ou o homem aparenta ser justo porque é visível?
No século XX, cientistas analisaram duas experiências, que se relacionam com o Anel de Giges.
Na primeira experiência, instalaram, em uma sala, uma geladeira contendo garrafas de água. Quem a bebesse, deveria marcar o consumo da vez em um caderno. Os cientistas constataram que, quando havia outras pessoas na sala, quem se servia da água anotava o consumo. A sala tinha um espelho, colocado para testar o comportamento da pessoa quando estivesse sozinha: vendo-se refletida no espelho, a pessoa também anotava seu consumo (sentindo-se vigiada, mesmo que visualmente por si mesma, a pessoa se sentia compelida a anotar o consumo). Numa etapa final, agora sem o espelho na sala, a pessoa sozinha não anotava o consumo.
Na segunda experiência, analisaram o comportamento de uma colônia de morcegos. À noite, eles deixavam a caverna para se alimentar do sangue de animais. O fato de que nem todos conseguiam obter sangue colocava um problema. Então, os morcegos que o haviam conseguido regurgitavam um pouco do sangue na boca dos que não tinham conseguido, obedecendo a seguinte ordem de prioridade: primeiro, movidos pelo nepotismo, depois, pelo altruísmo.
As primeiras bocas em que regurgitavam eram dos parentes genéticos, começando pelos morceguinhos-filhos, para garantir a perpetuação da linhagem. Os segundos a receber sangue regurgitado, depois dos parentes, eram morcegos de outras linhagens que, em outras ocasiões, os haviam suprido quando eles não haviam conseguido o alimento. Os cientistas notaram que o altruísmo aparecia como retribuição, destinado a ampliar as possibilidades de sobrevivência da própria linhagem.
Por fim, perceberam que havia morcegos que paravam de obter sangue, apenas o recebiam, cessando a retribuição. Morcegos trapaceiros. Flagrados, estes despertavam a antipatia da colônia, uma reação transmitida em séculos de evolução biológica, equivalente, nos humanos, a sentimentos de raiva contra quem deixa de pensar no coletivo e passa a pensar só em si.
Cientistas acreditam que sentimentos morais como raiva, repulsa, gratidão, lealdade evoluíram junto do altruísmo recíproco. Quando o morcego na sua vez não retribui o alimento, os outros morcegos registram em sua memória e o excluem de futuras trocas.
Não se sabe por quê a decisão de pagar pensão ao ex-governador não foi dada a conhecimento público no Diário Oficial. Mesmo que tenha sido um esquecimento, o efeito foi ruim. Enquanto a pensão ficou invisível, a boa imagem do pensionista esteve preservada. Ao ser descoberta, vem, compreensivelmente, provocando reações ainda mais negativas do que o pagamento de pensão por si só causaria.
Como não foi comunicada, mas sim descoberta, os gaúchos podem se perguntar: Eduardo Leite usou o anel de Giges outras vezes? Como o morcego do experimento, é um trapaceiro? Em vez de ser altruísta, ele apenas finge altruísmo? São questões que, na circunstância em que os fatos se deram, surgem naturalmente na cabeça do eleitor.
Raiva é justamente o sentimento que domina os comentários nas redes sociais sobre a pensão de Eduardo Leite. Nesse momento, boa parte dos eleitores estão com raiva porque sentem-se trapaceados. Pensam que Eduardo Leite não é um político tão preocupado com o bem-estar dos gaúchos; que apenas finge ser.
A pergunta na cabeça dos gaúchos é: Eduardo Leite usou o anel de Giges outras vezes?
* No filme O Senhor dos Anéis (foto), há referências ao Anel de Giges. Ao colocar os anéis, personagens ficam invisíveis.
Pelotas e RS
Ministério da Saúde admite em documento à CPI ineficácia do “kit covid”
A foto acima é de autoria de Dirceu Pinto Portugal
Em documento enviado à CPI da Covid nesta semana, o Ministério da Saúde admitiu que medicamentos do chamado “kit covid”, amplamente defendidos por Jair Bolsonaro, não são eficazes contra o vírus. Duas notas técnicas foram entregues à comissão por um pedido feito pelo senador Humberto Costa (PT-PE).
“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente”, diz documento.
“A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, acrescenta. O teor do documento foi publicado pelo site Congresso em Foco.
Jair Bolsonaro e aliados já defenderam várias vezes o uso dos medicamentos do kit covid para o tratamento de pessoas diagnosticadas com a Covid-19. Os remédios não têm comprovação científica para a cura da doença.
Senadores da CPI da Covid apuram se a existência de um gabinete paralelo do governo federal estimulou a compra de medicamentos do “kit covid” sem eficácia para o tratamento da doença.
A Comissão Parlamentar de Inquérito investiga algumas pessoas como o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, os ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores), o ex-chefe da Secom Fábio Wajngarten, as médicas Nise Yamaguchi e Mayra Pinheiro. São 14 investigados ao todo.
Empresa & Consumo
Idealiza prepara lançamento da FLOW WORK, quinta torre do Parque Una
FLOW WORK, quinta torre em construção pela Idealiza Urbanismo no Parque Una, confirma o crescimento paulatino do inédito bairro planejado, composto por um mix de torres residenciais e comerciais que, integradas à natureza, compõem o ecossistema urbanístico do lugar, uma área nobre atrás do Shopping Pelotas, no caminho entre a cidade e as praias, que […]
FLOW WORK, quinta torre em construção pela Idealiza Urbanismo no Parque Una, confirma o crescimento paulatino do inédito bairro planejado, composto por um mix de torres residenciais e comerciais que, integradas à natureza, compõem o ecossistema urbanístico do lugar, uma área nobre atrás do Shopping Pelotas, no caminho entre a cidade e as praias, que são a cidade também.
A nova torre será aberta para comercialização nos próximos dias.
Até agora foram lançados seis das 30 torres previstas para o Una: o HOLA (duas torres residenciais), o PLEX (uma torre comercial), o PLAZA (uma torre residencial), o FLOW LIVE (uma torre residencial) e o FLOW WORK, mais recente, uma torre comercial.
O FLOW WORK possui 149 unidades – 172 salas e duas lojas, todas com terraço. Os tamanhos das unidades variam de 24,21 m2 a 41,80 m2 e dão vista de 180º, do centro antigo ao Parque.
Juntas, FLOW LIVE E FLOW WORK formam a primeira dupla de torres do Una conectada diretamente; por corredor no quarto andar, os usuários poderão transitar entre as torres residencial e comercial.
Assim como o LIVE, o FLOW WORK conserva o padrão de vida compartilhada que inspira o conceito do bairro como um todo. As duas torres aproximam profissionais de suas moradias.
CARACTERÍSTICAS DO FLOW WORK
O FLOW WORK possuirá um pavimento com duas lojas térreas, hall de entrada, vestiários, bicicletário, infraestrutura, estacionamento. Um pavimento com estacionamento, um pavimento com 21 salas comerciais, um pavimento com 14 salas comerciais, duas salas para palestras e trabalho colaborativo (Coworking), terraço, e mais sete pavimentos com 16 salas comerciais cada. O último andar abrigará a casa de máquinas e o reservatório superior. O estacionamento será de uso comum.
CONCEITO DO PARQUE UNA
O Parque Una é mais que um convencional empreendimento imobiliário. Há um conceito inovador na concepção do bairro planejado para 8000 pessoas. “Eles estão criando novos centros”, diz o arquiteto pelotense Guto Kings. Ele se refere a Fabiano de Marco e Ricardo Costa, sócios da Idealiza Urbanismo, autora do Una.
Quando King fala “novos centros” está dizendo que o Una terá vida e dinâmica próprias tão ou mais atraentes quanto o centro antigo de Pelotas, que tem como ponto de encontro o tradicional Café Aquário.
Grande parte dos imóveis do Una tem sido adquirida por pessoas que viviam e trabalhavam em regiões nobres, com a avenida Dom Joaquim, e ansiavam por mais conforto e tranquilidade.
UM NOVO CENTRO É BOM PARA A CIDADE
É bom para a cidade que haja um novo centro efervescente, com as conveniências de todo “centro” e algo mais, como o ambiente climatizado e aglutinador do Shopping e um bairro, o Una, cujo projeto de ocupação urbana é uma evolução em relação ao velho urbanismo do centro antigo, hoje em dia sobrecarregado de problemas, do tráfego nervoso de veículos à presença desordenada de ambulantes, passando pela insegurança.
O Una pretende ressuscitar no bairro o que falta ao centro antigo: o senso de comunidade dos habitantes, de responsabilidade sobre o espaço público, e crowdfunding, financiamentos coletivos para o desenvolvimento projetos de interesse da coletividade.
Um novo centro que seja urbanisticamente mais bem resolvido – sem os problemas do centro antigo – pode influenciar a própria renovação deste. Pode até mesmo vir a influenciar positivamente nos rumos do planejamento urbano da cidade, que hoje cresce de forma desordenada.
UMA VIDA À MODA ESCANDINAVA
Nesta ano, a tevê Globo veiculou um programa sobre a Dinamarca, na Escandinávia, onde o índice de felicidade é o maior do planeta. Lá vive Jan Gehl, urbanista de renome internacional e artífice do modo de vida minimalista em seu país, que vem servindo de inspiração em todo o mundo, Pelotas incluída.
O estilo dinamarquês de viver é o mesmo projetado para o Una, com seus edifícios residenciais em conexão aos comerciais, imersos em natureza. Que estilo é? Um estilo em que as pessoas venham em primeiro lugar, antes que veículos e tudo o mais.
Antigamente as pessoas ansiavam por comprar casas grandes e definitivas, pagando uma hipoteca até o fim da vida. Hoje isto se tornou inviável, por desnecessário numa sociedade em que o digital vem alterando o modo de vida rumo à simplicidade compartilhada.
Com a evolução tecnológica, que favorece regimes colaborativos de produção à distância, fazendo com que moradia e trabalho confluam para o mesmo ambiente, já não precisamos de mansões como ideal de vida.
VIDA LÍQUIDA E ASSOCIAÇÃO DE BAIRRO
Possuir um teto ainda é importante, mas a qualidade de vida está cada vez menos confinada à solidez do concreto. A vida está na sua própria liquidez, nela mesma. Os que compreendem isso veem a cidade como uma extensão da casa. A cidade é a casa. Já no Una, a cidade é o bairro – um bairro especial, com ruas acalmadas, áreas comuns de convivência, pista para caminhada e circulação de bicicletas.
Cultura
Conservatório receberá violoncelista Milene Aliverti
Nesta quinta-feira, 25 de outubro, às 19h30, ocorre, no Conservatório de Música da UFPel, o recital solo de Milene Aliverti. A violoncelista e professora do Departamento de Música do IA/UFRGS vai interpretar obras de Johann Sebastian Bach, Max Reger, Gaspar Cassadó e Arthur Barbosa. O evento tem o apoio da ASSAMCON e coordenação do professor […]
Nesta quinta-feira, 25 de outubro, às 19h30, ocorre, no Conservatório de Música da UFPel, o recital solo de Milene Aliverti. A violoncelista e professora do Departamento de Música do IA/UFRGS vai interpretar obras de Johann Sebastian Bach, Max Reger, Gaspar Cassadó e Arthur Barbosa. O evento tem o apoio da ASSAMCON e coordenação do professor Carlos Walter. A entrada é franca.
Milene é o principal violoncelo da Orquestra de Câmara Teatro São Pedro e coordenadora dos Encontros de Violoncelo do Rio Grande do Sul. Milene Aliverti também atua como solista e camerista em diversas formações, apresentando-se por todo o Brasil e pelo exterior.
Formada pela Universidade Estadual Paulista, onde estudou com o professor Zygmunt Kubala, Milene Aliverti aperfeiçoou-se na Bulgária com o professor Anatoli Krastev e recebeu o título de Mestre em violoncelo pela Universidade da Carolina do Sul dos Estados Unidos, sob orientação do professor Robert Jeselsson.
Milene, juntamente com a pianista Lúcia Cervini, gravou seu primeiro CD com o apoio da FAPESP. No V Concurso Nacional de Música de Câmara da Faculdade Santa Marcelina de São Paulo, em 1993, o duo Aliverti/Cervini recebeu Menção Honrosa gravando a faixa de abertura do CD de Premiação do Concurso, editado pela CDA (Contemporary Digital Arts).
Em 1998, o duo obteve o Primeiro Prêmio no II Concurso “Honorina Barra” em Curitiba – PR, recebendo também o Prêmio Honorina Barra por participação de destaque no concurso.
Também em 1998, no XV Concurso Nacional “Cidade de Araçatuba” em Araçatuba – SP, o duo recebeu o primeiro lugar na categoria Música de Câmara.
Em 1999, durante o II Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Niremberg” o duo recebeu segundo lugar e a violoncelista Milene Aliverti foi merecedora da premiação especial, uma bolsa de estudos nos Estados Unidos.
Evento: Recital solo da violoncelo com Milene Aliverti
Data e horário do recital: 25 de outubro, às 19:30.
Local: Salão Milton de Lemos, no Conservatório de Música de Pelotas (Rua Felix da Cunha, 651).
Ingresso: Entrada franca.
Programa
Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
Suíte para Violoncelo, nº 5
Prelúdio
Allemande
Courrante
Sarabande
Bourrèe I e II
Gigue
Max Reger (1873 – 1916)
Suite I para violoncelo solo
Prelúdio
Adágio
Fuga
Gaspar Cassadó (1897 – 1966)
Suite para violoncelo solo
Prelúdio-Fantasia
Arthur Barbosa (1965)
Candombera.
Empresa & Consumo
Notícias do Parque Una: Jessica Esteves, professora do curso Realiza Digital
Jessica Esteves, de 26 anos, é a professora do Realiza Digital, curso gratuito oferecido pela Idealiza Urbanismo que prepara jovens estudantes de escola pública para atuar nas áreas de Design, Comunicação e Redes Sociais, para futuro ingresso no mercado de trabalho. Bacharel em Design Digital pela UFPel, a pelotense faz mestrado em Educação e Tecnologia […]
Jessica Esteves, de 26 anos, é a professora do Realiza Digital, curso gratuito oferecido pela Idealiza Urbanismo que prepara jovens estudantes de escola pública para atuar nas áreas de Design, Comunicação e Redes Sociais, para futuro ingresso no mercado de trabalho.
Bacharel em Design Digital pela UFPel, a pelotense faz mestrado em Educação e Tecnologia no Instituto Federal de (IFSul), onde cursa também Formação Pedagógica para Graduados Não Licenciados.
? Outros posts sobre o Realiza Digital
Com experiência em sala de aula, Jessica foi professora substituta no IFSul por dois anos, deu aula nos cursos técnicos de Comunicação Visual, Design de Interiores e Bacharelado em Design.
Empreendedora, em paralelo toca seu estúdio Otium, prestando serviços em design para clientes e agências.
Jessica chegou ao Realiza a convite de Cristiano Fernandes, da empresa DEX01. “Ele era um dos diretores da AG2, onde trabalhei um ano. Depois que sai de lá, passei um ano e meio nos Estados Unidos (na cidade de Rochester, no estado de Nova York). Fiz um intercâmbio pelo Programa Ciência Sem Fronteiras. Na volta, o Cris me contatou. Desde então estou envolvida com o Realiza. O primeiro passo foi estruturar o curso, trabalho feito juntamente com Cristiano e a Juliana (Fabião, da Ampla Gestão de Pessoas)”.
Jessica conhece o mercado pelotense. Afora os 18 meses em que passou nos Estados Unidos, ela sempre viveu em Pelotas. “Há muitas empresas do segmento da Economia Criativa na cidade, às quais se destina a formação que transmitimos aos nossos alunos”.
Ela sempre estudou em escola pública. Estudou na Balbino Mascarenhas, perto do bairro Simões Lopes, depois no Colégio Pelotense e no IFSUL. Como sempre estudou em escola pública, ela conta que sente grande motivação de dar aulas a jovens que, assim como aconteceu com ela, estudam em escolas públicas. “Sinto identificação”.
O atual curso Realiza (de Design, Comunicação e Redes Sociais) tem a duração de três meses, ensina a trabalhar com os programas mais populares hoje na área de Design: Photoshop, Ilustrator e Sketch e vai além. O curso se concentra nas áreas de Design Digital e de Design Gráfico, que estão em alta no mercado, além de despertar potencialidades conceituais através dos conhecimentos técnicos.
“Esperamos dos alunos que aprendam a utilizar essas ferramentas, essenciais para coisas como criação de telas para layout, criação de aplicativos e sites, criação e impulsionamento de peças em redes sociais, entre outras”.
O curso Realiza termina com um trabalho prático em grupo e com a preparação dos alunos para montagem de currículos e para o conhecimento de condutas nas entrevistas com futuros empregadores. As aulas ocorrem de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, numa sala do Parque Una e, segundo Jessica, “os alunos são interessados e assíduos”.





