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Nicolás Maduro para a queda

Aprecio monólogos. Logicamente os meus bem-amados são os das peças de Shakespeare, especialmente em Henrique V, quando ele conclama o seu povo, no dia de Saint Crispian, a lutar como “irmãos”. Quero, contudo, comentar sobre outro William Shakespeare, se é que é possível, haja vista que um raio não cai no mesmo lugar, mas Charles […]

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Aprecio monólogos. Logicamente os meus bem-amados são os das peças de Shakespeare, especialmente em Henrique V, quando ele conclama o seu povo, no dia de Saint Crispian, a lutar como “irmãos”.

Quero, contudo, comentar sobre outro William Shakespeare, se é que é possível, haja vista que um raio não cai no mesmo lugar, mas Charles Chaplin, pelo menos a mim, é algo semelhante ou parecido a Shakespeare.

Em seu discurso em The Great Dictator, Chaplin diz: “É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!”.

Agora, qual o por que de eu trazer esses dois discursos à baila, já que estaria invadindo o departamento da minha querida amiga Débora?

Ora, a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela, algo tão triste e melancólico para a América Latina e para o quase finado Mercosul, pois por força da tríplice aliança de esquerda formada por Dilma, Cristina Kirchner e Pepe Mujica, a Venezuela alçou o papel de Estado Membro do Mercado Comum do Sul.

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A chicana orquestrada pelos nossos amiguinhos da esquerda acarretou na suspensão das negociações com a União Europeia, cujo Tratado de Livre Comércio era aguardado ainda para 2012.

Num pleito eleitoral cercado de mistérios, a vitória foi da abstenção. Os venezuelanos não têm tempo de pensar em votar. Eles têm fome. Maduro, como todo bom ditador, fechou as fronteiras com o Brasil, impedindo, quem sabe, aqueles que aqui estão de retornarem à pátria mãe para eleger outro candidato que não o ex-líder sindical e braço direito de Hugo Chávez.

Nicolás Maduro (para a queda)

Por aqui identifiquei a comemoração da vitória de Maduro por parte do PC do B, partido da presidenciável Manuela, que se fez mais presente ao lado de Lula do que na sua pré-campanha à presidência.

A saudação traz à tona o antigo clichê da esquerda, qual seja, o blá-blá-blá de que o imperialismo dos EUA é o grande vilão que existe em toda a face da Terra e que a resistência da esquerda bolivariana é uma vitória de todos aqueles que acreditam num mundo mais justo e solidário.

Adiante, o grau de violação aos Direitos Humanos na Venezuela é tão absurdo que ocuparia a pauta das Cortes Internacionais por décadas. É algo que só pode ser comparado à Síria e a alguns países da África.

Maduro, com o perdão da palavra, é um débil mental, um lunático, que, pasme, possui seguidores pelo Brasil, cuja moeda de promoção é o preço da Gasolina num país que está sobre uma das maiores reservas de petróleo do mundo.

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Claro, é barato se abastecer um tanque, mas gostaria de ver os mesmos patrocinadores de Maduro tendo de conviver numa realidade semelhante à narrada por Orwell em 1984. Numa das passagens, o herói Winston Smith está saindo do conjunto habitacional e é interpelado pelo seu vizinho, Parsons. Este o indaga se há como compartilhar alguma lâmina de barbear, haja vista que as mesmas estavam em falta.

Note-se que lâminas de barbear são, hoje, artigos supérfluos na Venezuela. Itens mínimos para higiene pessoal não existem nos supermercados. Os venezuelanos foram reduzidos à condição análoga de escravos. Seu ditador, entretanto, defende a legitimidade de seu governo baixo o argumento de ter sido eleito democraticamente.

Depois de ver e rever o discurso de Chaplin, convido o leitor a refletir sobre a ignorância que repousa sobre a Venezuela.

Maduro é um ser descapacitado de qualquer condição de governar, liderar e operar uma máquina pública. É um ditador que conclama seu povo para ir às urnas votar não nele, senão contra o inimigo chamado de “imperialismo estadunidense”.

Complexo, os pássaros negros da solidão ainda manterão seus ninhos sobre a triste população da Venezuela. Oxalá que a justiça prospere e que as palavras de Chaplin de façam ouvidas.

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Brasil

Oportunidades de uma economia sustentável

CAPITAL NATURAL + Marcelo Dutra da Silva | dutradasilva@terra.com.br Em uma economia moderna de elevados investimentos em marketing, as questões sociais e ambientais, imbuídas na ideia da promoção do desenvolvimento com características de sustentabilidade, têm provocado uma verdadeira revolução no mercado. Novas oportunidades de empregos surgem a cada dia, desde a reciclagem até a maior eficiência […]

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CAPITAL NATURAL +

Marcelo Dutra da Silva | dutradasilva@terra.com.br

Em uma economia moderna de elevados investimentos em marketing, as questões sociais e ambientais, imbuídas na ideia da promoção do desenvolvimento com características de sustentabilidade, têm provocado uma verdadeira revolução no mercado. Novas oportunidades de empregos surgem a cada dia, desde a reciclagem até a maior eficiência nos processos e o desenvolvimento de fontes renováveis de energia.

E já que o emprego é um termômetro relevante para qualquer modelo de economia, é importante considerar que: “Os empregos estarão mais ameaçados onde os padrões ambientais são baixos e onde falta agilidade para inovações em prol de tecnologias mais limpas”, declarou Michael Renner, autor de Working for the Environment: A Growing Source of Jobs, que apesar de publicada em 2000, a obra se mantém mais atual do que nunca. E foi além: “Nossa pesquisa revelou um potencial imenso para criação de empregos fora das indústrias extrativas, empregos que não dependem do processamento gigantesco de matérias primas em uma só direção, e da transformação de recursos naturais em montanhas de lixo.”

De acordo com Renner, o desafio que se impõem à sociedade é o de proporcionar uma transição justa para os trabalhadores que perderão seus empregos nos setores de combustíveis fósseis e da mineração. E por mais incrível que pareça continuamos insistindo fortemente nisso. Pior, nossa esperança de desenvolvimento continua sendo depositada, quase que, exclusivamente nisso. Enquanto que boa parte dos novos empregos está sendo gerada no mercado verde, particularmente no setor elétrico, no campo das energias renováveis (solar e eólica), algo que recém estamos aprendendo a explorar.

Milhões de empregos são gerados todo ano, no mundo todo, na fabricação e instalação de turbinas eólicas e na produção de energia solar fotovoltaica, que já emprega milhares de pessoas. E a aerogeração é o segmento do mercado verde que mais cresce no momento, sem quase sentir os efeitos da crise econômica mundial, e conta com forte apoio governamental. O mercado já reconhece que os investimentos em energia renovável, eficiência, durabilidade e reciclagem, criarão mais empregos do que a convencional indústria extrativista, baseada no consumo sem eficiência e em fontes não renováveis de energia. O incremento da eficiência na utilização dos recursos significa uma economia de centenas de bilhões de dólares, um custo que pode ser convertido em investimento e em novos empregos.

A indústria da extração (mineração), das práticas agrícolas predatórias (de cultivo e criação) e do processamento de materiais primários (como metais, popa de celulose, do refino de petróleo e gás, e síntese de produtos químicos) compreende nossas atividades com carga de poluentes e onde a força de trabalho está mais exposta aos perigos da toxicidade, justamente onde a ameaça da extinção do emprego está mais presente. Não só porque as leis ambientais tornaram-se mais exigentes, mas porque a necessidade de uma maior velocidade e eficiência nos processos levaram ao incremento da mecanização, automação e novas tecnologias, o que vêm reduzindo, fortemente, a oferta de trabalho. Portanto, não é surpresa a defesa de alguns, em desfavor do aparelho estatal de gestão e controle, manifestada na intenção de unir ministérios, como o da Agricultura e do Meio Ambiente, para cessar o conflito (na chamada “indústria da multa”) e acelerar o licenciamento ambiental (como se fosse algo trivial, simples, que só dependesse de um carimbo).

Atenção! As oportunidades de emprego serão maiores na economia que caminhar na direção da sustentabilidade, e o ponto de partida é a mão de obra qualificada. No entanto, parecemos estar caminhando na contramão. O discurso do desenvolvimento permanece atrelado às práticas econômicas tradicionais, sem indicar novas perspectivas. Além disso, os investimentos em qualificação do trabalho ainda são bastante limitados e o mundo todo vem experimentando quedas no número de pessoas com educação avançada e especializada tecnicamente. Parece que a crise na educação não é uma exclusividade brasileira e a mão de obra qualificada está se tornando uma raridade no mundo. E nesse quadro, caberá às empresas dirigir seus esforços em mecanismos de qualificação profissional, possivelmente de forma compartilhada, com as Universidades e/ou centros de pesquisa, de modo a patrocinar a educação especializada, em áreas cruciais ao seu negócio. Então, a nova ordem de mercado também é oportuna para a academia. Mas será que estamos preparados para este novo desafio?

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? Marcelo Dutra da Silva é Ecólogo e Professor de Ecologia na Universidade Federal do Rio Grande.

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Eleições

Deputado Gabriel Souza, do MDB, questiona Ibope para governador do RS

O Ibope desta terça-feira (23) deu 60% dos votos válidos para Eduardo Leite e 40% para Sartori. Resultado quase idêntico à pesquisa anterior do Instituto. O deputado Gabriel Souza, do MDB, partido de Sartori, gravou áudio ontem a noite estranhando o resultado. Registrou ele: “Essa pesquisa diz que Sartori não cresceu nem um ponto. Vamos […]

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O Ibope desta terça-feira (23) deu 60% dos votos válidos para Eduardo Leite e 40% para Sartori. Resultado quase idêntico à pesquisa anterior do Instituto.

O deputado Gabriel Souza, do MDB, partido de Sartori, gravou áudio ontem a noite estranhando o resultado.

Registrou ele:

“Essa pesquisa diz que Sartori não cresceu nem um ponto. Vamos lá…

Neste segundo turno, Jairo Jorge (PDT) declarou apoio a Sartori; ele foi o candidato a governador mais votado em Canoas, quarto colégio eleitoral do estado.

Mateus Bandeira, do Partido Novo, assim como Marcel van Hattem, também do Novo, que fez 350 mil votos, declararam apoio a Sartori. 

O PSL inteiro declarou apoio ao Sartori, todos os deputados eleitos do partido.

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O vice presidente do Bolsonaro, general Mourão, que está em roteiro pelo Rio Grande do Sul declarando apoio abertamente para Sartori, gravou vídeo de apoio.

O Democratas, do Onix Lorenzoni, um dos deputados federais mais votados do estado, com 180 mil votos, também declarou apoio a Sartori.

Outros prefeitos do PDT e do PP, inclusive o deputado federal eleito Pedro Westphalen, do PP, abriram voto em Sartori.

Tudo isso, segundo o Ibope, não somou um voto a mais. Com todo o respeito, eu posso perder, ganhar eleição, mas certamente não acredito que esta pesquisa esteja correta, não tem como. 

Quem vai decidir a eleição é a nossa militância”.

Da Redação – O Ibope comete erros. No dia 28 de setembro, dois dias antes da eleição, por exemplo, o Ibope apresentou o seguinte resultado para as duas vagas ao Senado: José Fogaça, 33%; Paulo Paim, 32%. Beto Albuquerque, 22%; Luiz Carlos Heinze,11%; Carmen Flores, 8%.

Abertas as urnas, o resultado deu Heinze em primeiro (21,9%), Paim (17,8%).

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Em três dias, Heinze teria saído do quarto lugar e mais do que dobrado sua votação, enquanto Paim teria despencado quase 50%. Fogaça, o primeiro, terminou em quinto lugar.

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Cultura

Cinema: Nasce uma estrela

Estreando nos cinemas pela quarta vez, a história de Nasce uma Estrela foi contada pela primeira vez em 1937, estrelada por Janet Gaynor. Em 1954, foi a vez de Judy Garland no papel da protagonista e Barbra Streisand e Kris Kristofferson formaram a dupla principal da versão de 1977. Agora, Lady Gaga e Bradley Cooper […]

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Estreando nos cinemas pela quarta vez, a história de Nasce uma Estrela foi contada pela primeira vez em 1937, estrelada por Janet Gaynor. Em 1954, foi a vez de Judy Garland no papel da protagonista e Barbra Streisand e Kris Kristofferson formaram a dupla principal da versão de 1977. Agora, Lady Gaga e Bradley Cooper emocionam o público com a romântica e poderosa história de amor.

Na trama, Jackson Maine (Bradley Cooper) é um experiente músico que descobre Ally (Lady Gaga), uma cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Encantado por Ally e seu talento, Jackson a ajuda a ascender ao estrelato, ao mesmo tempo em que vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool.

Além de protagonista, Bradley Cooper estreia na direção do filme. Mesmo com uma história simples, a direção entrega um trabalho competente, e, acompanhado do diretor de fotografia Matthew Libatique (indicado ao Oscar por Cisne Negro), a dupla utiliza as cores como elemento fundamental na composição de momentos da vida dos personagens. Destacando a luz e as tonalidades, em especial o vermelho, conhecemos Ally inicialmente em um cenário frio, porém, quando Jack a conhece, ela está em um bar repleto de cores e cantando a linda “La Vie en Rose”.

O roteiro, escrito por Bradley Cooper, Eric Roth e Will Fetters, consegue criar instantaneamente uma empatia enorme pelos personagens, que só cresce com o decorrer da trama. Entretanto, a ascensão de Ally é mais interessante que seu sucesso. Há um grande esforço para distanciar Lady Gaga de Ally, mas quando a narrativa a transforma em uma diva pop é impossível não fazer a conexão do real com o ficcional. Se na primeira metade do longa a estrela de Ally brilha, na metade final suas escolhas são questionáveis.

Perfeita na pele da protagonista, Lady Gaga prova, definitivamente, que é uma ótima atriz e tem tudo para ser, no mínimo, indicada ao Oscar. Aliando inocência e carisma, sua presença em cena é cativante e, nas performances musicais é brilhante como esperado. A química com Bradley Cooper é intensa e perfeita, e o ator mostra que sabe cantar, e muito bem. Com um sotaque carregado, Cooper está excelente também ao lado do extraordinário Sam Elliott, que vive o irmão mais velho de Jack, em um relacionamento frágil e doloroso. O elenco coadjuvante ainda conta com as presenças de Andrew Dice Clay e Dave Chappelle.

O grande atrativo do filme são as músicas cantadas pelos protagonistas. Misturando rock, country e até pop, a trilha sonora apresenta canções fortes e marcantes, em performances memoráveis de Lady Gaga e Bradley Cooper. Destaco “Black Eyes” e “Always Remember Us This Way”, além da belíssima (e já favorita ao Oscar) “Shallow” e a arrebatadora balada “I’ll Never Love Again”.

Nasce uma Estrela é um filme arrebatador seja pelo belo e emocionante romance e por suas canções inesquecíveis. Um espetáculo imperdível!

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Cultura

Conservatório receberá violoncelista Milene Aliverti

Nesta quinta-feira, 25 de outubro, às 19h30, ocorre, no Conservatório de Música da UFPel, o recital solo de  Milene Aliverti. A violoncelista e professora do Departamento de Música do IA/UFRGS vai interpretar obras de Johann Sebastian Bach, Max Reger, Gaspar Cassadó e Arthur Barbosa. O evento tem o apoio da ASSAMCON  e coordenação do professor […]

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Nesta quinta-feira, 25 de outubro, às 19h30, ocorre, no Conservatório de Música da UFPel, o recital solo de  Milene Aliverti. A violoncelista e professora do Departamento de Música do IA/UFRGS vai interpretar obras de Johann Sebastian Bach, Max Reger, Gaspar Cassadó e Arthur Barbosa. O evento tem o apoio da ASSAMCON  e coordenação do professor Carlos Walter. A entrada é franca.

Milene é o principal violoncelo da Orquestra de Câmara Teatro São Pedro e coordenadora dos Encontros de Violoncelo do Rio Grande do Sul. Milene Aliverti também atua como solista e camerista em diversas formações, apresentando-se por todo o Brasil e pelo exterior.

Formada pela Universidade Estadual Paulista, onde estudou com o professor Zygmunt Kubala, Milene Aliverti aperfeiçoou-se na Bulgária com o professor Anatoli Krastev e recebeu o título de Mestre em violoncelo pela Universidade da Carolina do Sul dos Estados Unidos, sob orientação do professor Robert Jeselsson.

Milene, juntamente com a pianista Lúcia Cervini, gravou seu primeiro CD com o apoio da FAPESP. No V Concurso Nacional de Música de Câmara da Faculdade Santa Marcelina de São Paulo, em 1993, o duo Aliverti/Cervini recebeu Menção Honrosa gravando a faixa de abertura do CD de Premiação do Concurso, editado pela CDA (Contemporary Digital Arts).

Em 1998, o duo obteve o Primeiro Prêmio no II Concurso “Honorina Barra” em Curitiba – PR, recebendo também o Prêmio Honorina Barra por participação de destaque no concurso.

Também em 1998, no XV Concurso Nacional “Cidade de Araçatuba” em Araçatuba – SP, o duo recebeu o primeiro lugar na categoria Música de Câmara.

Em 1999, durante o II Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Niremberg” o duo recebeu segundo lugar e a violoncelista Milene Aliverti foi merecedora da premiação especial, uma bolsa de estudos nos Estados Unidos.

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Evento: Recital solo da violoncelo com Milene Aliverti

Data e horário do recital: 25 de outubro, às 19:30.
Local:   Salão Milton de Lemos, no Conservatório de Música de Pelotas (Rua Felix da Cunha, 651).
Ingresso: Entrada franca.

Programa

Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
Suíte para Violoncelo, nº 5
Prelúdio
Allemande
Courrante
Sarabande
Bourrèe I e II
Gigue

Max Reger (1873 – 1916)
Suite I para violoncelo solo
Prelúdio
Adágio
Fuga

Gaspar Cassadó (1897 – 1966)
Suite para violoncelo solo
Prelúdio-Fantasia

Arthur Barbosa (1965)
Candombera.

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Eleições

MP recomendou multar coligação de Eduardo Leite. A notícia, porém, é outra

Ministério Público Eleitoral recomendou a cobrança de multa de R$ 329 mil contra a coligação de Eduardo Leite ao Piratini, por uso de prédio público para gravação de cenas veiculadas na propaganda eleitoral do candidato tucano. O gesto é tipificado como “abuso de poder político”. As cenas foram gravadas dentro do Centro de Atenção ao […]

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Ministério Público Eleitoral recomendou a cobrança de multa de R$ 329 mil contra a coligação de Eduardo Leite ao Piratini, por uso de prédio público para gravação de cenas veiculadas na propaganda eleitoral do candidato tucano.

O gesto é tipificado como “abuso de poder político”. As cenas foram gravadas dentro do Centro de Atenção ao Autista, em Pelotas, onde estiveram Leite, a prefeita Paula, o então candidato Alckmin, além da equipe de filmagem.

O procurador regional eleitoral substituto Fábio Venzon julgou que não era caso de pedir a impugnação da candidatura, porque a infração foi isolada, uma vez só.

A corregedoria eleitoral vai agora analisar a recomendação. Talvez multa seja aplicada, talvez não.

Da redação – A coligação conta com um corpo de advogados. É  lógico supor que tivessem conhecimento da irregularidade. Mesmo assim, ela foi cometida.

A impressão que fica é de cálculo: a coligação teria calculado que, para receber o médico Alckmin, então candidato ao Planalto, valia a pena infringir a legislação para mostrar resultados na área de formação dele, a Saúde.

Por suposição, teriam pensado assim:

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“Sendo o Brasil, juiz nenhum vai cassar uma candidatura por um ato isolado que não seja grave como roubo do erário.  Se vier multa, o pagamento não sairá do nosso bolso, mas do bolso do contribuinte, cujos impostos formam os fundos partidário e eleitoral. Entre prós e contras, terá valido ultrapassar um limite legal, porque o apelo emocional do atendimento público aos autistas tem potencial eleitoral”.

Se foi assim, como parece ter sido, eis a notícia principal: certas leis não valem nada na cabeça de certos políticos, quando o que está em jogo é a ambição eleitoral”.

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Comportamento

A saturação do politicamente correto

O “recado das urnas” tem muitos ângulos, inclusive o psicológico. Além da demanda por mais policiamento e “linha dura” contra a criminalidade, também há um evidente desgaste do “politicamente correto”. Para intelectuais de esquerda, os “preconceitos do homem comum” teriam vindo à tona, numa espécie de reação às mudanças de costumes. Já para os analistas […]

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O “recado das urnas” tem muitos ângulos, inclusive o psicológico. Além da demanda por mais policiamento e “linha dura” contra a criminalidade, também há um evidente desgaste do “politicamente correto”. Para intelectuais de esquerda, os “preconceitos do homem comum” teriam vindo à tona, numa espécie de reação às mudanças de costumes. Já para os analistas liberais é uma rejeição à manipulação de grupos sociais, em que a esquerda se apropria das causas feministas, de afrodescendentes e de relações homoafetivas. Até que frases como “eu sou mulher e voto em quem eu quiser” desafiaram a tutela da esquerda sobre os direitos da mulher.

Ser contra cotas raciais é ser racista? Ou ao contrário, é perpetuar o racismo estimulando o conflito étnico e tutelando alguns como se menos capazes fossem? Se há uma “dívida histórica” com a escravidão (formalmente extinta há 130 anos) essa poderia ser resgatada com “cotas sociais” para escolas públicas, para pessoas de todas etnias em condições financeiras desfavoráveis. Num ambiente civilizado esse debate poderia ser feito em alto nível e sem rótulos, mas não é tradição da esquerda tupiniquim respeitar posições em contrário sem rotular.

Nas brigas em redes sociais, outro rótulo comum é o de “homofóbico”, que recentemente era atribuído a todos que contestavam Pabllo Vittar, musicalmente, mesmo que gostassem de Fred Mercury, Ney Matogrosso ou outros músicos notoriamente homossexuais. Foi assim que nas redes sociais “homofóbico”, “racista”, “misógino”, entre outros rótulos, passaram a ser atribuídos a milhões de brasileiros, que por suas posições mais conservadoras ou simplesmente por diferenças de opinião passaram a ser tachados como se fossem pessoas “atrasadas”, preconceituosas, moralmente inferiores, indignas.

Essa opressão psicológica aumentou com a hegemonia cultural, num longo ciclo de discurso da esquerda no poder, durante o espaço de tempo que se poderia dizer “de toda uma geração”, eis que vitoriosa nas urnas em 2002, 2006, 2010 e 2014.

Foi essa hegemonia e o discurso psicologicamente triunfante e rotulador sobre quem não concordasse com seus preceitos que gerou, agora, uma reação oposta intensa, fruto de extrema saturação e desgaste, contra o politicamente correto.

Isso não significa que os grupos sociais “vitimizados” historicamente pela esquerda sejam discriminados, embora algumas pessoas o façam – sim, existem fascistas de verdade. A questão é o descrédito de seus pretensos defensores, que os queriam “tutelar”. Na ótica liberal os direitos individuais também seriam respeitados, contra todas as formas de preconceito. Como isso se dará na prática? Não sabemos, mas por um bom tempo (mais uma geração?) o politicamente correto “saturou”.

 

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Brasil

Bolsonaro usa em programa eleitoral críticas de Cid Gomes ao PT

O programa eleitoral de Jair Bolsonaro vai explorar o vídeo das críticas feitas por Cid Gomes ao PT. “Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, fala a verdade que o PT não aceita”, diz o locutor, ao introduzir o discurso do senador eleito. “Tem que pedir desculpas, tem que ter humildade, tem que ter humildade e reconhecer que […]

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O programa eleitoral de Jair Bolsonaro vai explorar o vídeo das críticas feitas por Cid Gomes ao PT.

“Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, fala a verdade que o PT não aceita”, diz o locutor, ao introduzir o discurso do senador eleito.

“Tem que pedir desculpas, tem que ter humildade, tem que ter humildade e reconhecer que fizeram muita besteira”, afirma Cid no trecho exibido na propaganda do PSL.

A insistência de Cid diante das reações negativas da plateia também é exibida:

“É assim? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir os erros que cometeram, isso é para perder a eleição e é bem feito. É bem feito perder a eleição. Vão perder feio, porque fizeram muita besteira, porque aparelharam as repartições públicas, porque acharam que eram donos de um país e o Brasil não aceita ter dono, é um país democrático. O Lula está preso, babaca. O Lula está preso. E vai fazer o quê? Isso é o PT, e o PT desse jeito merece perder. Babaca, vai perder a eleição.”

O locutor então conclui: “Nessa eleição, é o Brasil contra o PT”.

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Cultura

Entortando a língua para dominar a gente

Por Renato Sant’Ana A maneira mais fácil e mais cretina de combater as desigualdades é nivelar por baixo. A quem interessa fazê-lo? Era um destes programas de rádio com informações e comentários, em que desfilam os assuntos mais graves e as amenidades mais hilárias. E o condutor do programa fez digressões quanto à utilização de […]

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Por Renato Sant’Ana
A maneira mais fácil e mais cretina de combater as desigualdades é nivelar por baixo. A quem interessa fazê-lo?
Era um destes programas de rádio com informações e comentários, em que desfilam os assuntos mais graves e as amenidades mais hilárias. E o condutor do programa fez digressões quanto à utilização de “ponto” ou “vírgula” na designação da frequência da emissora de FM. Com acerto, falou “é cento e um vírgula três”, enfatizando ser errado pronunciar “ponto” no lugar da “vírgula”.
Coisa desimportante. Mas, sem demora, um ouvinte enviou uma mensagem nada cortês para dizer que aquele comentário era uma grande bobagem e só servia para “elitizar a língua”. Ora, elitizar!
O veterano radialista (Rogério Mendelski) estava informando, esclarecendo e, sem que se superdimensione o feito, dando uma pequena contribuição cultural, sendo a exatidão, sim, uma qualidade muito apreciável da linguagem.
Não sei que idade ele tem. Sei que é de uma geração de jornalistas que ainda sabe usar o modo subjuntivo… Reflexo de uma época em que a escola servia para alfabetizar as crianças…
Já do ignoto ouvinte (se o adjetivo não for elitista) nada se sabe, senão que é reflexo da nem sempre explícita perversidade com que estão sendo conduzidas a educação e a cultura no Brasil.
Sim, para que não haja elites intelectuais, como se isso fosse por si só ruim, desdenha-se do que quer que se apresente como norma culta, ridiculariza-se a erudição e se exalta a vulgaridade. Daí, em lugar de ensinar a norma gramatical, decreta-se que a linguagem dos carroceiros tem o mesmo status do padrão culto. Mas em que sairá favorecido o carroceiro com isso? Enquanto a juventude fica estupidificada.
Para quem acha que faço pura teoria espontânea, aqui vai a base empírica. Um fato apenas, tão execrável quanto apto a retratar o que está vigorando no país. Em 2011, o Ministério da Educação comprou 485 mil exemplares de um livro, pretensamente didático, da autoria de Heloísa Ramos, elaborado deliberada e solertemente com erros gramaticais. Óbvio, material destinado a alunos de escolas públicas.
Há muitos autores sérios e proficientes que poderiam contribuir. Mas o Programa Nacional do Livro Didático, obedecendo uma linha ideológica, decidiu subverter a norma gramatical. A justificativa da autora para a sua “obra-prima” e, por conseguinte, diretriz do então ministério da educação, foi “privilegiar a linguagem oral sobre a escrita” e, ainda, substituir a noção de “certo ou errado” pela de “adequado ou inadequado”. Estão querendo educar ou ensinar a viver sem regras? Ouso afirmar que o “ignoto ouvinte” – talvez sem entender do assunto e até por isso mesmo – aceitará a orientação ideológica de tal degenerescência.
Se alguém não lembra, à época o ministro da educação era Fernando Haddad. Ele mesmo! Que agora quer completar a obra de emburrecer a população e se candidata a presidente. A meta é sequestrar o potencial cognitivo de nossas crianças.
Ninguém suponha que esses caras improvisam. Não. Tem planejamento nisso. Instituir a degeneração da língua nacional é um eficaz meio de reduzir a capacidade de pensar de crianças e adolescentes. Nivela por baixo e subtrai, a muitos alunos com talento acima da média ou simplesmente com grande motivação para estudar português, o direito a obter um domínio superior da língua, o que é imprescindível em determinados ofícios – além de fixar um modo peculiar de “estar no mundo”.
Ah, mas isso é elitismo… Triste é saber, com clareza, aonde pretende chegar essa “elite burocrática” – essa sim, abominável!
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Empresa & Consumo

Fabiano de Marco apresenta Parque Una no 8º Complan, no Ceará

Em 22 de outubro próximo, Fabiano de Marco, sócio na Idealiza Urbanismo, vai palestrar em Fortaleza, capital cearense, sobre o Parque Una, no 8º Complan, evento de prestígio nacional que reúne grandes nomes do mercado imobiliário, reconhecidos pela capacidade de inovação. Fabiano falará num painel ao lado de Paulo Kawahara, do escritório Jaime Lerner Arquitetos […]

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Em 22 de outubro próximo, Fabiano de Marco, sócio na Idealiza Urbanismo, vai palestrar em Fortaleza, capital cearense, sobre o Parque Una, no 8º Complan, evento de prestígio nacional que reúne grandes nomes do mercado imobiliário, reconhecidos pela capacidade de inovação.

Fabiano falará num painel ao lado de Paulo Kawahara, do escritório Jaime Lerner Arquitetos Associados, de Benedito Abbud, da Benedito Abbud Arquitetura Paisagística, e de Hélio Mitica, da Areaurbanismo.

Paulo falará sobre o case Cidade Cauype. Benedito, sobre o case Estrela Alta e Hélio, sobre o case Fazenda Itahyê, empreendimentos, a exemplo do Parque Una, considerados pioneiros do Novo Urbanismo.

Parque Una

Parque Una

O Parque Una, empreendimento genuinamente pelotense, merece todos os reconhecimentos que vem obtendo. O bairro foi planejado com exclusividade pela Idealiza Urbanismo, empresa dirigida por Ricardo Costa e Fabiano de Marco, e é uma novidade positiva para todos os sentidos. Primeiro de tudo, não se aparta do meio social por muros. Mesmo oferecendo benefícios típicos de um condomínio fechado, como por exemplo um anfiteatro, Parque Una (e daí o nome do bairro ser “Parque”) é uma povoação aberta, integrada à cidade, um convite a que todas as pessoas, de todos os perfis, todas as classes sociais, frequente e desfrute, como se fosse uma extensão de sua casa. 

Localizado às costas do Shopping Pelotas, Parque Una, um dos empreendimentos da Idealiza Urbanismo no País, reúne um conjunto de torres residenciais e comerciais a áreas de lazer num ecossistema integrado concebido para ter dinâmica própria e formar um novo centro da cidade.

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Eleições

Bolsonaro segue na frente nas pesquisas

Saiu esta madrugada a nova pesquisa do BTG Pactual realizada pela FSB — é a primeira do segundo turno. Feita por telefone com entrevistadores, ouviu que 51% dos eleitores pretendem votar em Jair Bolsonaro e, 35%, em Haddad. A rejeição do petista deu um salto: está em 53%, contra os 38% do capitão reformado. Do […]

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Saiu esta madrugada a nova pesquisa do BTG Pactual realizada pela FSB — é a primeira do segundo turno. Feita por telefone com entrevistadores, ouviu que 51% dos eleitores pretendem votar em Jair Bolsonaro e, 35%, em Haddad.

A rejeição do petista deu um salto: está em 53%, contra os 38% do capitão reformado.

Do público total, 47% afirmaram usar o WhatsApp para informações políticas. Dessa turma, 87% receberam notícias falsas pela plataforma. E, destes, 58% receberam muitas notícias falsas. A FSB ouviu duas mil pessoas e a margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Os números não são comparáveis. Mas o Datafolha divulgado quarta dava 49% para Bolsonaro e 36% para Haddad.

Hoje à noite sai o primeiro Ibope do segundo turno. E, na quinta-feira, o Datafolha.

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