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Pelotas e RS

Cras São Gonçalo tem atividades suspensas temporariamente

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O atendimento no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) São Gonçalo foi, temporariamente, suspenso por causa da chuva, que alagou parte do prédio e tornou a permanência de servidores e usuários inviável. 

Por segurança, o conserto do telhado, por onde a água entrou, só poderá ser realizado quando o tempo estabilizar, por isso as atividades individuais e coletivas não podem ser realizadas, e usuários que necessitarem de encaminhamentos, ou outros serviços urgentes, podem procurar o Cras Centro, ou entrar em contato pelo WhatsApp 53.3279-3154.

O Cras São Gonçalo atende moradores do Navegantes I, II e III, Umuharama, Fátima, Marina Ilha Verde, Ambrósio Perret, Cruzeiro, Balsa e Anglo.

Pelotas e RS

Salários reajustados e retroativos serão pagos no dia 5 

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Os salários reajustados em 5,4% e todos os valores retroativos à data-base – 1° de maio – dos servidores, aposentados e pensionistas municipais da administração direta de Pelotas serão pagos em 5 de agosto, antes do 5° dia útil. Na mesma data das remunerações, a Prefeitura também vai depositar o auxílio-alimentação atualizado, com o aumento de 8,28%. 

A diferença de R$ 44,00 do Banricard referente a maio chegará aos cartões em 6 de agosto e, a de junho – mesmo valor –, no dia seguinte (7). Na quarta-feira passada, 15 de julho, os vereadores aprovaram o projeto de lei do Executivo com os índices de reposição da inflação e aumento consentidos pelos municipários em assembleia. 

“O trabalho com o Gabinete do Prefeito e a secretaria de Governo”, observa a secretária de Recursos Humanos, Carla Cassais, “resultou na agilidade de prestar todas informações ao Legislativo e, consequentemente, inclusão da totalidade do dissídio, desde maio, já na folha de julho.”

Mais do que valorizar os trabalhadores, conforme a titular da pasta, a Serh segue à risca a plataforma de governo do prefeito Fernando Marroni de priorizar as pessoas. “O esforço-limite financeiro, em etapas de negociações, comprova a disposição em manter na gestão a precedência do funcionalismo, do qual depende a qualidade dos serviços prestados”, afirma Carla.

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Brasil e mundo

Chuva: governo reconhece situação de emergência em municípios do RS

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Sete municípios do Rio Grande do Sul tiveram situação de emergência decretada após as chuvas intensas que atingiram a região. A medida está publicada no Diário Oficial da União.

A portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil cita os municípios de São Sepé, Erval Seco, Liberato Salzano, Coronel Bicaco, Cerro Grande, Novo Tiradentes e Seberi.

O reconhecimento da situação de emergência é uma etapa necessária para que estados e municípios possam acessar recursos federais destinados à resposta e à recuperação de áreas atingidas por desastres naturais.

Após a aprovação dos planos de trabalho apresentados pelos municípios, o governo federal poderá autorizar o repasse de recursos para ações de socorro, assistência às famílias afetadas e reconstrução da infraestrutura comprometida pelas chuvas.

Previsão do tempo

Para esta segunda-feira (29), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê continuidade das chuvas e ventanias no Sul do país.

O movimento decorre da diferença de pressão entre um centro de baixa pressão na Argentina e o Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul o que intensifica o fenômeno do Jato de Baixos Níveis.

Essa configuração também dificulta o avanço das áreas de instabilidade, que permanecem restritas ao Rio Grande do Sul, onde há avisos laranja de perigo para tempestades com granizo.

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O frio perde intensidade na Região Sul, com mínimas em torno de 10°C restritas às regiões de serra. As máximas ficam em torno de 24°C no Rio Grande do Sul devido à atuação das tempestades.

Agência Brasil

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Pelotas e RS

Regulamentação de “carro voador” avança com regras sobre ruído

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Foto/divulgaçãoAnac

Os critérios técnicos para testes e parâmetros de ruído em vôo do Eve 100, modelo de “carro voador” em desenvolvimento pela Eve/Embraer, estão em consulta pública até o próximo dia 8, pelo setor de programas de certificação da Agência Nacional de Aviação CIvil (ANAC).

O documento prevê como base que o som emitido pelo veículo a 150 metros do chão em condições ideais de viagem chegue para os usuários a cerca de 15 decibéis, o que é semelhante a um sussurro.  

Esse tipo de certificação, primeiro para veículos elétricos de decolagem e pouso verticais, indica o avanço no processo de certificação ambiental e é um passo necessário para a liberação das primeiras viagens, previstas ainda nessa década, e foram celebradas pelos executivos da start up

“A publicação da ANAC da proposta dos critérios de ruído é um marco importante no desenvolvimento e na certificação do Eve 100”, disse Johann Bordais, CEO da Eve.



“Valorizamos a liderança da ANAC e sua abordagem colaborativa no desenvolvimento de uma estrutura adaptada a esta aeronave de tecnologia emergente. Essa iniciativa apoia a introdução segura e responsável das operações de eVTOL para a mobilidade urbana, ao mesmo tempo em que promove o alinhamento regulatório internacional.”

Apesar de ainda em desenvolvimento o equipamento começa a chamar atenção de investidores, inclusive pelo apelo ambiental com a possibilidade de transporte com matriz energética elétrica. A Eve anunciou, hoje (19) a assinatura de um acordo de intenção de compra de 30 aeronaves elétricas com a empresa Moov, voltadas para o atendimento da indústria do turismo e mobilidade regional em Cabo Verde.

Agência Brasil

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Pelotas e RS

RS fecha semestre com maior venda de veículos desde o mesmo período de 2019

Sincodiv/Fenabrave-RS aponta crescimento de 2,65% no semestre. Veículos 100% elétricos ganham protagonismo no mercado gaúcho e BYD Dolphin Mini torna-se o segundo automóvel mais vendido do Estado

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O mercado de distribuição de veículos do Rio Grande do Sul encerrou o primeiro semestre de 2026 com 89.144 unidades emplacadas, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos.

Embora ainda abaixo do recorde histórico registrado em 2019, quando o Estado alcançou 92.225 emplacamentos no primeiro semestre, o desempenho atual confirma 2026 como o melhor primeiro semestre dos últimos sete anos, consolidando a recuperação gradual do setor automotivo gaúcho. Já em relação ao mesmo período de 2025, o resultado representa crescimento de 2,65%.

“Encerramos o melhor primeiro semestre desde 2019. Mesmo convivendo com juros elevados, restrições ao crédito em alguns segmentos e os reflexos da economia gaúcha, especialmente sobre o agronegócio, o setor demonstrou resiliência. O consumidor voltou às concessionárias, novas tecnologias ganharam espaço e o mercado segue mostrando capacidade de adaptação e crescimento”, afirma o presidente do Sincovid/Fenabrave do RS, Jefferson Fürstenau (foto).

Somente em junho deste 2026 foram comercializadas 15.771 unidades, alta de 3,74% sobre maio e crescimento de 17,87% em comparação com junho de 2025. Para o presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, Jefferson Fürstenau, o resultado demonstra a capacidade de recuperação do mercado mesmo diante de um ambiente econômico ainda desafiador.

AUTOMÓVEIS SEGUEM IMPULSIONANDO MERCADO

O segmento de automóveis permanece como principal responsável pelo desempenho estadual. Entre janeiro e junho foram comercializados 47.127 automóveis, crescimento de 9,31% frente ao mesmo período de 2025. Apenas em junho foram 8.958 unidades, alta de 25,64% sobre junho do ano passado. No ranking nacional, o Rio Grande do Sul ocupa a 6ª colocação em volume de vendas de automóveis.

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COMERCIAIS LEVES SENTEM REFLEXOS DA ECONOMIA REGIONAL

Os comerciais leves encerraram o semestre com 10.758 unidades, retração de 14,76% em relação ao primeiro semestre de 2025. Embora junho tenha apresentado estabilidade (+0,71% sobre junho de 2025), o acumulado reflete principalmente um ambiente econômico mais cauteloso para pequenos empresários, produtores rurais e prestadores de serviços, segmentos que tradicionalmente respondem por parcela importante da demanda desses veículos. O Rio Grande do Sul ocupa atualmente a 7ª posição nacional no segmento.

CAMINHÕES ACOMPANHAM DESACELERAÇÃO DO AGRONEGÓCIO

O segmento de caminhões acumulou 3.328 emplacamentos, queda de 21,79% no semestre. A recuperação observada em junho, com crescimento de 40,5% sobre maio tem bastante influência do programa Move Brasil que para o setor de pesados foi bastante significativo.

O mercado de Caminhões apresentou alta de 7,63% frente a junho de 2025, o acumulado ainda reflete os impactos da desaceleração do setor primário gaucho.

A redução da renda agrícola, provocada pelas sucessivas estiagens dos últimos anos, pela queda na rentabilidade de importantes culturas e pela maior seletividade no crédito rural, reduziu investimentos em renovação de frota.

Dados recentes do setor agropecuário apontam diminuição na receita dos produtores gaúchos em diversas cadeias produtivas, afetando diretamente a demanda por veículos de transporte de cargas e equipamentos. Mesmo diante desse cenário, o Estado mantém a 5ª colocação nacional em vendas de caminhões.

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ÔNIBUS APRESENTAM RECUPERAÇÃO EM JUNHO

As vendas de ônibus totalizaram 549 unidades no semestre, retração de 25% frente ao primeiro semestre de 2025. Junho, entretanto, registrou reação importante, com 124 unidades comercializadas, crescimento de 37,8% sobre maio, também influenciado pelo Programa Move Brasil. O Rio Grande do Sul ocupa a 6ª colocação nacional no segmento.

MOTOCICLETAS MANÊM CRESCIMENTO

As motocicletas continuam apresentando desempenho positivo no Estado. Foram 18.626 unidades comercializadas no semestre, crescimento de 6,65% sobre 2025.

Apesar da pequena retração em junho frente a maio (-1,8%), o segmento segue impulsionado pela expansão dos serviços de entrega, mobilidade urbana e alternativas de transporte de menor custo. No ranking nacional, o Estado ocupa a 19ª colocação, posição influenciada pelo perfil histórico da frota gaúcha, menos dependente desse modal do que outras regiões do país.

IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS MANTÊM PROTAGONISMO

Mesmo apresentando retração de 12,2% no semestre, com 2.663 unidades comercializadas, o Rio Grande do Sul permanece como um dos principais mercados brasileiros para implementos rodoviários. O Estado ocupa a 4ª colocação nacional, refletindo a força de sua indústria implementista e da cadeia logística regional.

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COMPARATIVO COM O BRASIL

Enquanto o Grande do Sul registrou crescimento geral de 2,65% no semestre, o mercado brasileiro avançou 16,01%, impulsionado principalmente pelo desempenho dos automóveis e motocicletas. Comparativo do acumulado de janeiro a junho

• Automóveis o RS: +9,31% o Brasil: +23,67%
• Comerciais leves o RS: -14,76% o Brasil: +7,75%
• Caminhões o RS: -21,79% o Brasil: -9,39%
• Ônibus o RS: -25,00% o Brasil: -7,97% o
• Motocicletas o RS: +6,65% o Brasil: +14,10%
• Implementos rodoviários o RS: -12,20% o Brasil: -9,22%

RS MANTÉM DESTAQUE NACIONAL

No acumulado do primeiro semestre, o Estado ocupa as seguintes posições no ranking nacional de emplacamentos:

• Automóveis: 6º lugar
• Comerciais leves: 7º lugar
• Caminhões: 5º lugar
• Ônibus: 6º lugar
• Motocicletas: 19º lugar
• Implementos rodoviários: 4º lugar

No ranking geral de todos os segmentos, o Rio Grande do Sul ocupa a 11ª colocação nacional.

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ELETRIFICADOS CONSOLIDAM NOVA FASE DO MERCADO GAÚCHO

O primeiro semestre de 2026 também marcou uma mudança importante no perfil do consumidor gaúcho. Atualmente, os veículos 100% elétricos superaram os modelos híbridos nas vendas estaduais, evidenciando uma aceleração do processo de eletrificação da frota.

Outro destaque foi o desempenho do BYD Dolphin Mini, que encerrou o semestre como o segundo automóvel mais vendido do Rio Grande do Sul, com 2.216 unidades comercializadas, apenas 73 unidades atrás do primeiro colocado GM Tracker, consolidando a aceitação dos veículos elétricos entre os consumidores gaúchos.

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Opinião

Uma tarefa hercúlea

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O promotor José Alexandre Zaquia Alan nomeou um conhecido meu, Victor Hugo Siqueira, para administrar um casarão em ruínas, erguido em 1871 a mando de um charqueador de nome Felisberto Braga, para ali este residir com a família. A tarefa de V. é salvar o imóvel da destruição total e, se possível, revivê-lo. Vai ter trabalho pesado.

Em seu interior, o imóvel, hoje interditado e pertencente ao Clube Comercial, acumula o que lembra os escombros de uma guerra. Como se tivesse sido bombardeado, o que, em sentido figurado, de fato foi.

O palacete original foi vendido ao Comercial 17 anos depois de sua inauguração. Foi vendido em 1888, coincidentemente no mesmo ano em que o Império decretou o fim da escravatura no Brasil. Como a riqueza dos charqueadores dependia do trabalho de africanos feitos escravos, manter o casarão provavelmente se tornou caro. Perdeu o sentido.

Admiro pessoas que encaram empreitadas à primeira vista impossíveis. Mas os sinais indicam que V. é capaz de fazer algo pelo prédio, alguma coisa.

Além de acumular funções relacionadas à cultura, como presidente de outro Clube, o Caixeiral, e como presidente da Casa de Cultura, alojada no Caixeiral, ele é simpático de um modo que até o mais azedo dos sujeitos gosta dele: o que sempre conta na hora de captar fundos para recuperar um patrimônio há muitos anos abandonado: restaurá-lo e atrair sócios dispostos a pagar mensalidades para usufruir de benefícios longe o bastante para sequer ser imaginados.

Na verdade, V. terá trabalhos de dois hércules operando 24 horas por dia em regime de cooperação. Mas é preciso ser otimista para acreditar na vida, e acho que V. é. Desejo-lhe toda a sorte do mundo. Muito mais sorte do que tiveram os escravos do período do charque. O chamado Período do Sal.

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Brasil e mundo

Idealizadores do Una, o bairro inteligente, preparam sua expansão

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O bairro Parque Una, uma experiência urbana nova de viver, completou dez anos em 2025, desde seu passo inicial em Pelotas, e, agora, prepara sua expansão na cidade, o que, por si, demonstra o êxito do projeto.

Os pelotenses gostaram de morar e trabalhar em um bairro que integra, em um mesmo ambiente, moradia, comércio, serviços, áreas para lazer e eventos culturais.

O bairro tem hoje 18 hectares. Na expansão, terá mais 15 hectares. E, segundo seus empreendedores, “nos próximos anos reunirá entre 12 mil e 15 mil habitantes, 5% da população pelotense atual”.

O Una foi planejado pela Idealiza Cidades, querendo dizer com a palavra ‘planejado’ que foi pensado ao detalhe com o objetivo central de que não fosse engolido pelos problemas urbanos comuns à maioria das cidades brasileiras, aos seus bairros.

O projeto foi tão bem-sucedido que novos Unas estão sendo contruídos em Uberlância (MG) e São José dos Campos (SP). É fácil entender a razão do sucesso. Quem visita o Una pelotense, encontra um bairro bonito, organizado, bem cuidado. Por sinal, representantes de várias prefeituras têm visitado o bairro, buscando conhecer o projeto do Una para reproduzir seus benefícios no planejameno urbano de suas cidades.

Testemunhei o começo das obras. Conheci os cofundadores Ricardo Costa e Fabiano de Marco, pessoas inteligentes e, além disso, estetas. Aos dois se somaram, por afinidade, Lucas Scapin e André Beiler. Fosse vivo, Nyemeyer teria gostado de conhecê-los.

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Foto do site da Idealiza: da esquerda para a direita, Lucas, André, Ricardo e Fabiano

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Cultura

Festival Internacional Sesc de Música abre inscrições para alunos nesta quarta, 8

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Cello resting on stand with bow across strings and sheet music on stand in concert hall

Um dos maiores festivais de música de concerto da América Latina, o Festival Internacional Sesc de Música abre nesta quarta-feira, 08 de julho, as inscrições para alunos interessados em participar de sua 15ª edição, que acontece em janeiro de 2027, em Pelotas.

O eixo pedagógico do evento oferece cursos de especialização em instrumentos, canto lírico, composição e choro, além de práticas de orquestra, banda sinfônica e música de câmara. As aulas serão ministradas por um quadro de mais de 50 professores brasileiros e estrangeiros, músicos de reconhecida atuação internacional.

Voltadas a maiores de 14 anos, com nível avançado de formação musical, as inscrições seguem até dia 06 de agosto, exclusivamente pelo site www.sesc-rs.com.br/festival, onde também está disponível o regulamento completo. Estão disponíveis bolsas parciais e integrais para a participação.

Além do eixo pedagógico, o Festival Internacional Sesc de Música promove uma ampla programação cultural gratuita, com concertos, recitais e apresentações de grupos convidados em teatros, igrejas, praças, espaços públicos e outros locais de Pelotas. Em sua última edição, o evento reuniu mais de 45 mil espectadores. O evento é realizado pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, e conta com apoio institucional da Prefeitura de Pelotas e cultural da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Faculdade Senac, OSPA, Unisinos e Expresso Embaixador.

Sobre o Sesc/RS – Prestes a completar 80 anos de atuação no Rio Grande do Sul, a Instituição pertencente ao Sistema Fecomércio-RS realiza ações em 54 Unidades no Estado, promovendo o bem-estar social de trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e de toda a comunidade. O propósito do Sesc/RS é cuidar, emocionar e fazer pessoas felizes, e todas as 497 cidades gaúchas recebem atividades sistemáticas em áreas como a saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania, turismo e educação. Saiba mais em www.sesc-rs.com.br

Inscrições ao 15º Festival Internacional Sesc de Música – Sesc/RS

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Cursos oferecidos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, harpa flauta, oboé (Corne-inglês), clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone tenor, trombone baixo, tuba, saxofone, eufônio, percussão, canto lírico, piano, composição e choro (violão, sopros, acordeon, bandolim, percussão e cavaquinho), além de práticas de música de câmara, orquestra e banda sinfônica

Período de Inscrições do Festival: 08/07 a 06/08/2026, no site www.sesc-rs.com.br/festival 

Divulgação dos Selecionados e Matrícula 1ª Chamada: 09/09 a 24/09/2026   

Divulgação dos Selecionados e Matrícula 2ª Chamada: 04/10 a 15/10/2026

Data do Evento: 18/01 a 29/01/2027

Local: Pelotas – RS

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Pelotas e RS

Frio continua nesta semana

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Uma nova massa de ar frio ingressa no Sul do Brasil neste começo de semana. O frio continua no RS e deve se estender por dez dias, segundo dados analisados pela MetSul Meteorologia.

Não serão intensas, como n semana passada, entretanto vão manter a alta frequência de dias com temperatura baixa e o elevado número de jornadas com mínimas negativas e formação de geada.

Informações do MetSul

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Brasil e mundo

“Menino Ney”

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“Menino Ney” – como Neymar foi batizado pelo famoso narrador de olhos tão arregalados que parecem ver fantasmas – levou para a Copa nove relógios de sua coleção de joias de pulso. Uma fortuna em marcadores do tempo, alguns cravejados com pedras preciosas, no valor total de R$ 21 milhões.

Há pessoas que não gostam da impessoalidade dos quartos de hotéis, e, para amenizá-la, carregam consigo nas viagens pequenos objetos de suas casas que lhe deem, naqueles quartos, a sensação do aconchego do lar; por exemplo, um peso de papel, um conjunto de canetas e lápis, coisas assim. Pode ter sido esse o motivo de Neymar ter embalado seus relógios? Pode ser que sim.

Pode ser também que Ney tenha visto no gesto um tipo de amuleto. Pode tudo, e talvez só um psicanalista sensível pudesse decifrá-lo, a começar do apelido de “Menino Ney”, vendo nele talvez a chave para a compreensão do paciente. Afinal, meninos estão sempre preocupados em se autoafirmar, provar seu poderio.

A questão interessante: mesmo já sendo rico, ele precisou posar diante de seu baú para ser fotografado e assim ser alegremente divulgado. Como se sua coleção fosse um símbolo de seu valor pessoal, apesar do que dissessem por estar no banco de reservas, pelo esquema de Ancelotti. Apesar de ser uma segunda opção onde já foi a primeira.

No fim das contas, com a seleção fora da Copa, o fato é que nosso antigo e talentoso herói teve pouco trabalho produtivo além de acertar o fuso horário de algumas de suas peças, quase todas, diga-se, de mau gosto, assim como sua atitude desafiadora diante do goleiro na hora da cobrança do pênalti.

Que dizer daquelas provocações verbais ao goleiro norueguês? (Onde quer que eu bata o pênalti? E coisas menos publicáveis) Que dizer daquele “comigo, não” (com os ‘outros’ – meus colegas, sim), dito ao mesmo goleiro, apontando-lhe o dedo? Que dizer daquele encontrão pelas costas no zagueiro rival? Que dizer daquele sorriso permanente de quem não pensa em nada além de si mesmo?

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Ney deu sempre a impressão de ser uma eterna criança. Mas talvez seja um engano. Talvez, para ele, aquele seu choro inesperado, no final do jogo e de sua participação em copas, tenha sido o começo de sua maturidade. Será?

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Opinião

Governo sumido

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O prefeito de Pelotas, Fernando Marroni, quase não aparece positivamente na imprensa e nas redes sociais: no caso destas, inclusive pela falta de traquejo com a linguagem moderna. Compare-se as reações nas redes dos vereadores com as reações nas redes do prefeito. O número das reações nas postagens dos primeiros supera as reações das postagens do segundo. Isso não é por acaso, nem tão importante. Mas é o reflexo de uma gestão apagada, lembrando a máxima de que segundo mandato de prefeito é pior do que o inicial. De sua boca faltam anúncios concretos e imediatos. Ao mesmo tempo, por repetitivo, perdeu poder de persuasão. Suas palavras não ecoam.

Hoje é criticado por todos os lados, inclusive, é claro, por vereadores pré-candidatos a deputados: como sempre, em ano de eleição estes soltam todos os cachorros na situação (chama-se Denúncias Veementes de Ocasião). O que mais desejam é deixar a cidade. Mudar para Porto Alegre e, se possível, para Brasília, onde o Sol é constante.

Pior para Marroni é que grande parte de seus críticos têm razão. Seu governo vive no apagão desde que tomou posse. Compare-se do começo até hoje. Não houve avanços visíveis na cidade. Tudo segue em passo igual, até pior, como se ele não tivesse assumido a gestão da cidade. Assumiu, mas de modo burocrático, sem a energia e as expectativas do primeiro mandato.

Três exemplos rápidos entre outros: a quantidade de moradores de rua cresce a ritmo indiano, sem que a Assistência Social enfrente o problema no ritmo necessário; a tal zeladoria, tão propalada na campanha eleitoral, é de uma precariedade de assombrar até os fantasmas; a situação da saúde, que inclusive padece da falta de leitos suficientes em pleno inverno, é exasperante.

A gestão atual não sobreviveria a um comparativo entre as promessas do candidato e suas “realizações”. Não resistiria a uma radiografia de sua estrutura. Os estrategistas do governo precisam rever sua atuação, se é que isso é possível no marasmo que parece ter congelado os administradores. Quando se fala em governo e desenvolvimento (uma miragem eterna por aqui), é preciso ter paciência para ser pelotense. Tudo piora quando o céu fica escuro e chove.

Foto/Ascom/prefeitura de Pelotas

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