Moradias eficientes: construtora lança modelo de habitação social sustentável

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A habitação é um dos pilares mais importantes da nossa existência, é onde o indivíduo tem a sua privacidade e onde a parte mais significativa da sua vida pessoal se desenrola.

É sobre ela que projetamos o sonho de adquirir um imóvel próprio e dedicamos boa parte de nossas vidas. Mas além da sobrevivência, o contexto de moradia também deve proporcionar uma relação harmônica entre o cuidado com o meio ambiente e o custo final de vida do morador.

Pensando nesta proposta, a construtora ​Olavo Rocha​ lançou em setembro o primeiro empreendimento de habitação popular (Minha Casa, Minha Vida), financeiramente e ecologicamente responsável.

O projeto, que foi concebido com base em estudos de especialistas, tem como objetivo minimizar os impactos na natureza e promover a redução de custos a longo prazo.

As soluções encontradas foram a criação de critérios para uma posição solar mais estratégica, blocos cerâmicos com maior conforto termoacústico, placas para aproveitamento da energia solar, portaria remota com sistema de monitoramento, captação da água da chuva, gestão de resíduos e paisagismo com frutíferas.

A construtora ainda criou o selo ​BiEco  para certificar seus empreendimentos com características econômicas e ecológicas; e também o ​CondoMínimo​ – iniciativa que irá reduzir as despesas de manutenção dos moradores.

Diferentemente de outros projetos, a empresa tem o cuidado com a singularidade da escolha dos equipamentos e execução, que vai desde o planejamento até a entrega da obra.

Países vizinhos como Argentina e Chile – que já desenvolveram modelos semelhantes de construções populares –, reforçam que a iniciativa é uma preocupação que vai além de resolver o problema de déficit habitacional, pois melhora a qualidade de vida destas pessoas.

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