Butiás no chão II

ESPINGARDA FOTOGRÁFICA Feita por meu pai Nelson Hasse (1911-1994), a foto que ilustra este texto data de 1950, época em que pouca gente possuía uma máquina fotográfica. Meu velho tinha um ‘caixote’ 6 x 8…

Butiás no chão I

Meus Amigos de Pelotas sabem que sou jornalista desde antes daquele ano que segundo Zuenir Ventura não terminou, mas somente agora, isolado pela pandemia na bandeirinha do corner, me caíram os butiás do bolso: o…

Alô, Canguçu

Eu sempre soube que os pinheiros nativos (Araucaria angustifolia) têm como habitat predileto áreas acima de 500 m de altitude que se estendem do Rio Grande do Sul ao sul de Minas. Mas faz pouco…

“Fora da casinha”

O atual presidente é sério candidato a ser “reformado” novamente Uma amiga brasileira que viveu 30 anos em NY me pergunta por que Bolsonaro não cai, se está aparentemente na corda bamba. Respondo que o…

PANDEMIA: INTERVALO CARO

Ninguém estava preparado para parar por um período tão longo. O vírus de Wuhan nos colocou num intervalo que se prolonga numa espiral sem fim. Para nós brasileiros a quarentena começou em meados de março…

Suprema ironia. Por Geraldo Hasse

O que está acontecendo é comparável ao desastre de Brumadinho. O coronavírus está produzindo brumadinhos em série. É tanto dinheiro descendo pela ribanceira que o ministro Alexandre Moraes, do STF, suspendeu a lei de responsabilidade fiscal. Por incrível que pareça, a prioridade é salvar vidas, uma contradição na agenda neoliberal, focada basicamente no sucesso dos negócios.

Pardo Moraes

Nada é mais trivial do que a morte, mas só nos damos conta de sua virulência quando ela passa a foice no nosso quintal. Ou no nosso jardim. E leva alguém próximo, querido ou muito…