Humor
Uma música para a semana pelotense que se encerra
Música em homenagem à agitada semana pelotense, que se encerra tendo como o fato mais marcante do período, talvez do ano, a operação da Polícia Federal na Câmara de Vereadores, por supostas fraudes praticadas na prefeitura por vereadores em conluio com agentes públicos. Uma bela composição, diga-se. Apesar do tema ser o suspense.
Música em homenagem à agitada semana pelotense, que se encerra tendo como o fato mais marcante do período, talvez do ano, a operação da Polícia Federal na Câmara de Vereadores, por supostas fraudes praticadas na prefeitura por vereadores em conluio com agentes públicos.
Uma bela composição, diga-se. Apesar do tema ser o suspense.
Eleições
Bolsonaro tem pés de bailarino
A foto abaixo, liberada pelo filho de Bolsonaro, é curiosa. Antes de mais nada, todos desejamos que o ser humano se recupere do absurdo ataque que sofreu, como parece, felizmente, que ocorrerá. Dito isto, a foto é curiosa por causa da contradição gestual. Com as mãos, Bolsonaro sugere disparar com uma arma. Já com as […]
A foto abaixo, liberada pelo filho de Bolsonaro, é curiosa.
Antes de mais nada, todos desejamos que o ser humano se recupere do absurdo ataque que sofreu, como parece, felizmente, que ocorrerá.
Dito isto, a foto é curiosa por causa da contradição gestual.
Com as mãos, Bolsonaro sugere disparar com uma arma. Já com as pernas, sugere um clássico passo de bailarino, inclusive pelo arqueamento típico dos pés.
Há uma dubiedade de expressões que sugerem que o capitão não é uma pessoa tão rude assim.

Eleições
Um certo tipo de eleitor de Bolsonaro
Pelo que se tem visto por aí, há um tipo de eleitor de Bolsonaro que nem ele mesmo suportaria conviver. Não são todos, felizmente. Mas um certo tipo. Aqui no café Aquário, vários deles podem ser vistos circulando. Trata-se de uma tribo que se distingue por uma mistura de mitomania e estupidez, certos de que […]
Pelo que se tem visto por aí, há um tipo de eleitor de Bolsonaro que nem ele mesmo suportaria conviver. Não são todos, felizmente. Mas um certo tipo.
Aqui no café Aquário, vários deles podem ser vistos circulando.
Trata-se de uma tribo que se distingue por uma mistura de mitomania e estupidez, certos de que a convicção de teorias conspiratórias é uma prova de sua inteligência iluminada.
Todos esses têm um semblante de quem não passou no Teste do Pezinho.
O lado positivo é que a maioria parece inofensiva, ao contrário do maluco com a faca em Juiz de Fora.
Recomenda-se atenção, contudo. Os extremos, vc sabe, sempre se encontram no infinito!
Cultura
Cinema: Ilha dos cachorros
Já mencionei diversas vezes no Amigos que Wes Anderson é um dos meus diretores preferidos. Autêntico e original, o cineasta de filmes como Os Excêntricos Tenenbaums, Moonrise Kingdom e O Grande Hotel Budapeste acaba de lançar seu segundo trabalho com animação stop motion após o ótimo O Fantástico Sr. Raposo. Ambientada no Japão e com um humor deliciosamente irônico, Ilha de Cachorros é, […]
Já mencionei diversas vezes no Amigos que Wes Anderson é um dos meus diretores preferidos. Autêntico e original, o cineasta de filmes como Os Excêntricos Tenenbaums, Moonrise Kingdom e O Grande Hotel Budapeste acaba de lançar seu segundo trabalho com animação stop motion após o ótimo O Fantástico Sr. Raposo. Ambientada no Japão e com um humor deliciosamente irônico, Ilha de Cachorros é, sobretudo, um filme lindo de se ver.
Partindo de um belíssimo prólogo, que faz uma alusão à ancestralidade japonesa, vemos os esforços do clã Kobayashi, amante dos gatos, para erradicar os cães do território. Esta aversão pelos caninos serviu para transformá-los em impotentes e domesticados animais de estimação.
A trama inicia na fictícia Megasaki, onde o prefeito (Kunichi Nomura) é um descendente Kobayashi. Sob sua tutela está seu sobrinho, Atari Kobayashi (Koyu Rankin), de 12 anos.
O político aprova uma nova lei que proíbe os cachorros de morarem no local, tendo como argumento uma doença aparentemente incurável, a gripe canina, que é transmitida pelos cães aos humanos. Com isso, todos os animais são enviados para uma ilha repleta de lixo. Porém, Atari não aceita se separar de seu cão Spots, então rouba um avião monomotor e parte em busca de seu fiel amigo, encontrando diversos outros cães pelo caminho.
A partir de uma história bastante simples, o diretor consegue explorar uma diversidade de temas através de uma espetacular abordagem visual que caracteriza o seu cinema. O longa aborda temas pesados como as ditaduras, os campos de concentração e o uso da ciência a serviço de tiranos.
Com relação ao roteiro, Anderson, Roman Coppola, Kunichi Nomura e Jason Schwartzman entregam, além do prólogo, uma excelente estrutura narrativa composta de quatro partes, e que ainda apresenta momentos que alternam entre o presente e flashbacks. O filme prova, mais uma vez, a excentricidade e a capacidade de Wes Anderson de criar histórias únicas e bem executadas.
Através de uma trama não-linear, mas dinâmica e coesa, Wes Anderson apresenta suas principais características, como a centralização e a simetria de suas cenas, os personagens excêntricos e diálogos minimalistas.
Aperfeiçoando uma técnica que combina tão bem com seu estilo, os personagens e a construção dos cenários são hipnotizantes a ponto de ser quase impossível desgrudar os olhos da tela por medo de perder algum detalhe.
A trilha sonora do incrível Alexandre Desplat (do qual também sou fã assumida) é extremamente charmosa e melancólica, com destaque para a música “I Won’t Hurt You” de The West Coast Pop Art Experimental Band.
Wes Anderson e equipe
Entre os cachorros, a trama propõe um complexo desenvolvimento de personagens, com destaque para Chief, o orgulhoso vira-latas que se torna um líder natural e que ganhou a voz excepcional de Bryan Cranston. Os outros cães, entretanto, gostam de tomar suas decisões através do consenso.
Nos momentos mais perigosos, eles param tudo para debater sobre qual plano devem seguir. Completando o time que vai ajudar o garoto a encontrar seu melhor amigo, temos as vozes de Edward Norton (Rex), Bob Balaban (King), Bill Murray (Boss) e Jeff Goldblum (Duke).
Outros nomes de peso ganham pequenas participações, como Scarlett Johansson como a cachorra de raça que passa aparentemente sem arranhões pelo lixão, Tilda Swinton como um oráculo canino que compreende a televisão, Yoko Ono no papel de uma assistente de cientista. Greta Gerwig é Tracy Walker, uma menina norte-americana intercambista. Ainda no elenco de vozes temos Harvey Keitel, Frances McDormand, Liev Schreiber, F. Murray Abraham e Courtney B. Vance como o narrador.
Visualmente impecável, a fotografia de Tristan Oliver é absolutamente impressionante. As letras do alfabeto oriental são utilizadas como elemento de concepção visual, além de desenhos tradicionais que rementem aos mangás. Vimos também transições com um vislumbre de uma luta de sumô. Tecnicamente, é tudo muito perfeito.
Ilha de Cachorros apresenta personagens cativantes em um filme divertido e charmoso. Simplesmente imperdível!
Humor
Humor do cão: “Honestidade”
Todas as manhãs o homem saía de casa com a determinação de ser honesto. Voltava todo santo dia sempre extenuado, tendo conseguido. Autor ignorado
Todas as manhãs o homem saía de casa com a determinação de ser honesto. Voltava todo santo dia sempre extenuado, tendo conseguido.
Autor ignorado
Humor
Humor do cão: Brasil pós-Lava Jato
República Federativa dos Estados Unidos (com MP, PF e Juízes) do Brasil.
República Federativa dos Estados Unidos (com MP, PF e Juízes) do Brasil.
Comportamento
Humor do cão: Os colonizadores
É comum povos colonizados debocharem dos colonizadores. É uma característica da “cultura dos subjugados”. A última piada de português que ouvi foi que lá não funcionou a experiência de pôr música nos caminhões de gás para avisar de sua passagem, algo que temos ou tivemos em Pelotas, e temos em outras cidades do País. Em […]
É comum povos colonizados debocharem dos colonizadores. É uma característica da “cultura dos subjugados”.
A última piada de português que ouvi foi que lá não funcionou a experiência de pôr música nos caminhões de gás para avisar de sua passagem, algo que temos ou tivemos em Pelotas, e temos em outras cidades do País.
Em Portugal, a experiência se mostrou inviável porque toda vez que o caminhão arrancava, a orquestra caia lá de cima.
Histórias Top
O curioso Gato “Moro”
Pessoal do DNIT que trabalha na duplicação da BR-116 fotografou um gato em extinção. Trata-se do Gato Mourisco, também conhecido como Gato “Moro”. Mourisco deriva da palavra “Mouro”, nome dado aos espanhóis muçulmanos batizados depois da política pragmática dos Reis Católicos, de 14 de Fevereiro de 1502. Mourisco é um gato de rabo grande. Não deixa de ser curioso que, sendo “gato” […]
Pessoal do DNIT que trabalha na duplicação da BR-116 fotografou um gato em extinção. Trata-se do Gato Mourisco, também conhecido como Gato “Moro”.
Mourisco deriva da palavra “Mouro”, nome dado aos espanhóis muçulmanos batizados depois da política pragmática dos Reis Católicos, de 14 de Fevereiro de 1502.
Mourisco é um gato de rabo grande.
Não deixa de ser curioso que, sendo “gato” e tendo “rabo grande”, também seja conhecido por “Moro”, nome do famoso juiz que persegue corruptos.
Comportamento
Humor do cão: Ressentimento humano
Às vezes creio compreender alguns fatos da vida através de coisas triviais. Entre eles, o velho “Ressentimento Humano”. Por exemplo, mesmo que a gente evite tomar banho, sempre chega o dia em que alguém nos mandará fazê-lo. Como as correntes, é inevitável. Nenhuma mágoa neste post, viu! Só a constatação de que é impossível agradar […]
Às vezes creio compreender alguns fatos da vida através de coisas triviais. Entre eles, o velho “Ressentimento Humano”.
Por exemplo, mesmo que a gente evite tomar banho, sempre chega o dia em que alguém nos mandará fazê-lo. Como as correntes, é inevitável.
Nenhuma mágoa neste post, viu!
Só a constatação de que é impossível agradar a todos.
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Comportamento
Humor do cão: “Eu me amo!, viu?”
É preocupante a profusão de selfies de auto-deslumbre nas novas gerações. Antigamente, quem ficava bobo com a idade eram os idosos. Hoje em dia, o processo está começando muito mais cedo.
É preocupante a profusão de selfies de auto-deslumbre nas novas gerações. Antigamente, quem ficava bobo com a idade eram os idosos. Hoje em dia, o processo está começando muito mais cedo.
Humor
Humor do cão: Homem invisível
Se um homem desaparece do campo de visão da esposa durante sete anos, a lei presume que esteja morto; no entanto, de acordo com nossa experiência diária, talvez lhe tenha prolongado a vida. Autor ignorado.
Se um homem desaparece do campo de visão da esposa durante sete anos, a lei presume que esteja morto; no entanto, de acordo com nossa experiência diária, talvez lhe tenha prolongado a vida.
Autor ignorado.

